Beleza Pura! Jangadeiros é destaque na Zero Hora

O belíssimo click da associada Flávia Magalhães Howes do pôr do sol no Janga abriu a coluna LEITOR, publicada na página 4 do jornal Zero Hora desta quarta-feira (12). Parabéns Flávia! Foi show!

Chegou o momento da Copa Cummins, no México

 

Na próxima quarta-feira (19) até 23 de julho estará em curso a Cummins Marine Hobie Cat 16, na costa de Yucatán, no México. Segundo o site da ABHC, pelo menos três tripulações brasileiras estarão representando o Brasil na tradicional competição que neste ano completa 20 anos e, em vista da proximidade com os Jogos panamericanos, tomou uma roupagem internacional.

E quem representa o Jangadeiros no campeonato é a consagrada dupla Mario Roberto A. Dubeux e Karoline da S. Bauermann. Estão confirmadas tripulações do México, Brasil, Venezuela, Guatemala, Porto Rico, Argentina e os atuais campeões Mundiais (França). Saiba mais no link.

Copa Cummins, no México

Licie Fayet Hunsche e família deixa legado para as próximas gerações da vela

Mãe de Walter Hunsche, o Barra Limpa,  faleceu nesta última quinta-feira (13). A Comodoria, Conselho e associados deixam a sua homenagem e o agradecimento pela generosidade e visão de Dona Licie e de sua família ao doar ao Clube a Escola de Vela Barra Limpa, grande estimuladora do esporte e de onde se formaram grandes atletas e alguns dos maiores campeões da vela.

“O Barra Limpa era filho de um empresário muito bem sucedido na época. O  pai era dono da Imcosul, uma das mais famosas redes de lojas do Rio Grande do Sul.  Num belo dia alguém o trouxe para o Jangadeiros, já que eles eram moradores da Vila Conceição. E a vida para ele se modificou por completo. O Barra Limpa se juntou aos velejadores de Pinguim da época e se tornou Campeão Brasileiro de Pinguim na proa de José Adolfo Paradeda, o Careca, o pai do Xandi. E depois ele representou muito bem o Brasil fora daqui.

E a família reconheceu que o menino se modificou, que pôde expandir as suas potencialidades no Jangadeiros. Era carinhoso, carismático, prestativo e  a vela foi ganhando espaço na sua vida. Então, após a sua morte em um acidente de carro, em 1971,  a família, muito agradecida por esse tempo que o Barra Limpa viveu no Clube, decidiu que a memória dele deveria ser preservada para propiciar a outros jovens a mesma experiência.  O nome dele vai ficar e vai ficar junto esta estrutura qualificada que está formando muitas gerações.

Liciê Hunsche era a mãe do Barra Limpa,  a esposa do Werner Hunsche, quem literalmente contratou o projeto e colocou à disposição do Jangadeiros uma Escola que hoje comemora mais de 40 anos, a primeira do Rio Grande do Sul e uma das mais capacitadas do Brasil”.  Obrigada Licie!

Comodoro Manuel Ruttkay Pereira 

Parabéns aos formandos das turmas de Optimist da Escola de Vela Barra Limpa !!!

A vela traz disciplina, ajuda no foco nas crianças, cria espírito de equipe, responsabilidade.  Todos os pais que participaram da formatura da Escola de Vela Barra Limpa no último domingo aplaudem a experiência dos filhos. Próxima turma inicia em agosto !

É na próxima quinta-feira (13), às 17h!

 

A comodoria estará recebendo o presidente e os ex-presidentes do Conselho Deliberativo, ex-comodoros e suas esposas para o evento que irá encerrar a grande ação de plantio de mudas nativas no Jangadeiros. 

 

 

Algumas espécies já plantadas no Jangadeiros

Aroeira-vermelha

Pitangueira

Maricá

4º CRUZEIRAÇO AO ARAÇÁ !!

Todo mundo feliz! Esse era o clima do 4º cruzeiraço que reuniu 17 embarcações e 42 cruzeiristas no bonito final de semana de sol.

Parabéns organizadores ! Mais uma vez a mobilização e a parceria foi grande !

 

Capricho e dedicação !!

Grupo de 19 funcionários trabalha diariamente para deixar o Janga pronto para recebê-los.

Ao chegar no Jangadeiros, o associado ou visitante encontra um ambiente harmonioso, organizado e limpo. Por trás das condições de todos os espaços do Clube há uma equipe que trabalha firme, diariamente, para propiciar o melhor ambiente aos seus frequentadores.

