Associada Fernanda Beltrão conheceu a vela através de seu filho Artur, o que a inspirou a reunir a família na prática do esporte.

Na semana anterior ao dia das mães, a vela traz uma história de inspiração e união entre mãe, filho e família através do esporte.

A história de paixão pela vela de Fernanda Beltrão, associada do Clube dos Jangadeiros, em Porto Alegre, iniciou quando inscreveu seu filho Artur na colônia de férias da Escola de Vela Barra Limpa (EVBL). Após a experiência de vivenciar de perto o esporte, Artur revelou o desejo de continuar sendo aluno da Escola e aprender a navegar pelas águas do Guaíba.

Com o intuito de incentivar seu filho, Fernanda o acompanhou em suas aulas, mas também, ao mesmo tempo era encorajada pelo pequeno a conhecer o esporte. “Eu trazia ele para as aulas e ficava esperando, apenas admirando a vista do Guaíba e a estrutura do clube. Nunca passou pela minha cabeça velejar, mas então pensei: por que não tentar? No início fiquei com medo, mas depois, inspirada na coragem do meu filho, fui conhecendo as pessoas, os professores e despertei essa vontade de aprender”, revela.

Além do estímulo de Artur para praticar o esporte, Fernanda recebeu o apoio dos professores Cátia Pistorello e Peter Nehm, instrutores da EVBL. A partir dessa comoção, a associada realizou o curso de monotipos da Escola e, após vivenciar toda a emoção que a experiência trouxe, decidiu unir toda a família no esporte.

“Hoje posso afirmar que, para mim, velejar é algo muito especial. É um esporte que posso praticar com meu filho e, através dele, criamos esse grande vínculo com o clube. Formei uma dupla feminina na classe Snipe com a minha amiga Mônica e, por fim, meu marido e eu compramos um veleiro de oceano de 30 pés, no qual chamamos de Batom, para velejar com toda a família” disse.

A felicidade e a inspiração de Fernanda e Artur foi coroada com o certificado de conclusão do curso de monotipos nível I. “Esse documento simboliza que o Janga e a escola proporcionaram uma experiência incrível para reunir cada vez mais a minha família na vela e mostrar que não há idade para aprender, desde que tenhamos vontade e incentivo de quem mais amamos”, completa.

A velejadora é uma das alunas que recebeu o reconhecimento da Escola de Vela Barra Limpa na cerimônia de formatura realizada no dia 28 de abril. Além de traduzir o dia da mães, a história mostra como o esporte pode promover o bem estar e a união entre mãe e filho.