Clube dos Jangadeiros visita equipe do Navio Balizador Comandante Varella

Além de conhecer o trabalho de atualização da carta náutica do Guaíba, autoridades realizaram um almoço de confraternização entre as entidades. O encontro foi realizado na quinta-feira, 18 de julho.

 

Conhecer a estrutura, o trabalho realizado e cada um dos integrantes da equipe do Navio Balizador Comandante Varella foram alguns dos destaques da visita realizada pelo Clube dos Jangadeiros na tarde desta quinta-feira, 18 de julho.

Recebidos pelo Capitão-Tenente da Marinha, Rodrigo Bessa de Macedo, o Capitão de Mar e Guerra da Capitania dos Portos de Porto Alegre, Rafael Silva dos Santos e toda equipe do navio, o Jangadeiros foi representado pelo Comodoro Pedro Pesce, o vice-comodoro de Desenvolvimento e Marketing, Alexandre Gadret, o diretor de vela de oceano de cruzeiro, Cristian Yanzer, o Diretor de Porto, Dieter Brack, o Diretor de Salvatagem, André Halbig e o Diretor de Planejamento Estratégico, Luiz Francisco Gerbase.

Além de explorar os detalhes do navio e o trabalho de atualização da carta náutica do Guaíba, o encontro foi uma oportunidade de conferir as contribuições que podem ser oferecidas pelo clube para colaborar cada vez mais com as pesquisas e também como amadores podem ajudar com sugestões. O trabalho realizado atualmente e divulgado no Jantar dos Cruzeiristas no dia 16 de julho, previa apenas a atualização da carta da Ponta Grossa até o Delta do Jacuí.

Após solicitação do Clube dos Jangadeiros, o levantamento da carta da Ponta Grossa até Itapuã, que não havia data para ser realizado, foi incluído nas listas de demandas da Capitania dos Portos com a DHN (Diretoria de Hidrografia e Navegação) para o ano de 2020, com o objetivo de contribuir ainda mais com a segurança e navegação das embarcações da capital.

“Esse trabalho e colaboração de todos aumenta a segurança para navegar em nossa região, sem contar que melhora e agrega boas perspectivas econômicas para as navegações. Foi um encontro muito agradável, onde fomos muito bem recebidos por toda equipe no navio. Além do trabalho, o que levo comigo após essa visita é o senso de dever e o espírito de equipe da tripulação do Comandante Varella”, disse Cristian Yanzer.

O Comodoro Pedro Pesce entregou um galhardete do clube para a equipe do navio e as autoridades realizaram um almoço de confraternização para fortalecer ainda mais os laços entre as entidades.

 

San Chico 3, do Clube dos Jangadeiros, é campeão de título inédito na 46ª Semana Internacional de Vela Ilhabela

Tripulação do Comandante Francisco Freitas foi campeã da classe ORC Internacional para barcos amadores que não possuem profissionais a bordo.


O barco San Chico 3, do Comandante Francisco Freitas, conquistou nesta sexta-feira, 19 de julho, o título inédito da classe ORC Internacional para barcos que não possuem profissionais a bordo, na 46º Semana Internacional de Vela de Ilhabela.

“Foi uma premiação que pegou a todos nós de surpresa, mas, ao mesmo tempo, ficamos muito felizes em recebê-la. A tripulação está de parabéns e que queria agradecer a todos pelo empenho, em especial ao meu pai, Francisco Freitas, que sempre está ao nosso lado oferecendo a sua palavra de apoio. Não tenho palavras para agradecer o desempenho do Emílio, Renê, Leandro, Carlos, Luiz Eduardo, Damien Bercht, Andrei Kneipp e o Lucas Mazim, Isa, ou seja, toda a equipe que garantiu a conquista deste título para o Janga. Agora é comemorar e trazer esse título para Porto Alegre”, disse Xico Freitas.
A competição, que é uma das mais importantes do calendário de vela no Brasil, é realizada em São Paulo, e conta com a participação de mais de 120 embarcações. O barco San Chico 3 conta com o apoio da Nautos, empresa com mais de 40 anos no mercado brasileiro e responsável pela produção de ferragens de qualidade para veleiros.

Guilherme Perez inicia em 3º lugar no Mundial de Laser Radial

Competição começou nesta sexta-feira, 19 de julho, em Sakaiminato, no Japão.

Com apenas uma regata, o Mundial da classe Laser Radial teve início na manhã desta sexta-feira, 19 de julho, na cidade de Sakaiminato, no Japão.

