Aviso e Instrução XXIII Copa Cidade de Porto Alegre

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1ª Velejada na Lua Cheia movimenta o Jangadeiros e rende belas imagens

Um céu que mais parecia uma paleta de cores, tamanha a mistura de tons provocados pelo pôr do sol mais bonito de Porto Alegre. Este foi o pano de fundo do início da 1ª Velejada na Lua Cheia, promovida pela Diretoria de Cruzeiro do Clube dos Jangadeiros. Em seguida, um luar iluminado funcionou como farol, guiando os velejadores pelo percurso em um cenário em que a escuridão já começava a tomar conta.

A confraternização abriu o calendário de atividades dos cruzeiristas no CDJ. Com 13 embarcações e mais de 40 associados envolvidos, a vitória na navegada festiva ficou dividida entre o barco Maná, do Comandante Márcio Lima, e o barco Longitude, do Comandante Cláudio Oliveira.

O novo Diretor de Cruzeiro, Henrique de Freitas, agradeceu a presença de todos envolvidos na 1ª Velejada na Lua Cheia e convidou o quadro associativo a fazer parte dos próximos eventos.

“A cada um que colaborou com fotos, a quem veio prestigiar o evento, torcer, à equipe de suporte que ajudou com os botes e a organização da regata com segurança, e ao Restaurante da Ilha que tão bem nos acolheu, nosso muito obrigado. Não posso esquecer também da Loja Equinautic, da pizzaria Don Matraconni e do Restaurante Pimenta Rosa, que ofereceram brindes aos nossos velejadores. Cada um teve uma importância fundamental e é bem isso que desejamos semear: um ambiente bom e de paz,  sempre alimentando boas amizades e a camaradagem que os sócios do Jangadeiros nutrem um pelo outro. Que venha a Velejada da Copa Cidade de Porto Alegre!”.

Atenção, cruzeiristas! Confira a agenda dos próximos eventos:

19 de março – Velejaço na Copa Cidade de Porto Alegre

25 de março – Brechó Congresso Náutico 2017

1 e 2 de abril – Cruzeiraço ao Araça

11 de abril – 2ª Velejada na Lua Cheia

Equipe Brasileira de Vela, com caras novas e nomes consagrados, é apresentada ao final da IV Copa Brasil de Vela

Em disputa de alto nível técnico, Carlos Robles e Marco Grael vencem na 49er. Primeiro compromisso internacional será o Troféu Princesa Sofia, na Espanha

(por CBVela)

Com caras novas e nomes consagrados, a Equipe Brasileira de Vela está formada para a temporada 2017, a primeira do ciclo olímpico dos Jogos de Tóquio 2020. A definição veio neste sábado, dia 11, último dia de regatas da IV Copa Brasil de Vela, com a decisão dos campeões de cada classe olímpica, nas raias do Guaíba, em Porto Alegre. São eles: Carlos Robles e Marco Grael (49er), Jorge Zarif (Finn), Fernanda Oliveira e Ana Barbachan (470 feminino), Geison Mendes e Gustavo Thiesen (470 masculino), Patrícia Freitas (RS:X feminino), Albert de Carvalho (RS:X masculino), João Pedro Oliveira (Laser), Gabriella Kidd (Laser Radial) e Isabel Swan e Samuel Albrecht (Nacra 17). As campeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze, que participaram esta semana da competição de 49er, serão a dupla da classe 49er FX. O primeiro grande compromisso internacional do calendário é o Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca (Espanha), a partir do próximo dia 24.

“É apenas o começo do ciclo olímpico, mas creio que temos muito potencial como dupla”, afirmou Carlos Robles, que nasceu na Espanha mas é filho de mãe brasileira e tem dupla cidadania. “O Marco tem mais experiência que eu, já disputou os Jogos Olímpicos do Rio. Nós fazemos uma boa parceria. Fora da água, somos amigos e temos o mesmo objetivo: sermos os melhores velejadores que pudermos ser”.

A disputa na 49er teve alto nível técnico. Carlos Robles e Marco Grael foram os vencedores com 13 pontos perdidos. Maior medalhista olímpico do esporte brasileiro, Robert Scheidt ficou com a medalha de prata, ao lado de Gabriel Borges (16 p.p.), mostrando evolução e competitividade na primeira disputa na sua nova classe no Brasil. Martine Grael e Kahena Kunze, velejando entre os homens, acabaram em terceiro lugar (29 p.p.).

Em relação aos Jogos Rio 2016, as novidades na Equipe Brasileira são a presença de João Pedro Oliveira na Laser, Gabriella Kidd na Laser Radial e Geison Mendes e Gustavo Thiesen na 470 masculino, além de Albert de Carvalho, que venceu no RS:X masculino na ausência de Ricardo Winicki, o Bimba, velejador que dominou a classe no país nas últimas duas décadas.

Em contrapartida, atletas que ficaram no top 10 nos Jogos Rio 2016 ratificaram nas águas do Guaíba o predomínio técnico em suas classes, com o título da Copa Brasil. Foram os casos de Jorge Zarif (quarto colocado nos Jogos Rio 2016), Patrícia Freitas (oitava nos Jogos Olímpicos), Fernanda Oliveira e Ana Barbachan (oitavo lugar nos Jogos) e Isabel Swan e Samuel Albrecht (décimo).

“Foi um bom resultado. Nos próximos dias já vou embarcar para Palma de Mallorca, que é o primeiro campeonato internacional na Europa este ano. A Copa Brasil serviu como preparação, para tentar melhorar”, disse Jorge Zarif.

De acordo com o regulamento estabelecido pelo Conselho Técnico de Vela (CTV), os atletas vencedores da IV Copa Brasil de Vela passam a integrar o plano de investimento da Confederação Brasileira de Vela (CBVela) para participação nas principais competições internacionais deste ano. Além deles, os velejadores sub-23 mais bem classificados nas suas respectivas classes receberão suporte. Todos serão constantemente analisados no Programa de Desenvolvimento Individual de Atletas durante o ciclo olímpico, até os Jogos de Tóquio 2020. A competição em Porto Alegre também valeu pontos para o ranking mundial da Federação Internacional de Vela (World Sailing).

