Regata Optmist

Jangada News – 9 de março de 2018





Jangada News
Newsletter do Clube Jangadeiros . Porto Alegre . Edição 9 de março de 2018

 Jangada News

 Na semana do Dia Internacional da Mulher,
o maior exemplo: Romilda Hennig

Cativante, sábia, engraçada, a nossa sócia reúne histórias de seus 100 anos de vida

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“Um ano não é um século”, diz uma popular canção italiana. Mas na presença de Romilda Hildegard Hennig é como se um século fosse muito menos quando a sócia, do alto dos 100 anos recém-completados, começa a lembrar não só da própria história como da família, dos amigos, do Clube dos Jangadeiros e do próprio tempo.

Da memória prodigiosa de Romilda pode saltar o dia em que, aos 12 anos, deixou a escola (pediu mais tarde para voltar), ou aos 8 (em 1926!), de como teve medo ao ver um vizinho com tuberculose. Logo a doença que a faria viver o momento mais dramático da vida. Em 1950, aos 32 anos, foi diagnosticada com tuberculose. E pior: o estágio não permitia cura. Na época, um diagnóstico de tuberculose quase sempre era uma sentença de morte. Os antibióticos ainda não funcionavam contra a doença. “Disseram não ter mais o que fazer, mas meu marido pensou: o único lugar que pode resolver é a Suíça. Se estou aqui hoje é por causa dele”.

Com as dificuldades da época, ele levou Romilda até Davos, onde hoje é realizado o famoso Fórum Econômico Mundial, então uma simpática cidadezinha na parte alemã da Suíça. Ao chegar, a saúde era tão frágil que impressionou os médicos. Mas a paciente resistia. O tratamento consistia em deixá-la em um terraço, na neve, agasalhada, mas exposta à natureza, das 9 da manhã às 6 da tarde. Durante um ano e dois meses, ficou de cama, sem recuperar.

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As lembranças são sombrias. Ao passar pelo corredor, observando o caixão na porta, sabia que o ocupante estava prestes a morrer. “Eu vigiava se não tinha um caixão na minha”. Apegava-se à lembrança do marido, que havia voltado ao Brasil devido aos negócios, e dos dois filhos, Jorge e Paulo, na época crianças. Então, diz, um dia tudo mudou:

“Meu quarto um dia se encheu de luz branca tão intensa que eu pensei que ia ficar cega. Não sei o que era, mas sei o que aconteceu. Dormi naquela noite e no dia seguinte consegui me alimentar. Pensei: ‘Agora vou ocupar os meus dias’”.

Assinou um jornal local, alugou um rádio e contratou uma professora de francês. Foi mais de um ano ainda de recuperação, agora na companhia dos filhos. Da Suíça, passou por Portugal antes da família fixar residência, em 1953, numa bela casa na Vila Conceição, em Porto Alegre. Dos tempos da Suíça, mantém um hábito: esteja a temperatura que estiver, ela dorme na varanda aberta de sua casa, protegida somente com toldos, no segundo andar.

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 O grande amor: Edwin Ricardo Henning, duas vezes co-comodoros

Seria impossível a conversa prosseguir sem falar do marido e grande parceiro. Foram casados por 49 anos, desde 1936. “Foi um homem bom”, ela diz. “Trabalhador, justo, correto e um marido fabuloso”. Além de empresário, Edwin Ricardo Hennig foi duas vezes comodoro do Jangadeiros (1958-60 e 1966-68), período do qual ela se lembra como de intensa participação. “Fomos co-comodoros”, ela diz. Tornou-se figura querida e importante para o Clube, não se furtando de encerar o chão ou trabalhar na portaria quando necessário. “A turma era como uma família”, diz.

Um dos momentos mais marcantes foi o Mundial de Vela da classe Snipe, o primeiro realizado fora da Europa e dos Estados Unidos, que reuniu equipes de 16 países no Jangadeiros em 1959, quando o “casal de comodoros” dirigia o Clube. O evento foi um sucesso, elevando o nome do Janga e de Porto Alegre.

A primeira ida ao Jangadeiros foi a convite da família Piccolo, de Nelson Piccolo, primeiro campeão mundial da classe snipe do Rio Grande do Sul, que ainda mora na casa vizinha. “Ele apareceu com um barquinho e eu costurei a primeira vela para ele. O Nelson e o Paulo (filho dela) saíam de manhã no Guaíba e voltavam à noite”.

A esta altura, a família, vinda de Santa Cruz do Sul, onde tinha negócios ligados à produção de fumo, era dona da Cia de Cigarros Sinimbu, mais tarde vendida. Veio a construir um posto de gasolina na zona sul de Porto Alegre, que ainda mantém. Visitar o posto, levada pelo motorista para pagar as contas, é sua única saída semanal. Lúcida, ela brinca com o envelhecimento: “De pé, não faço nada; sentada, pareço gente, mas a glória é deitada”.

No posto, aplicou sua receita de negócios: “Não se deve replicar o que os outros fazem. Quando abrimos o posto, as pessoas eram atendidas de qualquer maneira como nos outros lugares. Eu comprei calças e camisas alinhadas para os funcionários, ensinei a tratar com cordialidade a clientela. Deviam ser educados”.

Na casa, com dois jardins impecáveis, ela vive sozinha, com auxílio de empregadas, e se mantém ativa. Mesmo que a vista não a deixe mais cozinhar, acompanha a preparação das receitas. Também não deixa de ver TV e de participar de um grupo de estudos bíblicos. Luterana e questionadora, ajudou a formar o grupo quando ainda costumava sair de casa. Com a idade, deixou de ir, mas sua participação fez tanta falta que o grupo passou a se reunir na casa dela.

As memórias continuam com a profusão do quanto se vive em 100 anos. Lembra da perseguição aos alemães e descendentes no Brasil nos anos da Segunda Guerra. “Foi um momento triste. Os colonos chegavam trazendo o produto e eram presos. Estiveram na nossa casa e levaram a Bíblia”. Uma lembrança acalentada é de ter criado o centro de difusão cultural, que nos moldes da Casa do Saber, de São Paulo, e outros hoje, ofereceu de 1972 a 1984 cursos para mulheres com informações de áreas como sociologia e filosofia. Foi uma forma de instruir e emancipar mulheres, o que leva a uma pergunta inevitável: o que mudou para elas? “Evoluiu. Hoje há mais escolha.

Antigamente, as mulheres na minha geração eram criadas para o casamento”.
Um prazer na vida agitada é quando, como no aniversário, estão o filho, Paulo, os quatro netos e três bisnetos. Outro, receber os amigos. Depois da bela festa dos 100, organizada por Marga Paradeda, a conversa com a Jangada News terminou com a chegada de uma amiga. Para o dia seguinte, estava programada uma pizza com mais alguns convidados. Também tem o “grupo do chimarrão” das segundas-feiras, as boas conversas, leituras e debates com Margit Steiner Lamachia ou Sílvia Paradeda. E o peso da idade? “A felicidade termina com as rugas”, diz com a sua voz sábia e vivaz.

