Do dia 10 ao dia 18 de novembro, o Clube dos Jangadeiros recebe o Campeonato Brasileiro de Hobie Cat 14 e 16, o primeiro dos seis grandes eventos que o Clube sediará em seu Projeto 6×6 (seis competições promovidas em seis meses).
O capitão da flotilha de Hobie Cat do Clube, Mario Dubeux, afirma que a expectativa é de que o campeonato envolva cerca 80 atletas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Sergipe, Pernambuco, Paraíba e Ceará. Além disso, o evento será classificatório para o próximo Campeonato Mundial de Hobie Cat 16, na França.
A última vez que o Janga sediou o BRASCAT havia sido em 2005, 12 anos atrás. “Temos todas as condições de fazer um campeonato para ficar na história. Já fizemos uma vez e queremos repetir agora. Vamos fazê-lo com muito carinho”, afirma Mario Dubeux.
A organização do Campeonato Brasileiro da Classe Hobie Cat 14 e 16 no ano de 2017, estará ao encargo do Clube dos Jangadeiros e Flotilha 051 – Porto Alegre/RS da Classe Hobie Cat 16, sob a coordenação e supervisão da Associação Brasileira da Classe Hobie Cat (ABCHC) e da Confederação Brasileira de Vela (CBVela).
https://www.jangadeiros.com.br/wp-content/uploads/2017/10/22687932_1820181371345029_2630542929895413024_n.jpg480720Rômulohttps://www.jangadeiros.com.br/wp-content/uploads/2024/02/logo340w-1.webpRômulo2017-10-20 12:00:352017-10-25 10:05:53Agende-se: de 10 a 18 de novembro Jangadeiros sedia o Campeonato Brasileiro de Hobie Cat 14 e 16
Newsletter do Clube Jangadeiros – Porto Alegre – Edição 20 de outubro de 2017
Na próxima quinta-feira (26), os sócios Cleonice Bourscheid e Aristóteles Bourscheid autografam o livro Ave, Água, no restaurante da Ilha
Obra inédita reúne poesia, meio ambiente e fotografias de diversos lugares do mundo. Evento será acompanho por recital. Agende-se para às 19h!
Ave, água é o terceiro volume da trilogia composta por mais dois livros
A escritora, professora, tradutora, produtora cultural e sócia do Janga há cerca de 40 anos,Cleonice Bourscheid, faz o pré lançamento do seu novo livro de poesias Ave, Água, com sessão de autógrafos na próxima quinta-feira (26), a partir das 19h, no restaurante da Ilha. A obra reúne poemas inéditos da autora, inspirados na natureza e ilustrados com fotografias de Aristóteles Bourscheid, esposo, velejador campeão e sócio do Janga, além de companheiro de viagem de Cleonice. A entrada é gratuita e aberta ao público em geral.
O projeto Ave, Água propõe o diálogo entre diferentes formas de expressão artística: poesia, fotografia e música. Ave, água é o terceiro volume da trilogia composta pelos livros Ave, Pássaro e Ave, Flor, todos com a proposta de unir verso, imagem e sensação. O encontro da natureza e o verso são presentes na obra de Cleonice. Em 2015, ela recebeu o Prêmio Filoteo Amodeo, em Castiglioni di Sicilia, pelo livro Piquenique no Jardim, obra poética que propõe a interação entre poesia, arte, culinária e o teatro infantil.
Na ocasião do lançamento, acontecerá o recital Ave, Água, com composições deFernando Mattos, interpretações das sopranosClarice Bourscheid, Candice Mascarello e Luciana Kiefer. O violão é deFernando Mattose acordeon deFernando Ávila.
1° Estadual de Kite Hydrofoil é conquistado por Marcelo Bernd
O velejador criou no Jangadeiros a primeira flotilha de Kite Hydrofoil no Rio Grande do Sul
O esporte chegou ao Rio Grande do Sul no mês de março com disputas na 4ª Copa Brasil de Vela
A primeira edição do Campeonato Estadual de Kite Hydrofoil encerrou no último final de semana no Jangadeiros (14) . O Kite Hydrofoil é uma modalidade disputada com uma prancha, equipada com um dispositivo que funciona com um hidrofólio e é capaz de desenvolver velocidades acima de 60 km/h. Os atletas usam apenas o vento para impulsionar as velas, formando uma espécie de parapente.