“Tivemos uma grande competição ao longo dessa semana, demonstrando mais uma vez a qualidade dos velejadores brasileiros. É com satisfação que vemos o surgimento de novos nomes e também a confirmação de atletas com experiência e conquistas internacionais. Os velejadores estão todos de parabéns. E só temos a agradecer ao Bradesco, patrocinador da CBVela; à Federação de Vela do Estado do Rio Grande do Sul, ao Clube dos Jangadeiros e ao Veleiros do Sul, nossos parceiros na organização do evento”, afirmou Marco Aurélio de Sá Ribeiro, presidente da CBVela.

Kitesurfe

A principal novidade da Copa Brasil foi a estreia do kitesurfe como nova classe da vela. Na categoria Foil, o campeão foi Roberto Veiga, com 12 pontos perdidos. Na Tubular, o vencedor foi Eduardo Fernandes, com 45 p.p. O evento foi válido também como 1ª Etapa do Brasileiro de Hidrofoil.

II Copa Brasil de Vela Jovem

Paralelamente à Copa Brasil, foi disputada a II Copa Brasil de Vela Jovem, onde só deu Jangadeiros. Na classe 420, os vencedores foram André Fiuza (VDS) e Pedro Zonta (CDJ), com 15 pontos perdidos; na 29er, Lorenzo Bernd e Philipp Rump (CDJ) venceram uma disputa muito equilibrada, com 13 p.p; na laser radial, João Emilio Vasconcelos (CDJ) foi o campeão com 27 p.p.

Os resultados finais vocês podem acompanhar clicando nos links abaixo:

Finn

470

RSX Masc

RSX Fem

Laser Standard

Laser Radial

Nacra17

49er

29er 

420

Kitesurfe

Fernanda Oliveira e Ana Barbachan venceram na classe 470 feminino da IV Copa Brasil de Vela e estão na Equipe Brasileira

Dupla que representou o Brasil nas duas últimas Olimpíadas na classe 470 feminino, Fernanda Oliveira e Ana Barbachan fazem parte, mais uma vez, da Equipe Brasileira de Vela. Depois de conquistarem o Sul-Americano da classe há uma semana, as gaúchas repetiram o resultado e venceram a IV Copa Brasil.

As campeãs avaliaram o seu desempenho na competição – em 10 regatas foram 28 pontos perdidos – e descreveram a emoção de estarem presentes novamente na Equipe Brasileira de Vela.

 

@Agenda Preview

Fernanda Oliveira. Foto:@Agenda Preview

 

“É uma situação um pouco diferente para mim, em função da minha gravidez, mas foi bom que a gente pode demonstrar um ótimo nível, vencendo no feminino e ficando em terceiro geral na 470, competindo com os homens. Vamos lá, é mais um início de ciclo olímpico e estamos prontas para encará-lo”.

 

 

 

 

Ana Barbachan. Foto @Agenda Preview

Ana Barbachan. Foto @Agenda Preview

 

“Fazer parte, mais uma vez, da Equipe Brasileira de Vela é uma realização pessoal acima de tudo. O esporte é a nossa profissão, uma profissão que a gente escolheu exercer, e é muito fazer parte deste grupo seleto. Vamos fazer de tudo para representar nosso país da melhor forma”.

 

 

Fernanda Oliveira e Ana Barbachan em ação na IV Copa Brasil de Vela. Foto: Jefferson Bernardes / @AgenciaPreview

Fernanda Oliveira e Ana Barbachan em ação na IV Copa Brasil de Vela. Foto: Jefferson Bernardes / @AgenciaPreview

Tiago Brito e Andrei Kneipp terminam em quinto lugar

Outra dupla do Jangadeiros que fez bonito na competição, foi Tiago Brito e Andrei Kneipp. Os jovens terminaram a IV Copa Brasil de Vela na quinta colocação com 48 pontos perdidos. Motivados pelo segundo lugar no Sul-Americano na categoria Júnior, os gaúchos chegaram a vencer uma regata no maior campeonato do calendário náutico nacional.

Tiago Brito e Andrei Kneipp em ação na IV Copa Brasil. Foto: Jefferson Bernardes / @AgenciaPreview

Tiago Brito e Andrei Kneipp em ação na IV Copa Brasil. Foto: Jefferson Bernardes / @AgenciaPreview

 

Dobradinha do Jangadeiros! Lorenzo Bernd e Philipp Rump venceram e Breno Kneipp e Ian Paim ficaram em segundo na classe 29er da II Copa Brasil de Vela Jovem

O Clube dos Jangadeiros tem as duas melhores duplas de 29er do Brasil. Depois de Breno Kneipp e Ian Paim terem vencido o Brasileiro da Classe há uma semana e Lorenzo Bernd e Philipp Rump terem ficado em segundo, na II Copa Brasil aconteceu o inverso. “Mais uma dobradinha do Clube, só que desta vez, nós demos o troco”, brinca Lorenzo.

Com uma campanha consistente, a dupla venceu os companheiros de flotilha por quatro pontos, 13 a 17. Foram 11 regatas disputadas, e o título veio com uma regata de antecedência.

Lorenzo Bernd

Lorenzo Bernd

 

“Foi uma grande evolução nossa! Até o Brasileiro tínhamos treinado muito pouco juntos, e a competição serviu para nos entrosarmos ainda mais. O Philipp já tinha uma experiência como proeiro no 420 e eu velejo há quase dois anos na 29er, unimos nos conhecimentos e fizemos esta bela competição!”.

 

 

Phillipp Rump

Philipp Rump

 

“A cada dia que passava sentíamos alguma evolução e a confiança também ia aumentando. A possibilidade de termos corrido dois campeonatos seguidos colaborou muito com o nosso entrosamento. Agora é focar no Sul-Americano e depois no Mundial. Vamos com tudo!”.

 

 

Agora, as duplas da flotilha de 29er do Clube dos Jangadeiros concentra as suas forças para o Sul-Americano da Classe, que acontece entre os dias 22 e 25 de março.