Representando o Brasil na competição, o atleta Guilherme Perez, do Clube dos Jangadeiros, teve um bom início no campeonato e fechou o primeiro dia em terceiro lugar na classificação geral. “A regata foi boa e consegui me manter estabilizado durante todo o percurso. No fim, mesmo com o encurtamento da regata, consegui velejar entre os primeiros e garantir a terceira posição nesse início”, conta Guilherme.

O Mundial de Laser Radial conta com a participação de 32 atletas de cinco países e segue neste sábado, 20 de julho.

Guilherme Plentz encerra entre os dez melhores no Mundial da Juventude na Polônia

Competindo na classe RS:X, atleta fechou em 9º lugar na classificação geral no campeonato que reuniu os principais nomes da vela jovem na cidade de Gdynia.

O atleta Guilherme Plentz, do Clube dos Jangadeiros, encerrou sua participação no Mundial da Juventude garantindo o 9º lugar na classificação geral na classe RS:X. A última regata ocorreu na manhã desta sexta-feira, 19 de julho, em competição realizada na cidade de Gdynia, na Polônia.

Integrante da equipe brasileira de vela jovem que disputou o campeonato, Guilherme fechou o último dia garantindo um 6º e um 7º lugar na duas últimas regatas, mantendo-se entre os dez melhores velejadores. O francês Fabien Pianazza garantiu o título na RS:X, seguido do italiano Nicolo Renna em segundo lugar, e o israelense Liam Segev, em terceiro. Ao todo, 29 atletas competiram nas regatas da classe.

Neste ano, Guilherme já conquistou bicampeonato da Copa da Juventude e a medalha de prata no Campeonato Sul Americano. O Mundial da Juventude reuniu mais de 400 atletas entre os dias 13 e 20 de julho em Gdynia, na Polônia.

Semana de Vela de Ilhabela retomou regatas nesta quinta-feira

Barco San Chico 3 aparece na 6ª colocação da classe ORC Internacional em dia marcado por ventos fortes na raia e avarias em alguns veleiros da competição.

 

Com duas regatas de ventos fortes, variando entre 15 e 20 nós, a 46ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela prosseguiu na tarde desta quinta-feira, 18 de julho, em São Paulo. O barco San Chico 3, do Clube dos Jangadeiros, garantiu um 5º lugar na terceira regata e a 7ª posição na quarta prova, fechando o dia em 6º lugar na classificação geral, com 23 pontos perdidos.

O veleiro FelciDue, que também disputa na classe ORC e conta com velejadores do Jangadeiros, teve seu mastro quebrado durante a regata. Com a avaria, dois velejadores do barco, Isadora Dal Ri e Andrei Kneipp, participarão da trupulação do San Chico 3.

“Foram duas regatas de vento muito forte que resultadou no acidente do FelciDue e, infelizmente, nosso tripulante Leandro Souza machucou o ombro. Com isso, vamos integrar a equipe com a Isa e o Andrei para as próximas regatas”, conta Chico Freitas.

O campeonato segue nesta sexta-feira, com mais três regatas programadas com largada para 12h. Clique aqui e confira as súmulas parciais.

Velejador Guilherme Plentz mantém posição no Mundial da Juventude na Polônia

Competindo na classe RS:X, atleta está em 11º lugar após o quarto dia de campeonato, nesta quinta-feira,18 de julho, na cidade de Gdynia.

O atleta Guilherme Plentz, do Clube dos Jangadeiros, fechou o quarto dia de regatas do Mundial da Juventude mantendo a 11º colocação na classificação geral da classe RS:X na tarde desta quinta-feira, 18 de julho, na Polônia.

O velejador integra a equipe brasileira na competição, que reúne os principais nomes da vela jovem no mundo. Após dez regatas realizadas, Guilherme obteve a 9º colocação, um 16ª e um 11º lugar nas regatas do dia, fechando com 102 pontos perdidos.

A classe RS:X conta com a participação de 29 atletas. O Mundial da Juventude segue nesta sexta-feira, 19 de julho. Clique aqui e confira os resultados parciais.

Dicas para navegação na Lagoa Mirim

Confira alguns detalhes para planejar uma velejada neste ambiente rico em diversidade.

Após a segunda edição da Regata da Lua Cheia de 2019, o grupo de cruzeiristas do Clube dos Jangadeiros realizou um bate-papo especial com os velejadores Paulo Angonese e Cinthia Cramer, do barco Kauana, e Fábio Santarosa, do barco Escapada.