“Descrever quem é Romi Hildegard Hennig não é uma tarefa fácil. Ela é, sem dúvida, uma pessoa diferenciada, um ser humano de primeira grandeza. É um exemplo na arte de viver e chega aos seus 100 anos rodeada e celebrada pela família e por muitos amigos.

Romi sempre plantou e cultivou a semente da amizade, da cordialidade e da solidariedade e, por isso, colhe tanta dedicação e apreço de amigos que a visitam constantemente. Como ela mesmo diz: ” As portas da casa estão sempre abertas, então é só entrar”.

E para os que quiserem chegar haverá sempre um chimarrão amigo e uma provinha da cuca, uma das suas especialidades, pois ela é exímia em “pilotar as panelas”, apresentar uma linda mesa com deliciosas receitas alemãs, suíças, austríacas, portuguesas e, é claro, brasileiras.

É um privilégio conviver com a Dona Romi e conversar com ela sobre os mais diversos assuntos de antigamente ou da atualidade. Dona Romi é especial, está sempre com alto astral. Ela é uma amiga genial.”

Margit Steiner Lamachia, depoimento em nome de todas as amigas do Jangadeiros

A leveza da força feminina no Janga

O Clube tem um histórico grande de velejadoras que levam o nome da agremiação aos mais altos lugares nos pódios nacionais e internacionais

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Entre as nossas principais atletas estão Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, atuais campeãs brasileiras e sul-americanas no Feminino da classe 470; Amanda e Geórgia Rodrigues, recentemente campeãs femininas no Brasileiro da classe Snipe; Karol Bauermann, campeã brasileira no 1º Brasileiro Feminino de Hobie Cat 16; Martina Szabo, que compete tanto nos monotipos como nos barcos de Oceano. Além da nova geração, com Manoela Pereira da Cunha, Melissa Paradeda e Luisa Moré, entre tantas outras.

Fora da vela, muitas outras mulheres “mágicas” povoam o Janga com as suas experiências singulares. Em nosso passeio pelo Clube nesta última terça-feira, ouvimos algumas Jangadeiras.

“Eu vejo a questão da participação das mulheres na sociedade evoluindo para um caminho mais igualitário. Acho que a questão de gênero deveria se espelhar no esporte, respeitado as diferenças físicas entre homens e mulheres, mas valorizando igualmente as conquistas de cada um. Dentro do esporte, essa igualdade se evidencia mais, por exemplo, na água todo mundo é adversário. Na minha experiência na vela, não lembro de ter sofrido qualquer tipo de preconceito por ser mulher”.  Amanda Rodrigues, atleta

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Amanda Rodrigues

“Eu acredito que é um processo. As coisas não mudam de uma hora para outra, mas hoje as mulheres vêm conquistando mais espaço, tanto no mercado profissional, quanto no esporte. Sinto que para evoluirmos, nós mulheres, precisamos nos impor mais. Para uma melhoria de fato, ”.

Martina Szabo, atleta

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Martina Szabo 

“Acho que o Dia Internacional da Mulher deveria ser todo dia, não gosto de um dia específico. Há tantos direitos que não temos ainda. Aqui dentro do Clube temos um grupo muito bom de mulheres, convivemos muito bem, com almoços e reuniões”.

Ana Maria Zobaran, há 17 anos sócia do Janga

“Hoje é muito importante que se lute por mais igualdade entre homem e mulher, isto é o que mais precisamos. Ainda temos que evoluir também na questão do respeito, este lado machista da sociedade”.

Magda Pesce, há 38 sócia do Janga

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Magda Pesce (à direita) com a amiga Lúcia Machado

“Eu acho que é uma data para nós refletirmos que precisamos nos posicionar diariamente. A igualdade que a mulher busca é uma igualdade de direitos, preservando toda a questão feminina. O mais importante é a igualdade para todas as questões, de salários e relações com a sociedade. Ser feminista é defender os direitos das mulheres nas questões mais amplas”.

Cláudia Romanini, há 6 anos sócia do Janga

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Cláudia Romanini  

“As mulheres sempre tiveram problemas na sociedade, votou bem mais tarde, têm salário menor, é a primeira a perder o emprego, entre outros problemas. Temos também a questão da terceria jornada de trabalho que não é valorizada. São alguns problemas sérios, então neste dia estas questões são lembradas e debatidas”.

Marion Bossemeyer, sócia do Janga desde criança

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Marion Bossemeyer

Boa notícia: Vamos praticar Pilates no Janga?

O empreendimento está funcionando ao lado da nova loja da Equinautic e com horários bastante flexíveis. Há valores especiais para sócios do Janga e também preços diferenciados neste período de inauguração do espaço

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Já está aberto o novo espaço terceirizado com estrutura para a prática de aulas de Pilates no Clube. A modalidade traz inúmeros benefícios aos alunos de todas as idades como aumento da força e resistência muscular, melhora no condicionamento físico, possibilita maior flexibilidade, além de ajudar no equilíbrio, cooordenação motora, postura e respiração. O método é como uma ponte entre o treino físico e o terapêutico, podendo ser adaptado, modificado e customizado para as necessidades de cada pessoa.

As aulas serão ministradas pela experiente fisioterapeuta Veronica dos Santos Oliveira, que comenta a escolha pelo Janga: “Decidimos vir para o Jangadeiros por ser um clube náutico de referência em Porto Alegre. O Janga merece um atendimento de Pilates com fisioterapeuta especializada no método, buscando uma melhor qualidade de vida aos associados e também na prática dos esportes náuticos”, disse.

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“Eu devo estar certo. Nunca tomei uma aspirina, nunca perdi um dia em minha vida. O País inteiro, o mundo inteiro deveria fazer meus exercícios. Eles seriam mais felizes”

“A arte do Pilates prova que o sua idade não é medida em anos, ou como você acha que você se sente, mas sim pela flexibilidade normal da sua coluna ao longo da sua vida”“É estar presente, concentrado e não distraído. É a mente que esculpe o corpo”

                                                                                                        Joseph Pilates

Depois de classificação inédita para Olimpíada da Juventude, Guilherme Plentz treinará com multicampeão em busca do pódio

O nosso atleta, de 17 anos, irá morar em Búzios para aprender com Ricardo Winicki Santos, o Bimba

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Depois de duas semanas longe de casa, o nosso campeão Guilherme Plentz voltou para Porto Alegre com resultados expressivos. O jovem velejador do Janga, com 17 anos recém completos, estava em Paracas, no Peru, onde conquistou uma vaga para os Jogos Olímpicos da Juventude de 2018, que serão disputados em outubro deste ano, na Argentina. O resultado foi inédito para a vela brasileira na classe BIC Techno 293. Além disso, o atleta obteve a 4ª colocação Geral no Sul-Americano da categoria RS:X, terminando como o segundo melhor velejador do País na competição.

Sem muito tempo para descanso, já na próxima semana o nosso atleta começa a sua preparação para buscar uma medalha olímpica da Juventude nos Jogos de Buenos Aires, em agosto. No dia 15 de março, Guilherme embarca para Búzios, no Rio de Janeiro, onde irá morar até julho para treinar com o maior campeão brasileiro da classe, Ricardo Winicki Santos, mais conhecido como Bimba. Ricardo já conquistou quatro medalhas de ouro em Pan-Americanos, além de ter sido campeão mundial em 2007. O foco de Guilherme está na busca de um pódio nos Jogos de Buenos Aires.