Resultados da flotilha de 29er do Jangadeiros na II Copa Brasil de Vela Jovem:

1º) Lorenzo Bernd e Philipp Rump

2º) Breno Kneipp e Ian Paim

5º) Gabriel Kern e Diego Falcetta

6º) Guilherme Plentz e Francisco Ruschel

7º) Vitor Paim e Gabriel Simões

8º) Giovanne Pistorello e Luiz Pejnovic

Lorenzo Bernd e Phillipp Rump em ação na II Copa Brasil da Vela Jovem.

Lorenzo Bernd e Philipp Rump em ação na II Copa Brasil da Vela Jovem.

João Emilio Vasconcellos venceu na classe Laser Radial da II Copa Brasil de Vela Jovem

Com uma campanha consistente, o jovem João Emilio Vasconcellos adicionou ao seu cartel de títulos, que já conta com a Copa da Juventude 2016, Brasileiro de Laser Radial Júnior 2017, a II Copa Brasil de Vela Jovem. Após 11 regatas, dois primeiros lugares, dois segundos e dois terceiros conquistados, o atleta teve 27 pontos perdidos, cinco a menos que o Andrey Godoy (VSailing), que ficou em 2º.

Feliz com o resultado, João Emilio destacou a grandiosidade dos eventos esportivos disputados em Porto Alegre e a possibilidade de competir, inclusive, com atletas de fora do Brasil.

João Emilio Vasconcellos

João Emilio Vasconcellos

 

“Com certeza, nunca me esquecerei desta experiência. Velejei com atletas de todo o país e tive a oportunidade de ver a francesa Marie Bolou correndo na minha raia. Fico feliz que tenha acertado boa parte das rajadas, o que me empurrou para o título”.

 

 

 

André Fiuza e Pedro Zonta venceram na classe 420 da II Copa Brasil de Vela Jovem

Se na organização das competições a sede foi dividida entre Clube dos Jangadeiros e Veleiros do Sul, o título na classe 420 também foi assim. André Fiuza (VDS) e Pedro Zonta (CDJ),  mostraram que a parceria entre as duas entidades náuticas também pode acontecer dentro da água.

Na classe 420, após 12 regatas, a dupla teve 15 pontos perdidos, incríveis 13 a menos que os segundos colocados em uma das maiores diferenças da IV Copa Brasil e II Copa Brasil de Vela Jovem. O proeiro Pedro Zonta elogiou as condições de vento da competição e a oportunidade de conviver com estrelas do esporte

Pedro Zonta

Pedro Zonta

“Foi um ótimo campeonato para nos testar. Tivemos dias de ventos de intensidade bem forte e outras mais fracas. Felizmente conseguimos manter uma média bem boa e conseguimos deixar este título aqui em Porto Alegre. Além disso, foi um máximo poder ter um contato mais próximos com astros da modalidade, eles me deram toques que pretendo levar para os próximos campeonatos ”.

 

 

André Fiuza e Pedro Zonta arrumando o barco  antes de uma regata da II Copa Brasil de Vela Jovem. Foto: Gustavo Roth / @AgenciaPreview

André Fiuza e Pedro Zonta arrumando o barco antes de uma regata da II Copa Brasil de Vela Jovem. Foto: Gustavo Roth / @AgenciaPreview

Jangada News – 10 de março de 2017





Jangada News
Newsletter do Clube dos Jangadeiros. Porto Alegre. Edição 10 de março de 2017

 

Marco Aurélio Sá Ribeiro, presidente da CBVela:

“Começa um novo ciclo. A partir de agora, a Olimpíada Rio 2016 fica oficialmente para trás e a gente começará a ver na água quem serão os atletas em 2020”

Abertura da IV Copa Brasil e II Copa Brasil de Vela Jovem. Foto: Gustavo Roth/AgenciaPreview

Finalmente a espera terminou. A IV Copa Brasil e a II Copa Brasil de Vela Jovem estão oficialmente abertas desde domingo e têm movimentado o Jangadeiros com a presença de ídolos do esporte, futuras promessas da modalidade e imprensa.

“Considero muito bom que esses eventos iniciem aqui no Rio Grande do Sul, que é um Estado que tem mandado consistentemente velejadores para equipe olímpica e também tem um projeto de vela jovem muito forte. O esporte, ele se desenvolve de duas formas: pelo resultado e pelo exemplo. Porque quando você aproxima o esporte dos mais novos de diversas regiões, automaticamente estará motivando o surgimento de futuros campeões”, declara Marco Aurélio Sá Ribeiro, presidente da Confederação Brasileira de Vela (CBVela).

Dividido em duas sedes – Clube dos Jangadeiros e Veleiros do Sul – , as duas maiores competições do calendário náutico nacional trouxe a Porto Alegre o mais alto nível da modalidade. Com regatas simultâneas e embarcações dos mais variados tipos e características, a IV Copa Brasil e a II Copa Brasil de Vela Jovem têm se mostrado um prato cheio para os amantes do esporte e para aqueles que desejam conhecer um pouco mais da modalidade.

“É uma honra para o Clube dos Jangadeiros dividir com o Veleiros do Sul a sede destes dois grandes eventos. A rivalidade entre as duas entidades fica dentro da água e nós irmanamo-nos para fazer um brilhante início de ciclo olímpico para 2020″, encerrou a cerimônia de aberta, Manuel Ruttkay Pereira, comodoro do CDJ, abraçado em Eduardo Ribas, comodoro do Veleiros do Sul.

Comodoro Manuel Ruttkay Pereira e Comodoro Eduardo Ribas. Foto: Gustavo Roth/AgenciaPreview

Resultados Provisórios

Até aqui, foram realizados quatro dias de competição e todas as onze classes já foram para água. Nesta quinta, a galera do kitesurfe foi a última a cair no Guaíba e realizar as suas manobras radicais. Confira os resultados de todas categorias.