E o tema não poderia ser melhor: além de compartilhar as experiências de suas velejadas, o trio dividiu com os participantes uma série de dicas para navegar na Lagoa Mirim.

Confira agora o que você precisa saber para iniciar uma velejada à Lagoa Mirim.

  • Conhecendo a Lagoa Mirim

Com 100 milhas náuticas de comprimento e 22mn de largura, a Mirim é a segunda maior lagoa do Brasil – atrás apenas da Lagoa dos Patos – e a primeira do Uruguai, que segue após a fronteira com o país. Seus principais afluentes são os rios Jaguarão (no Brasil), Tacuari, Cebollati e San Luis (no Uruguai). O Canal de São Gonçalo é o seu efluente, que liga a Lagoa Mirim à Lagoa dos Patos.

De acordo com Paulo Angonese, que visitou a Lagoa recentemente pela oitava vez, a profundidade varia entre 1 metro e 1 metro e meio no ano. “Uma das últimas viagens que realizei foi a colheita de tudo o que aprendi para levar a Cinthia, minha esposa, junto comigo e conhecer a Mirim da maneira mais segura possível”, destacou.

Para exemplificar as diferentes regiões da Lagoa Mirim, Paulo Angonese organiza a divisão da região em partes, conforme as imagens a seguir:

  • Parte 1: São Gonçalo

A primeira parte compreende do clube Veleiros Saldanha da Gama ao Sangradouro, totalizando a distância de 33,5 milhas náuticas (mn). Tem média de 250 metros de largura e de 6 a 7 metros de profundidade e correnteza no sentido da Mirim para Lagoa dos Patos.

  • Parte 2: do Sangradouro a Ponta Alegre

A distância entre o Sangradouro e Ponta Alegre é o total de 15 milhas náuticas, sendo 10mn no canal. De acordo com Angonese, o canal possui 30 metros de largura por 2 metros de profundidade. O comandante ainda fez dois alertas sobre a segunda parte: o primeiro é o risco de ‘mangrulhos’ abaixo no início deste trajeto. Com profundidade de 6 a 7 metros, a dica é observar sempre o rumo. O segundo alerta é sobre a aproximação difícil no Farol da Ponta Alegre que, segundo Paulo, deve ser conferido antes.

  • Parte 3: Central

Esta travessia compreende aproximadamente 35 milhas náuticas até a região de Foz do Jaguarão ou Caldeirinha, com profundidade média de 4 metros.

  • Parte 4: Sul Centro e extremo sul

As últimas regiões da Lagoa Mirim são a partes sul centro que abrangem os abrigos Ponta Canoa e Afogados, a Ilha Brasileira e região, e Sarandi, Laguna Guacha, Ayala, Cebollati e La Charqueada (no Uruguai).

Já o extremo sul compreende as partes do Rio San Luis, San Miguel, Chui e Santa Vitória do Palmar, com a dica de ficar atento ao vento sul.

  • Por que velejar para a Lagoa Mirim?

Uma das principais questões abordadas no bate-papo é o porquê conhecer a Mirim e quais são as principais características que despertam a atenção para uma experiência na lagoa. A curiosidade foi um dos principais fatores que fizeram Cinthia Cramer ter a vontade de conhecer o lugar. “Decidi velejar após o Paulo sair sempre para navegar na Mirim e mandar fotos lindas do lugar. Logo, pensei que agora era a minha vez de conhecer a região. Após uma primeira experiência que contou com alguns imprevistos, fomos uma segunda vez e passamos três semanas em um lugar lindo e voltado completamente para a natureza”, relata.

Por falar em natureza, este é um dos principais pontos a se destacar para quem quer conhecer o ambiente. De acordo com os palestrantes, a riqueza em biodiversidade é um dos principais atrativos do local. “Velejar até lá é uma aventura maravilhosa, além da oportunidade de explorar um ambiente novo e uma bela natureza. É um lugar para você estar de perto da diversidade e dos animais”, destaca Angonese.

“É um lugar que me deixou apaixonado e recomendo a todo mundo. Tem uma natureza e fauna que não estamos acostumados, o que o torna lindo e diferente de tudo o que vemos. Você liga o VHF do seu barco lá e é um silêncio total. Nada por perto, somente a natureza. Não têm poluição, saco de lixo, garrafa, etc. É tudo muito limpo e preservado e, para quem tiver a oportunidade, vale muito a pena conhecer e planejar uma velejada para enriquecer cada vez mais suas experiências”, ressalta Fábio Santarosa.