“Eu cheguei e já queria voltar a treinar, mas minha prancha está em Búzios. Eu fico mais motivado a cada campeonato desses, tanto nos que consigo os meus objetivos, como nos que não foram como eu queria. Sempre treinar cada vez mais para aplicar o que eu aprendi”, diz.

Avante vela jovem na Abertura da FEVERS!

Neste final de semana, vamos torcer para os atletas da classe Optimist

Neste sábado e domingo (10 e 11), é a vez dos jovens atletas do Clube participarem da Abertura da Temporada da Federação Gaúcha de Vela na classe Optimist, a partir das 14h. Na categoria Estreante, já confirmaram presenças os atletas Pedro Rosa e Lucas Geyer. Na Veterano, já estão treinando para defender a camiseta do Janga, Giovane Troian, Luiza Moré, Amanda Plentz, Teresa Severo, João Henrique Garcia, Carlos Eduardo Griebeler, Pedro Henrique Gambino e Pedro Breternitz. Bons ventos !!!

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Nova brava equipe de Optimist no Brasileiro 2018, em Salvador

San Chico 3: Família campeã representa Janga em mais uma Copa Cidade de Porto Alegre

Francisco e Xico Freitas, pai e filho, irão liderar o barco nas regatas dos dias 17 e 18, nas águas do Guaíba

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A expectativa é que nesta homenagem ao 246º aniversário da Capital mais de 50 barcos participem nas classes ORC Internacional, RGS, J-24 , Microtoner 19 e Solitário. Entre tantas tripulações, o San Chico 3 se destaca, tanto pelos resultados conquistados ao longo dos anos, como pela história familiar da embarcação. Francisco e Xico Freitas, comandante e timoneiro do San Chico 3, representaram o nosso Clube em todas as edições do torneio.

“Estive em quase todas as edições da Copa Cidade de Porto Alegre, é um evento muito importante para podermos comemorar juntos, no Guaíba, o aniversario da nossa cidade. Além disso, é a primeira regata de Oceano da temporada. É uma forma de rever os amigos, ficar junto com aquelas pessoas que velejamos durante todo o ano”, comenta Francisco.

 

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Time campeão com o San Chico 3

O San Chico 3 é o atual dono da Fita Azul da Copa, pois cruzou o Velejaço na primeira colocação no ano passado. Além disso, os nossos representantes vêm de ótimos resultados, como a medalha de prata conquistada na Semana de Vela de Ilhabela. “A Copa é uma das regatas mais importantes que temos no Rio Grande do Sul. Já começar o início do ano com uma regata tão relevante, com tantos barcos, é importante para chegar a um bom nível de competição durante o ano”, afirma.

Mais do que competir, o San Chico 3 serve como uma união da família Freitas. Pai e filho velejam lado a lado, com amigos próximos há praticamente 15 anos.

“O grande motivo de todos os barcos San Chicos que já tivemos é velejar com meu pai, eu sou o timoneiro ele é o comandante, também é uma forma de homenagear ele, que mesmo com 76 anos segue firme na vela. O meu pai é um guerreiro, ninguém acredita na idade que ele tem, e ainda segue competindo. Nunca reclama de nada, está sempre incentivando a nossa tripulação. Nós já estamos com a mesma tripulação há mais ou menos 15 anos, velejamos entre amigos realmente”, conta.

Inscrições abertas:

Até o dia 10: R$ 40 / Após: R$ 50 

Aviso de regata: https://goo.gl/EkNpmy

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Em busca de mais um título, com a palavra o
bi-campeão sul-americano de Snipe Gabriel Kieling

Nosso velejador irá competir desta vez ao lado de Giovane Pistorello no campeonato que volta a ser sediado no Janga entre os dias 23 e 31 de março, com a presença de mais de 100 craques da Argentina, Brasil, Cuba, Chile, Uruguai e Venezuela

Esta edição do campeonato traz uma peculiaridade muito especial. Também valerá como seletiva da classe para o Pan-Americano de 2019, que ocorrerá em Lima, no Peru. E nesta longa história de vitórias do Janga no Snipe – 10 campeonatos sul-americanos e 27 brasileiros – entre os nossos campeões, está Gabriel Kieling, o Bolinha, que já venceu a competição em duas oportunidades ao lado de Alexandre Paradeda, em 2009 e 2014.

“Foram dois campeonatos muito diferentes, no primeiro título na Argentina, eu e o Xandi estávamos começando a velejar juntos, além de ter sido o meu primeiro Sul-Americano. Foi um campeonato muito bom, velejamos em um nível alto e saímos com o título. Já o segundo foi mais complicado, começamos o campeonato com um resultado ruim e ficou quase impossível de ganhar, mas com a calma e a experiência do Xandi, conseguimos vencer na última regata!”, relembra o atleta.

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Gabriel e Xandi, parceiros de muitos títulos

Neste ano, Gabriel Kieling irá concorrer com Giovane Pistorello, jovem formado na Escola de Vela Barra Limpa. “Eu quero fazer um campeonato bom, não sei se temos chances de conquistar o título, ganhar, mas meu objetivo é fazer um campeonato melhor que no último brasileiro. Dentro do Clube, vejo boas perspectivas para o Beto Paradeda, que no Brasileiro acabou em segundo. Além disso, tem o Tiago Brito, nosso campeão Mundial Júnior, que sempre vem fazendo ótimos resultados”, destacou.

Para qualquer velejador, correr em casa é motivo de felicidade. Bolinha fala da importância do Janga, mais uma vez, receber uma grande competição de Snipe.

“É muito bom poder sediar campeonatos, primeiro foi o Brasileiro e agora o Sul-Americano. Por se tratar de classificatória para o Pan-Americano, o campeonato tem uma importância muito grande. Assim os melhores atletas da América do Sul vem correr e o nível do campeonato fica muito alto. Os velejadores da casa tem a vantagem de conhecer a raia, o vento, o clima, a onda, tudo que faz diferença numa regata”, comentou.

Aviso de regata: https://goo.gl/nr8BL5

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Vai começar os cursos de Optimist

Neste final de semana, é dada a largada para o calendário regular da Escola de Vela Barra Limpa, com os cursos de Optimist nos níveis I e II

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Ainda há vaga para os dois níveis. Corra e faça a sua inscrição para essa experiência de teoria e prática, recheada de momentos emocionantes. Conforme anunciado na última Jangada News, as aulas acontecem nos sábados, das 13h30min às 17h30min, e no domingo, das 9h30min até às 12h30min, até julho.

Nossa escola já soma mais de quatro décadas, incentivando a vela e formando alguns dos maiores campeões nacionais e mundiais. Mas lembre-se, na Barra Limpa você não precisa entrar com o compromisso de competir. Nosso maior objetivo é incentivar a cultura do esporte. Aulas para sócios e não sócios !