Finn

1º lugar) Jorge Zarif (ICRJ) – 4 pontos perdidos

2º lugar) Antonio Carvalho (CNC) – 9 pontos perdidos

3º lugar) Ricardo Santos (YCSA) – 12 pontos perdidos

 

470

1º lugar) Geison Mendes e Gustavo Thiesen (VDS) – 7 pontos perdidos

2º lugar) Henrique Haddad e Bruno Abdulklech (ICRJ) – 15 pontos perdidos

3º lugar) Fernanda Oliveira e Ana Barbachan (CDJ) – 19 pontos perdidos

 

RSX Masc

1º lugar) Albert Lopes de Carvalho (BVC) –  12 pontos perdidos

2º lugar) Brenno Mendonça Francioli (CNA) – 21 pontos perdidos

3º lugar) Gabriel Bastos Pereira (ICES) – 25 pontos perdidos

 

RSX Fem

1º lugar) Patricia Freitas (ICRJ) – 6 pontos perdidos

2º lugar) Bruna Martinelli de Mello (ICI) – 11 pontos perdidos

3º lugar) Carmen Rosas (CRG) – 19 pontos perdidos

 

Laser Standard

1º lugar) Bruno Fontes (ICSC) – 11 pontos perdidos

2º lugar) João Pedro Oliveira (ICRJ) – 13 pontos perdidos

3º lugar) Philipp Grochtmann (VDS) – 19 pontos perdidos

 

Laser Radial

1º lugar) Marie Bolou (CNL) – 17 pontos perdidos

2º lugar) João Emilio Vasconcellos (CDJ) – 23 pontos perdidos

3º lugar) Leonardo Gonçalves Motta (ICRJ) – 32 pontos perdidos

 

Nacra 17

1º lugar) Samuel Albrecht e Isabel Swan (VDS/RYC) – 10 pontos perdidos

2º lugar) João Siemsen Bulhões e Gabriela Nicolino de Sá (ICRJ) – 13 pontos perdidos

3º lugar) Mateo Majdalani e Eugênia Bosco (FAY) – 16 pontos perdidos

 

49er

1º lugar) Carlos Robles e Marco Grael (RYC) – 12 pontos perdidos

2º lugar) Robert Scheidt e Gabriel Borges (ICRJ) – 16 pontos perdidos

3º lugar) Martine Grael e Khaena Kunze (MB/ICRJ/Sailing) – 27 pontos perdidos

 

29er

1º lugar) Lorenzo Bernd e Phillip Rump (CDJ) – 11 pontos perdidos

2º lugar) Bruno Kneipp e Ian Paim (CDJ) – 13 pontos perdidos

3º lugar) Lucas Cazale e Richard Freitas Hilbert (ICRJ) – 20 pontos perdidos

 

420

1º lugar) André Fiuza e Pedro Zonta (VDS/CDJ) – 10 pontos perdidos

2º lugar) Martin Garcia e Marco Peek (YCSA) – 23 pontos perdidos

3º lugar) Tiago Loch Quevedo e Erik Rebelo Hoffmann – 25 pontos perdidos

 

Kitesurfe

1º lugar) Bruno Lobo (ABK) – 4 pontos perdidos

2º lugar) Wilson Veloso Junior (ICP) – 11 pontos perdidos

3º lugar) Roberto Veiga (GoKite) – 12 pontos perdidos

Kitesurfe estreia na Copa Brasil de Vela e pinta de cores o céu de Porto Alegre. Foto: Gustavo Roth / @AgenciaPreview

Dobradinha do Jangadeiros! Breno Kneipp e Ian Paim são campeões e Lorenzo Bernd e Phillipp Rump vices do Brasileiro de 29er

Sábado (4), terceiro e último dia do Campeonato Brasileiro de 29er parecia que seguiria o mesmo caminho da sexta-feira: pouco vento e previsão de chuva forte. O panorama desenhado angustiava os atletas que já estavam com seus barcos na água esperando por uma condição mínima para largar, e ela veio. Depois de cerca de 20 minutos, um Nordeste de intensidade moderada entrou e quatro provas puderam ser realizadas, somando sete no total. Melhor para a dupla do Jangadeiros, Breno Kneipp e Ian Paim, que assim conseguiram o número mínimo de regatas para um descarte e sagraram-se campeões.

“Em nenhum momento ficamos preocupados com a nossa largada queimada no primeiro dia e a consequente punição. Tínhamos certeza que havia ainda muito campeonato pela frente e precisávamos seguir tranquilos para realizar o nosso melhor, e foi o que aconteceu “, conta Ian. Com o descarte, a dupla somou 9 pontos, três a menos que Lorenzo Bernd e Phillipp Rump, também do Clube dos Jangadeiros, que ficaram em segundo, e oito a menos que Lucas Cazale e Richard Freitas Hilbert, do Iate Clube do Rio de Janeiro, que completaram o pódio.

“Foi um campeonato muito técnico, onde conseguimos seguir a nossa estratégia traçada a risca. Estamos muito felizes de deixar este título aqui em casa, no Jangadeiros, ainda mais com a presença de nosso familiares e amigos”, diz Breno.

Sempre entre os três primeiro colocados nas sete regatas, a dupla formada por Lorenzo Bernd e Phillipp Rump ficou contente com o resultado. Por estarem treinando juntos há pouco mais de duas semanas, os jovens atletas do Jangadeiros acreditam que eles têm muito a crescer ainda juntos. “O primeiro dia de campeonato foi nossa quinta velejada juntos e já veio este resultado expressivo. Nossa comunicação no barco fluiu muito bem e esperamos que possamos fortalecer esta parceira para o Sul-americano da classe no final do mês”, fala Lorenzo.

Para a dupla carioca terceira colocada, que também se formou há pouco tempo, não ter arriscado um pouco mais, especialmente nas largadas pode ter sido o que faltou para atingirem um lugar mais alto no pódio. Além disso, Lucas Cazale e Richard Freitas Hilbert destacaram a diferença entre as raias do Guaíba e do Rio de Janeiro, onde costumam treinar.

“Aqui, por se tratar de água doce, o barco afunda um pouco mais. Então, sempre procuramos andar rápido, às vezes orçando também, para tentar evitar a perda de desempenho”, revela Lucas.