O responsável por comandar todo o trabalho de manutenção e limpeza atende pelo nome deMarcos Rogério Santos de Godoy. Ele coordena uma equipe de 19 funcionários que trabalham desde a entrada do Clube até o início do Porto. “Os homens e mulheres se dividem em manutenções e serviços gerais que envolvem, por exemplo, a piscina, conserto de trapiche e rampas, limpeza das folhas, cuidados com o lixo, plantio e poda das árvores, pintura, manutenção de calçadas e telhados e diferentes tipos de obras e reformas”, detalha.

Em 12 anos de Clube, Marcos Rogério, morador do bairro Restinga, sai de casa todos os dias bem cedo para deixar os cerca de 7 hectares do Janga em ordem. “Comecei trabalhando em serviços gerais, depois passei para a manutenção, marcenaria, supervisor de manutenção e obras até me tornar coordenador”, conta. Trabalho é algo que não falta no dia a dia de Marcos Rogério e sua equipe. Para ele, o ambiente do clube é recompensador. “Gosto de trabalhar em meio à natureza”, afirma.

Lindo, né? Recomende para familiares e amigos!

Sócios e visitantes não cansam de elogiar o belo cenário do Jangadeiros. E quando ele está ambientado com iluminação e decoração especializada, o espaço fica deslumbrante. É o caso das imagens do casamento da contadora Daliene Ferreira de Carvalho Fidelix e do empresário
Luiz Sousa Fidelix apresentadas abaixo. Os dois não tiveram dúvidas em escolher o Jangadeiros entre as opções à margem do Guaíba.

“A iluminação usada a noite deixou o Clube ainda mais bonito. Conhecia o Jangadeiros apenas por fotos, mas tinha conhecimento de que o local era diferenciado”, diz Daliene, natural da Bahia e morando em Porto Alegre há 12 anos.

Parabéns ! Escola de Vela Barra Limpa forma novos alunos

Pais elogiam as mudanças na formação de seus filhos.
Aula experimental acontece no dia 12 de agosto (sábado).
Aulas abertas para sócios e não-sócios.

No próximo domingo (9), alunos das turmas Iniciação e Avançado Optimist irão receber os certificados em cerimônia na própria escola, às 11h. O título pode significar os primeiros passos de um futuro atleta do esporte ou mesmo o início da prática da vela como lazer. Há mais de 40 anos em atividades, a primeira escola de vela do Rio Grande do Sul já revelou ao País grandes atletas como a medalhista olímpica Fernanda Oliveira e o multicampeão brasileiro Alexandre Paradeda.

O descobrimento e formação de campeões, porém, acaba sendo uma consequência do trabalho que tem como principal objetivo difundir o esporte para as novas gerações e adultos interessados na prática. “A Barra Limpa é uma escola tradicional que já formou milhares de velejadores. Nossos professores e técnicos têm experiência e carisma para ensinar crianças e adultos a velejar com competência e diversão”, afirma o vice-comodoro esportivo, Rodrigo Castro.

A semente do esporte foi plantada em João Vitor Rocha de Barros, de 7 anos, um dos formandos. A sua mãe, Jaqueline Cesar Rocha, revela que João tem gostado muito da prática e que a possibilidade dele iniciar no mundo das competições já é um assunto abordado pela família. “Nesse primeiro momento, a vela é encarada como um esporte e uma forma de lazer. Mas já conversamos com ele que existe essa possibilidade. A ideia é dar continuidade nos cursos e ver se dá certo”, diz.

Se a carreira como atleta ainda é uma incerteza, a influência da vela no desenvolvimento de João mostra-se claro. “A gente percebe ele mais comprometido e responsável”, afirma. Outra qualidade que vem sendo florescida no João é a de senso coletivo. “Ele dá mais importância em dividir as atividades com os colegas e do trabalho coletivo que a Vela envolve”, conta Jaqueline.

Mudanças comportamentais também são observadas por Tatiana Barbosa em relação aos seus filhos LeticiaIsadora e Francisco – todos matriculados na Escola de Vela. Segundo ela, os pequenos de 13, 10 e 8 anos se tornaram mais independentes e organizados. “Eles tem que gerir necessidades e fazer muitas coisas sozinhos no barco, o que reflete em casa e na escola”.

A decisão de inscrever os filhos surgiu em uma aula experimental promovida pelo clube, que contou com a presença de medalhistas olímpicos como Robert ScheidtMartine GraelKahena Kunze e Fernanda Oliveira. “Eles entraram no barco e ficaram muito empolgados. Achei que seria interessante para eles conviver no meio ambiente e sair do eletrônico”, conclui.

Esporte completo

As aulas são recomendadas para crianças a partir de sete anos. Segundo o professor de Vela da escola, Fábio Peticowtz, os pré-requisitos são construídos com base na alfabetização e tamanho da criança. Conforme Peticowtz, a Vela é um esporte completo que contribui para o desenvolvimento de habilidades cognitivas e motoras de quem o pratica desde cedo.