SERVIÇO

Escola de Vela Barra Limpa: 51- 3094.5770
[email protected]
http://jangadeiros.com.br/criancas/

Moda e confraternização para alegrar os domingos

Neste domingo, as meninas da Open Closet irão repetir a experiência e montar um lounge com a Coleção do Janga em frente ao restaurante Pimenta Rosa

A sócia Martina Szabo conta que no último final de semana a ideia foi muito bem recebida por quem circulava por alí. A iniciativa movimenta o Clube e oferece opção de compras não somente da Coleção de roupas e alpargatas com a marca do Jangadeiros, mas também de peças da coleção Set Sail da grife, que pode ser encontrada no site e-commerce www.openclosetoficial.com

Contato pelo 51- 99630-0737

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Clipping Jangadeiros

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Brasileiro conquista uma das duas vagas da América do Sul para os Jogos Olímpicos da Juventude

http://www.nautica.com.br/brasileiro-conquista-uma-das-duas-vagas-da-america-do-sul-para-os-jogos-olimpicos-da-juventude/

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Avante vela jovem na Abertura da FEVERS de Optimist!

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Neste sábado e domingo (10 e 11), é a vez dos jovens atletas do Clube participarem da Abertura da Temporada da Federação Gaúcha de Vela na classe Optimist, a partir das 14h. Na categoria Estreante, já confirmaram presenças os atletas Pedro Rosa e Lucas Geyer. Na Veterano, já estão treinando para defender a camiseta do Janga, Giovane Troian, Luiza Moré, Amanda Plentz, Teresa Severo, João Henrique Garcia, Carlos Eduardo Griebeler, Pedro Henrique Gambino e Pedro Breternitz. Bons ventos !!!

Regata Abertura Monotipos

FRANCISCO FREITAS É CAMPEÃO DA BÚZIOS SAILING WEEK

Com três vitórias em cinco regatas, o time do Clube dos Jangadeiros, comandado por Francisco Freitas, conquistou o tetracampeonato do evento

A Búzios Sailing Week chegou ao fim neste sábado com um saldo mais do que positivo para a equipe do FelciUno. Com três vitórias em cinco regatas, o time do Clube dos Jangadeiros, comandado por Francisco Freitas, conquistou o tetracampeonato do evento. Acostumados a velejar no San Chico, eles mostraram que o entrosamento se mantém a bordo de qualquer barco.

“Para mim foi um desafio ter vindo para Búzios. Mesmo tendo uma equipe experiente, que veleja junto há muito tempo, o FelciUno é bem diferente do que estamos acostumados. Ele tem balão assimétrico, plana bastante em ângulos mais orçados e é um pouco diferente a velejada mais de popa rasa. Não sabia se conseguiríamos nos adaptar de um dia para o outro, mas o barco é muito fácil de velejar e conseguimos nos adaptar rápido. Esta equipe muito guerreira e ajuda muito”, disse o comandante Xico.

A configuração do Felci 315, deixa todos os ajustes de vela principal e mastro na mão do timoneiro. É ele quem regula a vela mestra com os ajustes fino e rápido, o estai de popa e o traveler. “Ter estes ajustes sob a minha responsabilidade deixa tudo mais rápido”, disse Xico. E rapidez também foi algo percebido por eles, já que o barco de 31,5 pés chegou a andar com 7,5 nós de contavento, velocidade compatível com barcos maiores, de 40 pés.

“A última regata da série foi a mais divertida. Tivemos dois traveses em que chegamos a velejar a 12,5 nós, em rajadas de cerca de 16 nós e o barco esteve sempre sob controle. Tanto o Umberto Felci, projetista, quanto a Delta Yachts foram muito felizes com a construção deste barco. Ele é muito fácil de tocar, mesmo em condições que exigem um pouco mais. A ideia do Raimundo Nascimento em criar um barco que se adequasse tanto para cruzeiro quando para regata deu muito certo. Em nome da tripulação do San Chico queria agradecer o Raimundo pelo convite de participar desta competição com um veleiro tão bom”, completou o comandante.

De Búzios agora o barco segue para Santos, onde ele fica ancorado. Além do FelciUno, a Delta Yachts já está produzindo mais duas unidades do modelo Felci 315.

RESULTADO FINAL DA BÚZIOS SAILING WEEK:

1. FelciUno, Francisco Freitas, 6 pontos perdidos
2. Miragem, Paulo Freire, 12 pp
3. Bravíssimo, Luciano Secchin, 13 pp
4. Santa Fé, N. Thomé, 14 pp
5. Maestrale, Adalberto Casaes, 17 pp

SOBRE O FELCIUNO (FELCI 315):

Desenho: Umberto Felci
Construção: Delta Yachts
Comprimento: 31,5 pés (9,5m)
Linha d’água: 8,5 m
Boca máxima: 3,25m
Deslocamento: 2.950 kg
Calado: 1,95m
Tanque de diesel: 45l
Tanque de água: 110l
Motor: Yanmar 15hp rabeta
Área vélica: 34m² (mestra) + 25m² (genoa) + 94m² (gennaker)

Para mais informações sobre o barco, acesse: http://www.deltayachts.com.br/felci315/

Jangada News → 2 de março de 2018

Jangada News
Newsletter do Clube Jangadeiros – Porto Alegre – Edição 2 de março de 2018
 

 

MARÇO DE BONS VENTOS: Está chegando a 24ª Copa Cidade de Porto Alegre de Vela de Oceano e o
Sul-Americano da Classe Snipe 2018

Depois de sediar o Brasileiro da Classe Snipe em janeiro, a agenda de competições recomeça no Janga neste final de semana a todo o vapor com a Abertura da Temporada das regatas de Monotipos da Federação Gaúcha de Vela (FEVERS) nas classes Snipe, Laser Standard, Radial e 4.7, 29er, classes 470 e 420. No Veleiros do Sul, correm as classes Soling e Hobie Cat 16.

Nos próximos dias 10 e 11, será a vez das regatas de Optimist Veteranos e Estreantes no Clube. E no dia 17, o Janga completa 24 anos de homenagens ao aniversário da capital gaúcha com a Copa Cidade de Porto Alegre. O mês encerra com o grande evento internacional da classe Snipe, que deverá trazer para a nossa sede cerca de 100 atletas de Cuba, Venezuela, Argentina, Uruguai, Chile e Brasil. Desejamos a todos os atletas mais bons momentos de convivência, novas amizades e regatas desafiadoras nas águas de bons ventos do nosso Guaíba.

XXIV COPA CIDADE DE PORTO ALEGRE, RUMO ÀS ÀGUAS PARA HOMENAGEAR A CAPITAL

O 246º aniversário de Porto Alegre, festejado em 26 de março com uma longa programação cultural pela cidade, volta a receber a homenagem do Janga com uma competição que envolve as imponentes e belas embarcações de Oceano

A tradicional Copa Cidade de Porto Alegre, criada pelo Clube há 24 anos, vai pintar de cores a orla do Guaíba no final de semana de 17 e 18. Os cerca de 50 barcos que estão previstos participar irão competir no sábado nas classes ORC Internacional, RGS, J-24 , Microtoner 19 e Solitário.
No domingo, será o dia da Regata Média e o grande Velejaço aberto para os barcos de Cruzeiros com percurso que passará pela Usina do Gasômetro para apreciação do público.