Confira a classificação completa aqui

Pedro Pesce entrega os troféus de vice-campeão brasileiro de 29er para Lorenzo Bernd e Phillipp Rump 

Próximo Campeonato Brasileiro de 29er será no Yacht Club Santo Amaro (YCSA), em São Paulo

Terminado o III Brasileiro de 29er, agora é olhar para frente. Satisfeito com o crescimento da classe – a edição do campeonato nacional deste ano foi a com maior número de barcos, 14 – o presidente da classe Hans Hutzler já confirmou a sede da competição em 2018. “Será no Yacht Club Santo Amaro (YCSA), em São Paulo. Acreditamos que o estado paulista tem um potencial imenso de crescimento e esperamos que também seja um sucesso como foi aqui no Jangadeiros. Ainda não há uma data definida, pois precisamos dar uma olhada no calendário de competições do ano que vem”, informa.

Pódio do Brasileiro de 29er com o Jangadeiros nos dois degraus mais altos

 

Dia Internacional da Mulher, 8 de março

Os resultados da IV Copa Brasil de Vela têm reforçado o protagonismo feminino no esporte. A cada regata, elas mostram sua força e se superam nas águas. Fernanda Oliveira e Ana Barbachan lideram no 470 feminino e estão no segundo lugar geral da classe. Isabel Swan, ao lado de Samuel Albrecht, lidera na Nacra 17 e as campeões olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze estão em terceiro na 49er, disputando somente com homens. Elas aproveitaram a última quarta-feira (8), data do Dia Internacional da Mulher, para deixar as suas mensagens.

 

2º Descobrindo a Vela no Jangadeiros reúne mais de 120 crianças

Nesta edição, dobrou o número de crianças. Conversa com campeões olímpicos Robert Scheidt, Martine Grael e Kahena Kunze foi atração

Pelo segundo ano consecutivo, o Clube dos Jangadeiros abriu as portas para receber a comunidade no Descobrindo a Vela. Iniciativa construída e idealizada pelo Diretor da Escola de Vela Barra Limpa, Alexandre Paradeda, em conjunto com a comodoria do CDJ, tem como objetivo apresentar a jovens de 7 a 14 anos o maravilhoso mundo dos esportes náuticos através de uma velejada gratuita pelo Guaíba. Em sistema de rodízio, os pequenos se revesaram nos barcos, dando oportunidade de todos sentirem o gostinho de navegar.

Em 2017, a novidade é que os pais puderam acompanhar seus filhos de perto durante o passeio. Eduardo Marquetti, pai da Beatriz e da Luisa ficaram contentes com a experiência.

 

“Tudo o que é novidade, apresenta desafios, é válido. É o primeiro contato delas mais próximo com os barcos e achei muito positivo e creio que vai acrescentar bastante na vida delas, quem sabe elas não seguem navegando?”, conta Marquetti.

 

Jaime Pehls, pai do Guilherme, gostou tanto da velejada que pretende se associar no Jangadeiros.

 

 

“Foi tudo de bom! O Guilherme adorou! Vamos até comprar um título aqui no Clube”, adianta Pehls.

 

 

Já o pequeno Arthur Pereira Lopes, de sete anos, venceu o medo de água e se atirou no Guaíba, ficando completamente encharcado. “Adorei ter me jogado na água, estava com bastante calor e o professor liberou para pular, isso porque eu estava de colete salva-vidas”, comemora o garoto.

Após o passeio de barco e o lanche com cachorro-quente e refrigerante, as famílias participaram de um bate-papo com os atletas olímpicos, Robert Scheidt, Martine Grael e Kahena Kunze. Uma oportunidade única de ver de perto o maior medalhista brasileiro e as únicas mulheres a ganharem um ouro em uma Olimpíada.

Entre uma resposta e outra, o multicampeão Robert Scheidt deu um conselho a quem está iniciando no esporte. ” A criança que vai velejar não tem que ter o intuito de virar um campeão, mas de ter prazer naquilo e viver em um ambiente saudável para, aos poucos, criar o instinto competitivo. Mas isso é até secundário. O principal é você aprender um esporte novo e maravilhoso como é a vela”.

Um momento que causou bastante movimentação no interior da Escola de Vela Barra Limpa, foi quando Martine anunciou que Kahena havia trazido a medalha de ouro olímpica. Foi só a campeã mostrar o objeto dourado para que os jovens pedissem para tocar e tirar fotos com ele.
Satisfeito com o resultado do evento, Xandi agradeceu a participação dos atletas olímpicos e enalteceu os benefícios que a vela podre trazer aos jovens.

“Fico feliz que conseguimos atingir mais jovens que no ano passado e assim mostrar o nosso esporte para um maior número de pessoas. Tenho certeza que a presença do Robert Scheidt, da Martine Grael e da Kahena Kunze colaborou e muito para esta presença em peso e por isso só tenho a agradecer a esses campeões. A vela é uma modalidade que pode vir a ter uma importância muito grande na educação de uma criança, transmitindo valores como: poder de decisão, respeito e cuidado com a natureza e responsabilidade com teu próprio barco. Além disso, é uma oportunidade de acabar com o tempo ocioso do jovem, que, hoje em dia, é um grande perigo da nossa sociedade”, finaliza Xandi.

Alexandre Paradeda, Diretor da EVBL e idealizador do projeto Descobrindo a Vela no Jangadeiros

Luíza Demoliner com a medalha de ouro olímpica

Clique aqui e confira a galeira de fotos completa do evento:


 

Jangadeiros sobe ao pódio no Sulcat e no

Sul-Americano de 470

João Kraemer e Daniele Capiotti, terceiros colocados no Sul-Brasileiro de Hobie Cat 16

Esses primeiros meses tem sido de ótimos resultados para os atletas do Jangadeiros. No último sábado (4), a dupla formada por João Kraemer e Daniele Capiotti ficou em terceiro lugar no Campeonato Sul-Brasileiro de Hobie Cat 16 – realizado no Iate Clube de Santa Catarina – Veleiros da Ilha – em Florianópolis. Os gaúchos somaram 13 pontos em nove regatas e ficaram atrás apenas de Felipe e Geisa Frey, de São Paulo, e dos campeões Ricardo Augusto Halla e Marcela Pereira, de Santa Catarina.