  • Faça o planejamento!

Agora que você sabe o que a Mirim pode oferecer, está na hora de planejar como velejar até lá. O primeiro ponto é saber a profundidade da lagoa, o melhor momento para navegar e o calado do barco para esta aventura. Para Paulo e Cinthia, o mês de março é uma das melhores oportunidades para visitar o local, uma vez que o nível d’água é menor.

“A profundidade da lagoa varia em 1 metro e 1 metro e meio. Em setembro, outubro e novembro são as épocas em que ela está mais alta. Março é o período em que ela está mais baixa. Logo, esse é o primeiro passo das informações que você deve levar para fazer um planejamento”, explica Paulo. Logo, a lagoa permanece “seco” durante o verão e outono, e cheio entre o inverno e a primavera, tendo uma variação significativa ano a ano.

O velejador ainda ressalta que o segundo passo para o planejamento é utilizar a régua do Iate Clube Guaíba como referência para navegação, destacando que qualquer barco pode entrar desde que leve isso em consideração. Dessa forma, pode se destacar que quanto menor for a profundidade da lagoa, menor deve ser o calado do barco. Assim, barcos com grande calado podem aproveitar as épocas em que o nível de água da Mirim está maior.


Régua do Iate Clube Jaguarão

Com isso, Angonese detalha que dependendo do ambiente que você planeja velejar, o ideal é seguir a régua de profundidade do ICJ e aumentar ou diminuir os centímetros de acordo com a referência total, como mostra o gráfico abaixo:

  • Tenha alguns cuidados!

Segundo Paulo Angonese, para realizar a navegada até a Lagoa Mirim o ideal é seguir entre duas ou três embarcações, pois velejar sozinho não é uma boa ideia se você pensar nos riscos e na segurança do seu barco e da tripulação. Um exemplo disso é mencionado por Fábio Santarosa, que explicou sua velejada com o veleiro Escapada ao lado e sempre em contato com o veleiro Allu Maris, dos associados Carlos Humberto Goidanich e Karin Goidanich.

“A integração entre dois ou mais barcos é muito interessante para dividir a experiência, tirar fotos e curtir um happy hour. Cada um pode fazer o seu caminho, mas sempre mantendo contato e buscando não se afastar muito um do outro. Estava sozinho em meu barco, mas me senti bem com a presença dos amigos das outras embarcações”, diz Santarosa.

Os palestrantes ainda destacaram que a navegação na Mirim não deve se basear nas informações das cartas náuticas, pois elas encontram-se desatualizadas. O ideal é navegar utilizando os pontos de GPS, os waypoints, uma cartilha compartilhada entre os comandantes para se guiar e velejar tranquilamente.

Para finalizar, Angonese destaca alguns pontos para quem for velejar no Uruguai. “Seria bom se organizar antes de tudo. É essencial obter a autorização para navegar, o ROL, junto a Prefectura Naval de Rio Branco ou Charqueadas. Ele é válido por seis meses e bom para manter-se regularizado na hora de entrar em águas estrangeiras”, ressalta.

Alguns pontos a se verificar: é necessário realizar uma inspeção no barco que custa de 1140 pesos, em espécie. Este processo pode ser realizado de Segunda a sexta-feira, das 08h às 12h. Para isso, o comandante precisa estar com os documentos originais e as cópias dos documentos pessoais e da embarcação. Por fim, se possível, mantenha o sinal do seu celular e utilize chips da Vivo e Antel (Uruguai), além de ser importante reservar ao menos duas semanas para este procedimento.

Estas foram algumas dicas repassadas durante o bate-papo especial com os velejadores Paulo Angonese, Cinthia Cramer e Fábio Santarosa para quem quiser conhecer e se programar para conhecer a Lagoa Mirim, um dos grandes patrimônios naturais do Rio Grande do Sul. Agora, basta planejar, trocar experiências com velejadores que já navegaram no local e colocar o barco na água para esta grande aventura.

Atleta Guilherme Plentz fecha o terceiro dia do Mundial da Juventude na 11ª colocação

Competição, que acontece em Gdynia, na Polônia, prossegue nesta quinta-feira, 17.

O terceiro dia do Mundial da Juventude fechou com a realização de mais três regatas para a classe RS:X na tarde desta quarta-feira, 17 de julho, em Gdynia, na Polônia.