As três principais premiações da competição – troféu rotativo da classe ORC, troféu rotativo da classe RGS e barco Fita Azul (primeira embarcação a cruzar a linha de chegada no Velejaço) ficaram em 2017 com o Janga. O barco Hobart, do Comandante Airton Schneider, o barco Caulimaran, do Comandante Emilio Strassburger e o barco San Chico 3, do Comandante Francisco Freitas, foram os grandes campeões. E atenção, as inscrições já estão abertas na sede do Clube dos Jangadeiros ao custo de R$ 40 por tripulante até o dia 10 e após esta data o valor sobe para 50 reais por pessoa.

“É uma justa homenagem que todos prestam à cidade, berço de grandes velejadores. Sempre é importante lembrar a relação que a vela brasileira tem com Porto Alegre, onde se pratica este esporte em alto nível. É o primeiro evento do ano da vela de Oceano na Capital, por isso há sempre uma grande expectativa. Este ano estou especialmente motivado, pois quero medir forças entre as tripulações e embarcações que foram ao circuito Oceânico de Santa Catarina. Lá, tiveram êxito e certamente retornarão às raias com grande entusiasmo.”

Rodrigo Castro, vice-comodoro Esportivo

Aviso de regata: https://goo.gl/EkNpmy

América Latina em busca do título e classificação
para o Pan no Janga

Sem tempo para descansar, vamos receber de 23 a 31 de março o
Sul-Americano da Classe Snipe 2018. Vale lembrar a nossa tradição de campeões na classe: o Janga foi 10 vezes campeão sul-americano e
27 vezes campeão brasileiro
 

A expectativa é de que uma centena de velejadores, incluindo campeões mundiais, pan-americanos, sul-americanos e brasileiros participem do importante campeonato internacional, representando países como Argentina, Uruguai, Venezuela, Chile e Cuba, além do Brasil.

A competição deste ano cresceu em relevância por proporcionar vagas para o Pan-Americano de 2019, que será realizado em Lima, no Peru, de 26 de julho a 11 de agosto. Lembramos a recente conquista do título de campeão brasileiro na classe, com Xandi Paradeda e Lucas Mazim campeões em dupla pelo segundo ano consecutivo, e do 1º lugar Feminino, com Amanda e Geórgia Rodrigues.

“Esta competição é muito importante, além de ser um Sul-Americano da categoria, também dá classificação para o Pan-Americano de 2019. As expectativas são muito boas. As competições neste nível tão alto são ótimas para deixar a flotilha afiada, treinada, traz gente nova para a flotilha e coloca a classe em evidência”.

Caio Pantoja, capitão da Flotilha de Snipe

“Irei correr o Sul-Americano com o Rodrigo Link Duarte. Vai ser uma situação diferente, uma dupla nova e um campeonato difícil. O Rodrigo tem como característica ser muito dedicado e perfeccionista, é um velejador de altíssimo nível. Estou me dedicando bastante na preparação, controlando a alimentação e fazendo exercícios físicos”.

Lucas Mazim, bi-campeão brasileiro de Snipe ao lado de Xandi Paradeda

“Eu e o Lucas velejamos algumas vezes juntos antes. Ele vai me facilitar muito a vida, o Lucas está super bem treinado, foi campeão brasileiro com o Xandi há pouco tempo. Será uma boa competição”.

Rodrigo Link Duarte

“Estamos mais entrosadas e com maior ritmo para este Sul-Americano. Competir em casa é sempre muito bom e o pátio da Clube já está animado para o campeonato. A expectativa é melhorar na classificação geral no Sul- Americano open e correr o sul americano misto, dessa vez separadas”.

Amanda Rodrigues, campeã feminina no Campeonato Brasileiro de Snipe

“Competir em casa é sempre bom, a gente se sente mais tranquilo. Vai ser um campeonato internacional de alto nivel que cria uma expectativa boa. Acho que será uma competição interessante pela qualificação de todo o pessoal. Nós do Janga temos a vantagem de conhecer a raia, por isso, será legal de ver os barcos do Clube na água em busca de um bom resultado”.

Diego Falcetta

Aviso de regata: https://goo.gl/nr8BL5

José Antônio de Freitas: Confraternizações e uma vida mais saudável

Aos 70 anos, sócio do Clube dos Jangadeiros voltou a realizar exercícios físicos depois da aposentadoria

O Sol forte brilhava no céu, as árvores do Clube faziam a sombra necessária para a temperatura ficar agradável. Ao fundo, um senhor caminhando com passos firmes e focados, o suor escorrendo pelo corpo, típico de um exercício bem realizado.

Assim era a visão de José Antônio de Freitas, em uma das tantas tardes em que visita o Janga. Simpático e solícito, parou para conversar, e desde o primeiro momento o papo fluiu.

Aos 70 anos, o aposentado valoriza os momentos em que está na sede do Clube, seja exercitando-se ou festejando. Basicamente estas são as duas funções do Janga na vida de José, mas nem sempre foi assim.

“Estava com uma rotina sedentária na aposentadoria, sempre fui esportista, mas nos últimos tempos precisei voltar a fazer exercícios. Tinha 116 kg, todos os exames ruins, então recebi um alerta da minha filha e resolvi mudar meus hábitos. Comecei a fazer esportes novamente e agora nado e caminho aqui no Janga. Faço em torno de 20 km de bicicleta na orla do Guaíba, faço Pilates e ainda jogo tênis”, contou.

A filha Andréa acompanhando o pai nos exercícios de bicicleta

Segundo José, a aposentadoria é assim mesmo: De um lado, a tranquilidade de não precisar mais trabalhar, livrar-se das responsabilidades do dia a dia, ter tempo para fazer o que mais gosta. De outro, o comodismo, os vícios e a preguiça.

“Eu acho que é uma obrigação fazermos algo. A pessoa não pode se enterrar na aposentadoria, ficar em casa parado. É importante ter uma vida ativa, para não se perder em outras coisas. Além dos esportes, gosto bastante de viajar e fazer trilhas de jipe”, comentou.

“Além dos esportes, gosto bastante de viajar e fazer trilhas de jipe. O clima dos jipeiros é muito parecido com o dos esportes náuticos, há muita parceria, sempre um ajudando o outro”

Das trilhas aos momentos no Clube, exercitando-se ou comemorando, José segue com um sorriso no rosto. Enquanto descansava da caminhada diária, tomou a palavra para falar do Jangadeiros.
“Foi uma grande escolha me associar ao Janga. A beleza dessa área é impressionante. Aqui tu desfrutas de uma paisagem maravilhosa, podes caminhar sem nenhum problema, ainda tem a piscina para nadar. A organização é muito boa, a grama está sempre cortada, as coisas limpas, temos segurança”, avaliou.

Sempre ao lado da esposa Régia, muitos grandes momentos no Janga

O Clube que se tornou praticamente uma segunda casa para José nos últimos 10 anos. Além de aproveitar o dia na Ilha, as confraternizações viraram frequentes. Sempre ao lado da esposa Régia Rocha de Freitas, há algum tempo a virada de Ano Novo do aposentado é assim: “Eu passo todas as entradas de ano no Janga. É um ambiente muito bom, entre amigos. Em termos de festa é o que mais gosto, não traz nenhuma preocupação”.