Durante os três dias de competição o vento deu um show a parte. Com intensidade progressiva, ele começou com 10 nós, passando para 18 no segundo dia e chegando a incríveis 23 nós no terceiro. A força do vento no último dia, inclusive, provocou avarias em alguns barcos. A água quente e cristalina e as belas paisagens da Ilha da Magia também foram destaques do Sulcat 2017.

João e Daniele foram os mais bem colocados da flotilha do Jangadeiros, mas os outros membros também representaram muito bem as cores do Clube. Mario Dubeux e Karoline Bauermann (4º), Aleks Vasconcellos, que competiu ao lado de Flávia Castro, de Santa Catarina, (10º), Clóvis de Oliveira e Kátia Debus (11º), Eduardo Citolin e Nathassia Aurich (12º) e Mário e Sandra Saffer (13º) também desempenharam um ótimo papel.

Fernanda Oliveira e Ana Barbachan e Andrei Kneipp e Tiago Brito entre os cinco primeiros no Sul-Americano de 470

Comodoro Manuel Ruttkay Pereira e as campeãs sul-americanas de 470, Fernanda Oliveira e Ana Barbachan

No mesmo final de semana, só que em Porto Alegre, no Veleiros do Sul, os atletas do Jangadeiros conquistavam mais um belíssimo resultado. As atletas olímpicas do Clube, Fernanda Oliveira e Ana Barbachan sagraram-se campeãs femininas do Sul-Americano de 470. Na classificação geral, a dupla terminou em terceiro, atrás apenas de Henrique Haddad e Breno Abdulklech, segundos colocados, e Geison Mendes e Gustavo Thiesen, os grandes campeões.

Logo atrás, veio outra equipe do Jangadeiros. Andrei Kneipp e Tiago Brito ficaram na quinta colocação geral e garantiram o vice-campeonato na categoria Júnior. O campeonato, que contou com 13 embarcações de Brasil. Argentina e Equador, teve nove regatas disputadas, oferecendo aos competidores a possibilidade de um descarte.

Durante os quatro dias do Sul-Americano, os atletas tiveram que conviver com condições climáticas vem variadas. No último dia, por exemplo, a entrada de uma frente fria, após a chuva, trouxe um vento de direção sul e com rajadas de até 23 nós de intensidade.

Dedá entregando o troféu de vice-campeões júnior de 470 para Tiago Brito e Andrei Kneipp

 

Sócio em foco: Ian Paim

“Estar próximo de grandes estrelas nesta Copa Brasil de Vela tem sido ótimo. Elas nos incentivam a treinar bastante, que assim, um dia o resultado vai chegar”

Você já deve ter ouvido aquele jargão popular: “Filho de peixe, peixinho é”. Na família Megiolaro este ditado se aplica perfeitamente, em especial pelo animal representado – um símbolo das águas. Ian Megiolaro Paim, filho de Caren e Cid Paim, herdou do pai a paixão e o talento para vela. Paixão esta transmitida também a Vitor, seu irmão mais novo.

Comandante do Alvará, Cid é o atual campeão da Regata Comemorativa ao Aniversário de 75 anos do Clube dos Jangadeiros na categoria Cruzeiro 23 pés. Agora, se o pai se dedica as embarcações de oceano, Ian resolveu ir para outro caminho, o dos monotipos – ainda que faça parte da tripulação do Alvará com frequência.

Sócio do Jangadeiro há seis anos, o garoto de 16 anos, não é de falar muito, mas suas conquistas e feitos no esporte falam por ele. Ao lado do amigo Breno Kneipp, na classe 29er, Ian tem um currículo invejável para qualquer veterano do esporte. Campeão da Copa Brasil de Vela em 2015, vice-campeão da Copa da Juventude em 2016, nesta semana conquistou o título de Campeão Brasileiro de 29er.

“Foi uma emoção muito legal ter vencido este título, ainda mais dentro do Clube, defendendo nossa casa e a nossa raia”, disse Ian logo após o título. Nesse mesmo campeonato, o garoto também teve uma emoção diferente, ele pode dividir a raia com o seu irmão Vitor, que também correu o Brasileiro.

Passada a comemoração do título e disputando a II Copa Brasil de Vela Jovem, o campeão tenta aprender ao máximo com os atletas olímpicos. Desde um pequeno ajuste no barco, até conselhos sobre a alimentação e dicas de métodos de treinamentos são muito bem observados pelos olhos atentos de Ian.

Fora da raia, o jovem gosta de praticar inglês, malhar e aproveitar os pequenos momentos da vida. No Jangadeiros, ele viveu uma dessas passagens simples, em que o importa mesmo e a alegria das boas companhia.

“Lembro quando estavam botando areia na baia do Jangadeiro, o que acabava deixando algumas poças de lama quando chovia, então, nós ficávamos arremessando uns nos outros”, recorda.

Ian Paim,  ao lado de Breno Kneipp, em ação no Brasileiro de 29er 2017

 

Os cuidados com a visão por Afonso Reichel Pereira, médico oftalmologista e sócio do Jangadeiros

“Fazer as pessoas voltarem a ter visão até parece sobrenatural A medicina desde criança me fascinava e eu sempre soube o que trilhar para exercer, o que nem posso chamar de profissão, algo que me dá tanto prazer”

Apaixonado pelo universo náutico desde seus quatro anos, quando seu pai construiu em casa um veleiro de casco escamado e velas de algodão, Afonso Reichel Pereira, ou Doutor Pereira como é mais conhecido, também começou a nutrir uma afixação pela medicina desde cedo.

Inspirado em seu padrinho, Dr. Paulo Pereira, anestesista precursor na área, ele entrou na Fundação Faculdade Federal de Ciências Médicas em 1972, concluindo o curso em 1978. No último ano de sua formação fez estagio no Instituto de Oftalmologia Ivo Correa Mayer que ocupava o 2º andar do Hospital Santa Rita, onde mais tarde seria aprovado na residência em oftalmologia.