Em Iniciantes, é ensinado o básico para velejar. Entre as disciplinas destacam-se a aprendizagem de nós, nomenclaturas e montagem do barco, direções dos ventos, manobras, formas de velejar, capacidade para virar e desvirar o barco, o uso da bolina, regulagem de velas, apresentação de percursos e treinos com e sem boias.

São 60 horas de aula que acontecem em média de 10 finais de semana. Nos sábados, das 13h30 às 17h30min, e nos domingos, das 9h30min às 12h30min. Esta modalidade é ministrada por três professores: Fábio PeticowtzCátia Pistorello e Peter Nehn.

Já no Avançado, os professores priorizam ensinamentos de regatas. O aluno tem a possibilidade de permanecer por tempo indeterminado nesse módulo e o objetivo é prepará-lo para integrar a Flotilha da Jangada (grupo de velejadores que competem representando o clube). Os dias e horários são os mesmos dos Iniciantes. As aulas são comandadas pelo Lucas Mazim, o “Sorriso”, atual campeão brasileiro de Snipe.

Nova turma: início em 19 de agosto

Os cursos completos, com todos os equipamentos, custam para sócios, R$ 100, e para não sócios, R$ 150, por mês. O total é de R$ 400 e R$ 600. A próxima turma inicia em 19 de agosto e segue até dezembro. No dia 12, a Escola Barra Limpa estará realizando uma aula experimental, aberta ao público. Importante lembrar que a grade está programada para dar alguns finais de semana “de folga” para os pais.

 João Vitor Rocha de Barros, 7 anos

Francisco (8), Letícia (13), e Isadora (10)

 

Sócio em foco: Anselmo Ohlweiler da Silveira

Nosso associado morou dois anos na costa do Brasil e mais dois anos no Caribe. Quando voltou teve a sua façanha contada em diferentes revistas especializadas em vela. “O meu filho me acompanhou por um ano na costa brasileira, onde fui até assaltado por piratas”, recorda.

Na primeira vez que Anselmo Ohlweiler da Silveira viajou ao Caribe a turismo, ficou encantado com as paisagens e com a quantidade de veleiros que havia por lá. O cenário fez com que ele fizesse uma promessa: “Um dia eu vou estar aqui com meu barco”, prenunciou. No retorno da viagem, começou a arquitetar seu sonho. Por cinco anos, construiu seu barco de aço com aproximadamente 12 metros. Após a conclusão da embarcação, o primeiro grande rumo foi o Caribe.

Essa foi uma das maiores aventuras vivenciadas por Silveira, sócio antigo do clube, velejador e advogado aposentado. Além de todo o projeto para a elaboração do barco, ao sair de Porto Alegre ele morou por dois anos na costa do Brasil e mais dois anos no Caribe. Quando voltou teve a sua façanha contada em diferentes revistas especializadas em vela. “O meu filho mais novo me acompanhou por um ano na costa brasileira, onde fui até assaltado por piratas. Tenho muitas histórias desses quatro anos”, recorda.

Depois dessa excursão, Silveira ficou um período afastado do clube, mas a sua afeição pelo local fez com que ele retornasse. “Para mim, é um dos clubes mais bonitos do mundo e com uma ótima infraestrutura. Falo isso com a experiência de quem conheceu vários clubes e marinas internacionais”, declara o velejador.

Atualmente, Silveira possui um barco menor, de 24 pés, que utiliza para navegar no Guaíba e na Lagoa dos Patos. A paixão pela navegação foi despertada cedo em sua vida. “Tinha barcos pequenos e fui convidado para participar de uma flotilha no Jangadeiros. Me associei e comecei a correr regatas. Dali em diante nunca mais parei”, conta.

Natural de São Francisco de Paula, Silveira se mudou para a Capital com apenas dois anos, cidade onde cresceu e foi criado. Os diferentes lugares que morou ao longo dos seus 67 anos de vida possuem uma similaridade: a proximidade com a água. Em Porto Alegre, ele mora em Ipanema, mas também possui uma casa em Tapes, às margens da Lagoa dos Patos. “Desde guri gostei de estar perto da água”, afirma.

Pai de Anselmo FilhoWilson e Luana, Silveira passou o fascínio pela navegação a um de seus filhos que hoje possui barco e mora em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Todos foram frequentadores do Jangadeiros, mas estão afastados em função de morarem em outras cidades. Atualmente, quem acompanha Silveira no clube é a sua esposa Tania Leiria. “Aproveitamos muito o restaurante, a ilha e velejamos”, diz.

Anselmo Ohlweiler da Silveira e a esposa Tania Leiria