Entre tantos, alguns momentos ficam registrados na nossa memória com aquele carinho especial. Quando perguntado sobre o dia mais marcante no Janga, o aposentado não tem dúvidas: Um churrasco de Natal com os três filhos, Andrea, Felipe e Débora.

“No ano passado fiz um churrasco maravilhoso no almoço de Natal. Reservei a churrasqueira, vim cedo para o Janga, coloquei redes para descanso e esperei meus filhos chegarem. Depois, assamos as carnes ouvindo música e conversando. É maravilhoso poder fazer este tipo de evento”, lembrou com carinho. 

“Eu passo todas as entradas de ano no Clube. É um ambiente muito bom”

 

Parabéns, multicampeãs!
Nossas atletas, Fernanda Oliveira e Ana Barbachan conquistam o título no Feminino do Sul-Americano da classe olímpica 470

A dupla também conquistou o 3º lugar na classificação Geral da competição realizada no Club Náutico San Isidro, em Buenos Aires


“Ficamos felizes de vencer cinco das 10 regatas e conquistar o título no Feminino”
Crédito: Jorge Cousillas / El Ojo Nautico

No último domingo (25), as atletas venceram na categoria Feminino no Sul-Americano da classe 470, realizado nas águas de San Isidro, em Buenos Aires, desde o dia 22 de fevereiro. As meninas do Janga ainda conquistaram o pódio na classificação Geral, com o 3º lugar.

O início de competição foi muito bom para Fernanda e Ana, que terminaram os dois primeiros dias na liderança da competição. Contudo, um problema no barco fez com que a dupla abandonasse uma das regatas do terceiro dia de competições, perdendo a possibilidade de descarte em alguma outra prova.

Os brasileiros Geison Mendes Dzioubanov e Gustavo Canal Thiesen, do Veleiros do Sul, conquistaram o 1º lugar, e os argentinos Fernando Gwozdz e Tomas Dietrich, o 2º. 

O resultado no Sul-Americano da Classe 470 contou pontos para o ranking da Federação Internacional de Vela. Foram 13 duplas disputando a competição, representando a Argentina, Brasil, Chile, Uruguai e Paraguai.

Grande vitória de  Guilherme Plentz: Nosso atleta conquista uma das duas vagas da América do Sul para os Jogos Olímpicos da Juventude

Estreante na classe BIC Techno 293, o jovem que completa 17 anos na próxima semana, representará o Brasil na Olimpíada deste ano, que será realizada em Buenos Aires, na Argentina. Nesta quinta-feira (1º), o atleta já começa a disputa do Sul-Americano da classe RS:X, sua especialidade

“Agora pretendo treinar com todas as forças que tiver para chegar na Olimpíada e mandar bem também”
Crédito: Arquivo Pessoal

Nesta quarta-feira (28), o jovem atleta do Clube dos Jangadeiros, Guilherme Plentz, conquistou uma das duas vagas da América do Sul para disputar os Jogos Olimpícos da Juventude de 2018, que será realizado no mês de outubro, em Buenos Aires, na Argentina. O velejador estreou na classe na BIC Techno 293 e surpreendeu garantindo-se como representante brasileiro na classe.

“Eu atribuo a conquista a minha família. A todos que me ajudaram no Janga, o Sorriso (Lucas Mazim); o pessoal que veleja de barco da flotilha jovem, que me ajudava a ter noção de velocidade; enfim, a todos que acreditaram em mim.

Eu sabia que precisava treinar mais, para chegar onde eu cheguei. Nunca tinha velejado nesta prancha, mas treinei na RS:X, acho que me deu uma boa base para chegar aqui e conquistar essa vaga. Agora pretendo treinar com todas as forças que tiver para chegar na Olimpíada e mandar bem também”, comentou.

Na Geral, Guilherme ficou em 6º lugar

Além do talento, Guilherme também precisou contar com a sorte para conquistar a vaga nas águas de Paracas. O atleta terminou a seletiva na 6ª colocação Geral, atrás de dois argentinos, dois peruanos e um estadunidense. Outros três brasileiros disputavam o campeonato.

Como os Jogos serão realizados na Argentina, os competidores do país vizinho não estavam na briga por uma das duas vagas do Continente, bem como o norte-americano, que está ligado a outra federação. Entre os dois velejadores locais, apenas um poderia representar o país na Olímpiada e, por isso, Guilherme ganhou a vaga inédita para o Jangadeiros.

Guilherme não terá muito tempo para comemorar a classificação inédita, pois nesta quinta-feira (1) o atleta já começa a disputa do Sul-Americano da classe RS:X. O campeonato também ocorre em Paracas até o dia 5 de março. Entre os classificados para os Jogos, está a também brasileira Giovana Prada, filha do atleta de vela olímpica Bruno Prada.

“Não paro de chorar. São tantas renúncias familiares para manter um filho num sonho desses que, quando tem um desfecho lindo assim, a gente vê que vale a pena!”

Priscila Plentz, mãe do atleta

 Dodô Paradeda assume como diretor da Escola de Vela Barra Limpa e cursos retornam
no dia 10 de março

Experiente velejador irá comandar as ações de formação na vela. As inscrições para as turmas de Optimist Iniciação e Avançado já estão abertas e as aulas começam no sábado (10). Curso é aberto ao público.
Convide seus amigos e venha viver esta prazeirosa aventura

 

“A Escola é fundamental para o desenvolvimento do Jangadeiros”
Crédito: Neiva Mello

Neste mês, Luiz Eduardo Paradeda, o Dodô, assume como diretor para dar seguimento ao grande trabalho de formação que a nossa escola de vela realiza há mais de 40 anos. “É importante assumir este cargo por ser o berço de toda a criança que vai iniciar na vela. É algo muito relevante para o Clube, para formar as novas gerações. A Escola é fundamental para o desenvolvimento do Jangadeiros”, comenta Dodô.

O experiente velejador ainda está em fase de adaptação ao novo cargo, mas tem história no mundo da Vela e dentro do clube, sendo membro de uma das famílias mais tradicionais na vela nacional. “Só quero colaborar o máximo possível para que a escola se desenvolvam cada vez melhor no Jangadeiros”, diz.

Aulas em água sempre ocorrem com o apoio de bote inflável a motor com instrutor

Após a realização de cursos especiais no verão, a Escola de Vela Barra Limpa já está pronta para iniciar o calendário regular de 2018. As primeiras aulas começam já neste dia 10, com a classe Optmist, para iniciantes e também para velejadores com mais experiência, no Avançado. As aulas são praticadas em pelo menos 10 finais de semanas na Escola de Vela Barra Limpa. Nos sábados, as turmas ocorrem entre 13h30min e 17h30min, enquanto no domingo, o horário de funcionamento é das 9h30min até às 12h30min.