O esporte, que faz parte da categoria das hydrofoils, chegou ao Rio Grande do Sul em março com regatas disputadas durante a 4ª Copa Brasil de Vela. Foi o que levou o velejadorMarcelo Bernda montar no Jangadeiros a primeira flotilha de Kite Hydrofoil no Rio Grande do Sul. Vale lembrar que o kitesurfe, uma das variações da prancha com vela, poderá participar da Olimpíada de Tóquio, em 2020, como esporte de demonstração.
Próximo campeonato deve contar com pelo menos 20 participantes
Os participantes entraram na água para valer para as quatro regatas de sábado – na sexta, a falta de vento impediu a realização das provas –, disputadas com as mesmas regras da vela. Organizador do evento, Marcelo Bernd ficou com título de primeiro campeão gaúcho, terminando o campeonato com apenas quatro pontos perdidos.
“O mau tempo durante a semana atrapalhou um pouco, principalmente na sexta, mas houve um interesse imenso do público e já há planos para disputar o Estadual com pelo menos 20 participantes no ano que vem”, disse. “Vale ressaltar também o papel do clube como incentivador do Kite Hydrofoil, como de outros esportes”.
JáBreno Kneipp, atual campeão brasileiro e sul-americano na 29er em dupla comIan Paim, deu um tempo na preparação para o Mundial da classe, na China, em novembro, e foi o campeão sub-18, ficando ainda com o segundo lugar na classificação geral, com dez pontos perdidos. Velejador desde os oito anos de idade, ele pratica o Kite há oito meses e disse ter sido atraído pela velocidade: “É um esporte que ainda vai crescer, o barco voa acima da água”.
Guilherme Fonseca Alvaresficou com terceira colocação Geral. JáLorenzo Bernd, filho de Marcelo, foi vice-campeão na classe Sub-18 e ficou em 4° na Geral, enquantoMarcelo ApojaeRafael Paradedaterminaram empatados na quinta colocação.
Todos os atletas foram premiados com troféus, assim comoCarlos Henrique de Lorenzi, o Dedá, ex-campeão mundial de Snipe e juiz nacional de regatas, homenageado como incentivador dos novos esportes no Jangadeiros.
Cristian Yanzer e Eduardo de Oliveira orientam sobre os benefícios dos aplicativos Windy e Navionics
Os cruzeiristas que compareceram no Restaurante da Ilha puderam conferir uma palestra repleta de aprendizado e tecnologia
Palestra teve o objetivo de conscientizar os sócios sobre a importância da navegação segura
Os cruzeiristas que compareceram na terça-feira à noite no Restaurante da Ilha puderam conferir duas palestras repletas de aprendizado e tecnologia que foram ministradas com o objetivo de orientar sobre segurança e eficiência na navegação desportiva e de cruzeiro. O cruzeirista e comandante de linha aérea Cristian Yanzer e o instrutor de vela Eduardo Bojunga de Oliveira falaram, respectivamente, sobre meteorologia e navegação por meio da utilização do Windy e do Navionics, aplicativos que foram apresentados pelos palestrantes de forma detalhada e precisa. A interatividade deu o tom do evento, o que fez com que os sócios, através de seus smartphones e tablets, pudessem acompanhar Yanzer e Bojunga em tempo real, solucionando dúvidas e recebendo orientações indispensáveis à navegação segura. Conhecimentos básicos sobre a meteorologia na nossa região também foram transmitidos aos presentes.
O Windy, aplicativo relacionado às questões meteorológicas, foi detalhado pelo cruzeirista Cristian Yanzer. Segundo ele, o app traz uma precisão apurada no que se refere às chuvas, velocidade e direção dos ventos e, para aqueles que pretendem velejar em alto mar, o aplicativo ainda disponibiliza as condições das ondas e correntes marítimas. Tudo facilmente configurado. Yanzer comentou que sempre que o usuário optar pela utilização do sistema europeu (ECMWF) a margem de erro irá girar em torno de 9km no destino em que se busca a previsão, já se o sistema escolhido for o americano (GFS), a margem de erro aumenta para aproximadamente 22km. Ponto para os europeus.