Após dois anos, foi para Boston estudar no Retinal Fundation para desenvolver técnicas cirúrgicas e uso do laser em oftalmologia. “Grandes Avanços vindos dos EUA nos assombravam, lá aprendi a trocar o conteúdo do olho por um substituto (Vitrectomia)”, conta Pereira.

Quais são os problemas de visão mais comuns na sociedade?

A Catarata, que é reversível basta cirurgia, todavia nem todos têm acesso a este procedimento no mundo. O diabete também é causa de cegueira, acompanhado do glaucoma e da degeneração da mácula, esta última esta relacionada à exposição a raios ultravioletas (segundo algumas pesquisas internacionais).

Qual é a melhor forma de proteção contra a degeneração da mácula?

Desde jovens é muito importante usar óculos com proteção UV, que não necessitam ser escuros. Mas cuidado com os óculos sem certificação. Estes modelos, sem proteção contra raios UV, escurecem as pupilas dilatando-as, facilitando assim a penetração do sol.

Que outras dicas de prevenção podem ser dadas para evitar problemas oftalmológicos?

Como a estimativa de vida está aumentando, cada vez mais temos que preservar o sentido da visão. Por isso, é recomendável manter os olhos lubrificados. Quem possui mais de 40 anos e sofre com o olho seco sabe o quanto isso incomoda. Para esses casos, é contra indicado os colírios que tenham vasoconstritores (aqueles que deixam os olhos bem branquinhos).

 

Venha para a 1ª Velejada na Lua Cheia

Evento acontece neste domingo (12)  das 18h às 22h

Dando um tempo nas grandes competições de março, o domingo reserva um momento de confraternização entre os sócios do Jangadeiros. A 1ª Velejada na Lua Cheia promete boas risadas e belas imagens para se registrar.

O percurso terá a saída até a última bóia canalete do Clube, por boreste, contornando a ilha com segurança e rumando boia a montar por bombordo no meio caminho de Ipanema. A chegada se dará pelo canal de acesso ao CDJ. Um bote de segurança estará a postos no circuito, enquanto tiverem barcos em água.

Após a velejada, haverá uma confraternização no restaurante da ilha, próximo das 21h, com direito a carreteiro e bebidas. Um prêmio simbólico ao fita azul (primeiro barco a cruzar a linha de chegada) e ao penúltimo colocado.

Obs: Em caso de mau tempo, evento será anulado,mas confraternização será mantida. Neste caso, das 18h30 às 21h, no Restaurante da Ilha.

Informações: Secretaria Esportiva pelo email [email protected] ou pelo telefone (51]) 30.94.57.64 e pelo email [email protected].

Inscrições: Enviar e-mail com antecedência com nome do veleiro, quantidade de pessoas a bordo e se tem interesse de participar do jantar de confraternização. A inscrição é dada como válida assim que o barco passar pela linha de largada no horário definido.

Programação da velejada

18h – Reunião com todos os tripulantes das embarcações no Espaço Temático em homenagem à Marinha do Brasil, próxima a Escola de Vela Barra Limpa, para instruções da velejada e outros avisos da Diretoria de Cruzeiro.

18h10min – Deslocamento dos tripulantes para os seus barcos;

18h20min – Ocupação do local do canalete de saída do Clube até as 18h40min;

18h45min – Buzina sinalizando cinco minutos para a largada;

18h50min – Largada;

20h45min – Horário-limite para chegada, caso ultrapassado, fica autorizado o uso do motor.

21h00      – Confraternização no Restaurante da Ilha.

Em casos excepcionais, a comissão poderá autorizar o uso do motor durante o percurso. Essa e outras informações serão repassadas pelo rádio, através do canal 69.

 

Clicks no Jangadeiros: campeões olímpicos concedem entrevistas no Clube

Martine Grael e Kahena Kunze em entrevista ao Globo Esporte contam sobre a experiência de competir com os homens nesta IV Copa da Juventude

Robert Scheidt em entrevista à Rede Globo fala dos desafios da 49er neste novo ciclo olímpico

Martine Grael e Kahena Kunze contam à Like Magazine como cuidam da vaidade no esporte

 

Agenda de eventos

 Data   Evento    Local
 05 a 11/03   IV Copa Brasil e II Copa Brasil de Vela Jovem   CDJ/VDS
 12/3   Velejada na Lua Cheia   CDJ
 18 e 19/3   Copa Cidade de Porto Alegre   CDJ
 22 a 25/3   Sul-americano de 29er   CDJ
 25/3   Brechó – Congresso Náutico 2017   CDJ

 

Jangadeiros na mídia

Nesta última segunda-feira (6), o Jangadeiros ganhou um super destaque nas páginas da Zero Hora. O projeto Descobrindo a Vela no Jangadeiros ganhou 3 fotos na contracapa do jornal e mais uma página inteira no interior, com mais duas fotos. Foi destacado a emocionante palestra do Robert Scheidt e da dupla Martine Grael e Kahena Kunze.

 

JORNAL ZERO HORA, 6 DE MARÇO, contracapa

Jangada News

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Kitesurfe colore o céu no quarto dia de Copa Brasil de Vela

A quinta-feira foi de estreia na Copa Brasil de Vela. Os belos kitesurfes fizeram sua primeira aparição no maior campeonato nacional da modalidade. Voadora e radical, a nova classe chamou a atenção dos curiosos que observavam as regatas no Guaíba.  Dia também ficou marcado por vitórias de Robert Scheidt na 49er e mudança no primeiro lugar na 29er. Duplas do Jangadeiros brigam regata a regata pela liderança na classe da II Copa Brasil de Vela Jovem.