INICIANTES – O Optimist para iniciantes é voltado para crianças a partir dos 7 anos de idade, com aulas teóricas e práticas. Destaque para aprendizagem de nós, nomenclaturas do barco, montagem do barco, direções dos ventos, manobras, formas de velejar, aprende a virar e desvirar o barco, o uso da bolina e regular as velas. Os alunos começam velejando de dupla e o objetivo é de que até o final do curso a criança consiga velejar sozinho no barco o maior tempo possível e com confiança.

AVANÇADO – Após concluir o curso de Iniciação, o aluno tem a possibilidade de permanecer por tempo indeterminado no curso Avançado, que visa a velejada no barco, apresentação de percursos, treinos com e sem boias e também a participação de pequenas e divertidas velejadas, ganhando mais confiança e experiência para que no futuro possa optar por integrar a Flotilha oficial do clube.

SERVIÇO

Escola de Vela Barra Limpa: 51- 30945770
[email protected]
http://jangadeiros.com.br/criancas/

 Amigos para Sempre!

Um click surpresa com apenas três integrantes do tradicionalíssimo “Churrasco dos Piranhas”, encontro que acontece há 57 anos, sem interrupção, e sem a presença do sexo feminino. Na pauta um bate-papo relax, um pouco de futebol, uma pitada de política e muitas recordações de um tempo em que o clube não era nem sombra do que é hoje

“Este momento é sempre importante para todos nós, de muita amizade, confraternização e muito carinho”, diz o presidente do Conselho do Janga, Paulo Renato Paradeda (à direita), acompanhado dos “piranhas” Arno Kern e Paulo Sergio Paradeda

 

http://www.470.org/default/news/new/text/470-south-americans-victory-to-brazil

470 SOUTH AMERICANS – VICTORY TO BRAZIL

Sailboats representing Brazil won the 470 South American championship in Argentina.

Brazilians Geison Mendes Dzioubanov and Gustavo Canal Thiesen, from Veleiros do Sul, won the first place, and the Argentineans Fernando Gwozdz and Tomas Dietrich, the 2nd. The result in the South American Class 470 counted points for the ranking of the International Sailing Federation. There were 13 teams in the competition, representing Argentina, Brazil, Chile, Uruguay and Paraguay.

The Jangadeiros’ duo, Fernanda Oliveira and Ana Barbachan, won yet another title in their victorious sailing career and still went up the podium in the General classification, with the 3rd place and first in Women. The start of the competition was very good for Fernanda and Ana, who finished the first two days leading the competition. However, a problem in the boat caused the pair to abandon one of the races of the third day of competitions, losing the possibility of discarding in some other race.

“Today we were not able to take a chance on the starts, as we did not have a discard.” Yesterday we lost a race because of the boat fault, but we were happy to win five of the 10 races in the championship and win the Women’s Championship”, said Fernanda.

The event was held in the waters of San Isidro, Buenos Aires, February 22-25 and was organized by Club Náutico San Isidro, Buenos Aires.

http://www.nautica.com.br/fernanda-oliveira-e-ana-barbachan-sao-campeas-no-feminino-no-sul-americano-de-470/

No último domingo (25), as atletas Fernanda Oliveira e Ana Barbachan venceram na categoria Feminino no Sul-Americano da classe 470, realizado nas águas de San Isidro, em Buenos Aires, desde o dia 22 de fevereiro.

As meninas ainda conquistaram o pódio na classificação Geral, com o 3º lugar. O início de competição foi muito bom para Fernanda e Ana, que terminaram os dois primeiros dias na liderança da competição. Contudo, um problema no barco fez com que a dupla abandonasse uma das regatas do terceiro dia de competições, perdendo a possibilidade de descarte em alguma outra prova.

“Hoje não conseguimos arriscar nas largadas, visto que já não tínhamos descarte. Ontem perdemos uma regata em função da avaria no barco. Mesmo assim, ficamos felizes de vencer cinco das 10 regatas do campeonato e conquistar o título no Feminino”, disse Fernanda.

Os brasileiros Geison Mendes Dzioubanov e Gustavo Canal Thiesen, do Veleiros do Sul, conquistaram o 1º lugar, e os argentinos Fernando Gwozdz e Tomas Dietrich, o 2º. O resultado no Sul-Americano da Classe 470 contou pontos para o ranking da Federação Internacional de Vela. Foram 13 duplas disputando a competição, representando a Argentina, Brasil, Chile, Uruguai e Paraguai.

 

http://almanautica.com.br/2018/02/27/sul-americano-da-classe-470-2/

Notícias Náuticas

https://noticiasnauticas.com/2018/02/26/brasileiros-sao-pentacampeoes-sul-americanos-de-470/

Brasileiros são pentacampeões sul-americanos de 470

Geison Mendes e Gustavo Thiesen venceram o Campeonato Sul-americano da classe 470 que encerrou neste domingo no Club Náutico San Isidro, em Buenos Aires. A boa regularidade dos resultados nas 10 regatas fez a dupla do Veleiros do Sul alcançar o título de pentacampeã sul-americana. Geison e Gustavo fazem parte da Equipe Brasileira da CBVela 2018 e estão em campanha olímpica para Tóquio 2020.

As demais classificações do Veleiros do Sul foram: 5º Ricardo Paranhos e Andrei Kneipp, 8º Pedro Correia e Rodolfo Streibel e 9º R. Regusci e J. Regusci (VDS/YCU). As gaúchas Fernanda Oliveira e Ana Barbachan ficaram em terceiro na classificação geral e primeiro na categoria feminina.

Brasileiro conquista uma das duas vagas da América do Sul para os Jogos Olímpicos da Juventude

http://www.nautica.com.br/brasileiro-conquista-uma-das-duas-vagas-da-america-do-sul-para-os-jogos-olimpicos-da-juventude/?doing_wp_cron=1520002128.6606988906860351562500

Nesta quarta-feira (28), o jovem atleta do Clube dos Jangadeiros, Guilherme Plentz, conquistou uma das duas vagas da América do Sul para disputar os Jogos Olimpícos da Juventude de 2018, que será realizado no mês de outubro, em Buenos Aires, na Argentina. O velejador estreou na classe na BIC Techno 293 e surpreendeu garantindo-se como representante brasileiro na categoria.

“Eu atribuo a conquista a minha família. A todos que me ajudaram no Janga, o Sorriso (Lucas Mazim); o pessoal que veleja de barco da flotilha jovem, que me ajudava a ter noção de velocidade; enfim, a todos que acreditaram em mim. Eu sabia que precisava treinar mais, para chegar onde eu cheguei. Nunca tinha velejado nesta prancha, mas treinei na RS:X, acho que me deu uma boa base para chegar aqui e conquistar essa vaga. Agora pretendo treinar com todas as forças que tiver para chegar na Olimpíada e mandar bem também”, comentou.

Além do talento, Guilherme também precisou contar com a sorte para conquistar a vaga nas águas de Paracas. O atleta terminou a seletiva na 6ª colocação Geral, atrás de dois argentinos, dois peruanos e um estadunidense. Outros três brasileiros disputavam o campeonato.

Como os Jogos serão realizados na Argentina, os competidores do país vizinho não estavam na briga por uma das duas vagas do Continente, bem como o norte-americano, que está ligado a outra federação. Entre os dois velejadores locais, apenas um poderia representar o país na Olímpiada e, por isso, Guilherme ganhou a vaga inédita para o Jangadeiros.