O atleta Guilherme Plentz, do Clube dos Jangadeiros, está na 11º colocação na classificação geral, com 66 pontos perdidos. Nas regatas do dia, Guilherme garantiu um 9º lugar na quarta prova e um 17º e 11º, respectivamente, nas duas regatas seguintes.

O campeonato prossegue nesta quinta-feira, 17 de julho. Clique aqui e confira a súmula e os resultados da equipe brasileira no Mundial.

Importância da hidrografia e a atualização da carta náutica do Guaíba foram destaques no Jantar dos Cruzeiristas

Bate-papo sobre levantamento dos dados da equipe do Navio Balizador Comandante Varella aconteceu nesta terça-feira, 16 de julho, no restaurante da Ilha dos Jangadeiros.

 

O tradicional Jantar dos Cruzeiristas do Clube dos Jangadeiros foi atração na noite desta terça-feira, 16 de julho, reunindo associados e convidados no restaurante da ilha do clube. O encontro do mês de julho foi marcado com a participação especial da equipe do Navio Balizador Comandante Varella, que está realizando o levantamento hidrográfico para a atualização da carta náutica do Guaíba.

Além de contextualizar o público com os conceitos, a história e a importância da hidrografia, o Capitão-Tenente da Marinha, Rodrigo Bessa de Macedo, apresentou alguns dos detalhes da batimetria e as áreas onde já foram feitas as pesquisas de dados da região, que compreende o centro de Porto Alegre até o bairro Ponta Grossa. “A importância desse trabalho é justamente promover uma navegação mais segura e uma carta náutica confiável através de um amplo estudo realizado nas águas do Guaíba”, destaca o Capitão, que é Comandante do Navio Balizador Comandante Varella.

O bate-papo, que contou também com apresentação de imagens e vídeos dos resultados alcançados, teve um espaço para perguntas do público sobre o levantamento dos dados já realizados e as áreas do Guaíba onde a equipe esteve durante os últimos três meses. Outro ponto destacado no encontro foi a importância do trabalho para viabilizar os investimentos de dragagem necessários para aumentar a capacidade de infraestrutura do porto de Porto Alegre.

“O diálogo com os clubes é importante para entendermos também as diferentes visões sobre o Guaíba. A intenção dessa atualização é gerar um círculo vicioso positivo, atraindo mais navios para os portos e, com isso, movimentar a economia do Rio Grande do Sul, por exemplo”, cita Capitão-Tenente da Marinha, Rodrigo Bessa de Macedo.

O trabalho atual só previa a atualização da carta da Ponta Grossa até o Delta do Jacuí. Após solicitação do Clube dos Jangadeiros, o levantamento da carta da Ponta Grossa até Itapuã, que não havia data para ser realizado, foi incluído nas listas de demandas da Capitania dos Portos com a DHN (Diretoria de Hidrografia e Navegação) para o ano de 2020, com o objetivo de contribuir ainda mais com a segurança e navegação das embarcações da capital.

A palestra contou ainda com a presença do Capitão de Mar e Guerra da Capitania dos Portos de Porto Alegre, Rafael Silva dos Santos. Devido à falta de vento na raia, a Regata da Lua Cheia não foi realizada neste mês.

 

San Chico 3 inicia entre os cinco primeiros na 46ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela

Barco do Comandante Francisco Freitas, do Clube dos Jangadeiros, disputa a competição na classe ORC Internacional.

Com a participação de mais de 120 barcos inscritos, a 46ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela teve início neste domingo, 14 de julho, em São Paulo. O barco San Chico 3, do Comandante Francisco Freitas, representa o Clube dos Jangadeiros na competição, e iniciou a disputa entre os cinco melhores da classificação geral da classe ORC Internacional. Após conquistar um quarto lugar na primeira regata e um sétimo na segunda, a tripulação do San Chico 3 está em quarto lugar, com 11 pontos perdidos.

“No primeiro dia, de regata média, conseguimos velejar livre e com uma boa velocidade, perdendo apenas para os barcos Soto40, que são veleiros que andavam muito nas condições de regata. Ontem (15), infelizmente largamos atrasados e não conseguimos iniciar com velocidade. Acabamos fazendo uma regata de recuperação e finalizando em 7º, o que nos manteve em 4º lugar no geral”, disse Lucas Mazim, o Sorriso, tático da equipe

A tradicional regata Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil, que tem 55 milhas e iniciaria o campeonato no primeiro dia, foi adiada devido a falta de vento. Por isso, a comissão de regatas decidiu iniciar a competição com uma regata de percurso médio.

Clique aqui e confira a súmula parcial.