Foto: Gustavo Roth / @AgenciaPreview

Confira os resultados parciais:

Finn

470

RSX Masc

RSX Fem

Laser Standard

Laser Radial

Nacra 17

49er

29er 

420

Kitesurfe

VOOS DO KITESURFE SÃO ATRAÇÃO À PARTE NA COPA BRASIL DE VELA

Nova classe tem seu primeiro dia de competição em Porto Alegre. Evento é válido também como 1ª etapa do Campeonato Brasileiro de Hidrofoil

(por CBVela)

Os barcos que estão na disputa da IV Copa Brasil de Vela e da II Copa Brasil de Vela Jovem ganharam a companhia de uma nova classe — voadora e radical — nesta quinta-feira, nas águas do Guaíba, em Porto Alegre. As pranchas do kitesurfe deram um colorido especial à competição. Apesar do vento fraco, foram realizadas as quatro regatas previstas de Hidrofoil, em evento válido também como 1ª etapa do Campeonato Brasileiro da categoria. É o casamento da emoção de um esporte eletrizante com a tradição vitoriosa da modalidade que mais conquistou medalhas de ouro olímpicas para o Brasil.

“Com essa proximidade entre a ABK e a CBVela, conseguimos unir a prática de mais de 20 anos que nós temos do kitesurfe com toda a tradição que a vela já construiu ao longo dos anos”, avalia Augusto Sampaio, presidente da Associação Brasileira de Kitesurfe (ABK).

A competição de Kitesurfe Hidrofoil em Porto Alegre conta com duas categorias: Tubular e Foil. Na primeira, os kites são equipados com velas infláveis, enchidas por uma bomba manual, diferentemente da segunda, que conta apenas o vento como propulsor durante a regata, formando uma espécie de parapente.

As séries foram bastante disputadas entre os velejadores, com um total de 11 inscritos. Na disputa do Foil, ao fim do primeiro dia, Bruno Lobo, atual campeão brasileiro de Hidrofoil, venceu as quatro provas e é o líder. Wilson Veloso aparece em segundo lugar, à frente de Roberto Veiga e Arthur Veloso, jovem de apenas 15 anos. No Tubular, o pernambucano Eduardo Fernandes venceu as disputas.

“Contamos uma estrutura excepcional que foi disponibilizada para a ABK realizar a prova. Não só de equipamentos, mas das pessoas envolvidas. A condição de ventos variou bastante, deixando a competição ainda mais acirrada. Esta sexta-feira será mais um dia de grandes disputas”, analisou Augusto Sampaio.

Terceiro dia de regatas da Copa Brasil de Vela tem estreia da classe Finn. Confira os resultados.

O vento demorou para oferecer condições para a realização das provas desta quarta-feira. Mas, depois de quatro horas de espera, os barcos foram para água e, ao menos, uma regata por classe pode ser feita. A tarde foi de estreia olímpica nas águas do Guaíba. Quarto colocado nos Jogos Rio 2016, Jorge Zarif, o Jorginho, não deu chance para ninguém na estreia da classe Finn na IV Copa Brasil de Vela. O atleta venceu as três regatas do dia e lidera com folga a competição. Amanhã iniciam as provas do kitesurf. (Fotos  Gustavo Roth/AgenciaPreview)

A seguir, confira os resultados provisórios de todas as classes e uma matéria produzida pela Confederação Brasileira de Vela (CBVela) sobre o surgimento de novas promessas da modalidade.

Resultados

Finn

470

RSX Masc

RSX Fem

Laser Satandard

Laser Radial

420

29er

49er

COPA BRASIL DE VELA JOVEM DÁ OPORTUNIDADE DE DESENVOLVIMENTO ÀS PROMESSAS DA MODALIDADE

Competição coloca jovens velejadores ao lado de ídolos do esporte brasileiro

(por CBVela)

O caminho até o topo no esporte de alto rendimento começa como uma brincadeira de criança, mas tem o seu momento decisivo. Seguir no esporte apenas como lazer ou investir a sério? Atenta ao desenvolvimento da modalidade, a CBVela (Confederação Brasileira de Vela) promove, nesta semana, a II Copa Brasil de Vela Jovem em paralelo à IV Copa Brasil de Vela, em Porto Alegre. É uma forma de estimular o intercâmbio das promessas do esporte com ídolos como Fernanda Oliveira, Isabel Swan, Kahena Kunze, Martine Grael e Robert Scheidt, medalhistas olímpicos do Brasil.

“O brilho no olhar muda. Os jovens estão mais focados e mais dedicados. Eles veem que os atletas com mais tempo de estrada passaram pela mesma coisa que eles estão passando e conseguem ver que podem chegar lá também”, afirma o diretor de Vela Jovem da CBVela, Alexandre Paradeda.

A iniciativa de fazer os dois campeonatos juntos começou em 2015. Além disso, Paradeda, destaca duas ações da CBVela voltadas para o desenvolvimento de novas promessas: o empréstimo de barcos 470 para uso entre os jovens atletas e a chance dos velejadores da Vela Jovem serem treinados pelos mesmos técnicos dos atletas da seleção principal.

“A ideia da Confederação foi ter todos os atletas juntos num ambiente competitivo para que esta convivência motive os mais novos a seguir uma carreira olímpica”, comenta Alexandre. Um dos destaques da II copa Brasil de Vela Jovem é André Fiuza, que até o final do terceiro dia de regatas, lidera na classe 420, ao lado de Pedro Zonta, com apenas seis pontos perdidos.

“Unir a juventude com atletas olímpicos foi uma ótima iniciativa da CBVela. Isso é bem útil para observarmos as classes olímpicas, termos um contato mais próximos com os atletas olímpicos e ainda ter um treinamento extra com os técnicos deles”, avalia André. “O clima aqui é o melhor possível, fazemos amigos, conhecemos novas pessoas e o jeito diferente de velejar dos estrangeiros, o que é muito válido nas provas internacionais”, acresecenta.

O projeto de Vela Jovem da CBVela tem o patrocínio do Grupo Energisa. A II Copa Brasil de Vela Jovem conta com as seguintes classes: RS:X (Masc e Fem.), Laser Radial (Masc e Fem.), 420 (Masc. e Fem.), 29er (Masc e Fem.) e Hobie Cat 16 (Aberto).