Guilherme não terá muito tempo para comemorar a classificação inédita, pois nesta quinta-feira (1) o atleta já começa a disputa do Sul-Americano da classe RS:X. O campeonato também ocorre em Paracas até o dia 5 de março. Entre os classificados para os Jogos, está a também brasileira Giovana Prada, filha do atleta de vela olímpica Bruno Prada.

 
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Grande vitória de Guilherme Plentz: Nosso atleta conquista uma das duas vagas da América do Sul para os Jogos Olímpicos da Juventude

Estreante na classe BIC Techno 293, o jovem que completa 17 anos na próxima semana, representará o Brasil na Olimpíada deste ano, que será realizada em Buenos Aires, na Argentina. Nesta quinta-feira (1º), o atleta já começa a disputa do Sul-Americano da classe RS:X, sua especialidade

“Agora pretendo treinar com todas as forças que tiver para chegar na Olimpíada e mandar bem também”
Crédito: Arquivo Pessoal

Nesta quarta-feira (28), o jovem atleta do Clube dos Jangadeiros, Guilherme Plentz, conquistou uma das duas vagas da América do Sul para disputar os Jogos Olimpícos da Juventude de 2018, que será realizado no mês de outubro, em Buenos Aires, na Argentina. O velejador estreou na classe na BIC Techno 293 e surpreendeu garantindo-se como representante brasileiro na categoria.

“Eu atribuo a conquista a minha família. A todos que me ajudaram no Janga, o Sorriso (Lucas Mazim); o pessoal que veleja de barco da flotilha jovem, que me ajudava a ter noção de velocidade; enfim, a todos que acreditaram em mim.

Eu sabia que precisava treinar mais, para chegar onde eu cheguei. Nunca tinha velejado nesta prancha, mas treinei na RS:X, acho que me deu uma boa base para chegar aqui e conquistar essa vaga. Agora pretendo treinar com todas as forças que tiver para chegar na Olimpíada e mandar bem também”, comentou.

Além do talento, Guilherme também precisou contar com a sorte para conquistar a vaga nas águas de Paracas. O atleta terminou a seletiva na 6ª colocação Geral, atrás de dois argentinos, dois peruanos e um estadunidense. Outros três brasileiros disputavam o campeonato.

Como os Jogos serão realizados na Argentina, os competidores do país vizinho não estavam na briga por uma das duas vagas do Continente, bem como o norte-americano, que está ligado a outra federação. Entre os dois velejadores locais, apenas um poderia representar o país na Olímpiada e, por isso, Guilherme ganhou a vaga inédita para o Jangadeiros.

Guilherme não terá muito tempo para comemorar a classificação inédita, pois nesta quinta-feira (1) o atleta já começa a disputa do Sul-Americano da classe RS:X. O campeonato também ocorre em Paracas até o dia 5 de março. Entre os classificados para os Jogos, está a também brasileira Giovana Prada, filha do atleta de vela olímpica Bruno Prada.

“Não paro de chorar. São tantas renúncias familiares para manter um filho num sonho desses que, quando tem um desfecho lindo assim, a gente vê que vale a pena!”

Priscila Plentz, mãe do atleta

MARÇO DE BONS VENTOS: Está começando a temporada da Federação Gaúcha de Vela

Depois de sediar o Brasileiro da Classe Snipe em janeiro, a agenda de competições recomeça no Janga neste final de semana a todo o vapor com a Abertura da Temporada das regatas de Monotipos da Federação Gaúcha de Vela (FEVERS) nas classes Snipe, Laser Standard, Radial e 4.7, 29er, classes 470 e 420. No Veleiros do Sul, correm as classes Soling e Hobie Cat 16.

Nos próximos dias 10 e 11, será a vez das regatas de Optimist Veteranos e Estreantes no Clube. E no dia 17, o Janga completa 24 anos de homenagens ao aniversário da capital gaúcha com a Copa Cidade de Porto Alegre. O mês encerra com o grande evento internacional da classe Snipe, que deverá trazer para a nossa sede cerca de 100 atletas de Cuba, Venezuela, Argentina, Uruguai, Chile e Brasil. Desejamos a todos os atletas mais bons momentos de convivência, novas amizades e regatas desafiadoras nas águas de bons ventos do nosso Guaíba.

Janga conquista a liderança em três classes da Abertura da Temporada da FEVERS de Monotipos neste final de semana

Na classe 29er, o Jangadeiros ficou com os três primeiros lugares: Vitor e Ian Paim (1°), Lorenzo Bernd e João Luca Moré (2°), Giovanne Pistorello e Gabriel Simões (3°).

Na classe Snipe, o parabéns é para a dupla Fernando Kessler e André Becker.

Na Laser Radial Sub19, cumprimentos ao atleta João Emílio Vasconcellos.

Na Laser Standard, o 1° lugar é de Philipp Grochtmann, do Veleiros do Sul.

E na 420, a liderança do Feminino ficou com Letícia da Silva e Joana Vilas Boas, do Veleiros.

XXIV Copa Cidade de Porto Alegre, rumo ás águas para homenagear a capital

O 246º aniversário de Porto Alegre, festejado em 26 de março com uma longa programação cultural pela cidade, volta a receber a homenagem do Janga com uma competição que envolve as imponentes e belas embarcações de Oceano

A tradicional Copa Cidade de Porto Alegre, criada pelo Clube há 24 anos, vai pintar de cores a orla do Guaíba no final de semana de 17 e 18. Os cerca de 50 barcos que estão previstos participar irão competir no sábado nas classes ORC Internacional, RGS, J-24 , Microtoner 19 e Solitário.
No domingo, será o dia da Regata Média e o grande Velejaço aberto para os barcos de Cruzeiros com percurso que passará pela Usina do Gasômetro para apreciação do público.

As três principais premiações da competição – troféu rotativo da classe ORC, troféu rotativo da classe RGS e barco Fita Azul (primeira embarcação a cruzar a linha de chegada no Velejaço) ficaram em 2017 com o Janga. O barco Hobart, do Comandante Airton Schneider, o barco Caulimaran, do Comandante Emilio Strassburger e o barco San Chico 3, do Comandante Francisco Freitas, foram os grandes campeões. E atenção, as inscrições já estão abertas na sede do Clube dos Jangadeiros ao custo de R$ 40 por tripulante até o dia 10 e após esta data o valor sobe para 50 reais por pessoa.

“É uma justa homenagem que todos prestam à cidade, berço de grandes velejadores. Sempre é importante lembrar a relação que a vela brasileira tem com Porto Alegre, onde se pratica este esporte em alto nível. É o primeiro evento do ano da vela de Oceano na Capital, por isso há sempre uma grande expectativa. Este ano estou especialmente motivado, pois quero medir forças entre as tripulações e embarcações que foram ao circuito Oceânico de Santa Catarina. Lá, tiveram êxito e certamente retornarão às raias com grande entusiasmo.”

Rodrigo Castro, vice-comodoro Esportivo

Aviso de regatahttps://goo.gl/EkNpmy