Um dos tópicos positivos do Windy é seu sistema de alerta, que permite ainda mais segurança para quem navega. O usuário configura o que deseja receber como aviso e o app o faz com maestria via email. Por exemplo: o velejador deseja saber quando os ventos irão aumentar em determinada localidade. Basta programar o aplicativo para receber no smartphone, por email, um alerta da direção e velocidade dos ventos naquele destino com boa margem de segurança e antes da ocorrência severa. E não é apenas a direção e velocidade dos ventos que o programa avisa, ele também alerta para a quantidade de chuva, alagamentos e as ondas, tudo pela proteção de quem navega. A ferramenta de alerta de alagamentos, em específico, também objetiva o bem estar das grandes cidades, declarou o palestrante, uma vez que durante a primavera e o outono, épocas de transição meteorológica, os mesmos são bastante comuns.
Navionics é capaz de criar rotas automáticas que disponibilizam trajetos mais seguros
O instrutor de vela do clube, Eduardo Bojunga de Oliveira, abordou o Navionics HD, app que, assim como o Windy, está disponível em smartphones e tablets. Por no máximo 16 dólares e uma atualização de 50% desse valor, o usuário tem acesso a várias informações úteis para quem busca navegar com proteção. Eduardo argumentou que o app é capaz de criar rotas automáticas que disponibilizam trajetos mais seguros e com a maior quantidade de água possível, afim de evitar que as embarcações encalhem. O aplicativo também desenha o caminho contrário, ou seja, a rota inversa, usando como base a rota já pré-estabelecida pelo usário no app, o que confere ao velejador um suporte essencial. Essas mesmas rotas, segundo Eduardo, podem ser gravadas pelo app e enviadas a outras pessoas e dispositivos, possibilitando o compartilhamento dos lugares e das experiências.
De acordo com o instrutor de vela, o Navionics tem as suas limitações e quem navega deve ficar atento: os waypoints (pontos marcados pelo velejador) não podem ser editados depois de salvos, arquivos KMZ (que o próprio Navionics gera) não podem ser importados por smartphones de contas diferentes, mas apenas por dispositivos GPS tradicionais de mão e chartplotters, os dados entregues durante a utilização do programa são limitados (COG, SOG, DTW, ETA, Lght e Time).
À frente da organização de mais esse evento, o diretor de cruzeiro, Henrique Freitas, argumentou que as palestras aconteceram com o objetivo de conscientizar os presentes sobre a importância da navegação segura. “Tanto o Windy quanto o Navionics são ferramentas que, quando bem utilizadas, trazem benefícios a quem veleja, então nada mais justo do que compartilhar com os cruzeiristas detalhes sobre os aplicativos”, relatou Freitas. Segundo ele, compartilhar o conhecimento pode resultar em uma navegação tranquila e com mais proteção.
Plano de Recuperação em área do Janga está com cronograma em dia
Projeto contou com o plantio de 526 mudas de árvores nativas
Foram plantadas apenas árvores nativas de ocorrência local e importância ecológica, que geram melhoria de características física e química do solo e possuem interação com a fauna local
O plano que está sendo executado em território próximo ao porto e à quadra de beach tennis do Janga, está com o seu cronograma em dia e em plena atividade. O sócio Adriano Salvaterra, biólogo responsável pelo PRAD, explica, em detalhes, o andamento do projeto.
“O plano está com seu cronograma em dia com “estrelinhas”. O relatório anual que deve ser entregue em dezembro já foi encaminhado ao poder público em setembro. A vegetação foi implantada em quase sua totalidade após alguns eventos importantes envolvendo a comunidade de sócios do Clube dos Jangadeiros.
Resta manter, incrementar e possibilitar o desenvolvimento da vegetação herbácea e arbórea, com a habilitação da área á fauna local. O objetivo é tornar o ambiente próprio para que haja a real interação entre animais e a vegetação implantada, bem como fixação do solo por esta vegetação. O processo demandará certamente alguns anos, está estimado no projeto aprovado 5 anos. Neste caminho, a gerência do Clube deverá incrementar algumas atividades de educação ambiental para inserção da comunidade envolvida.”
Balestrin é premiado na Semana Buenos Aires
Nosso atleta foi o 4° brasileiro melhor colocado na classe Optimist Veterano
Sediada pelo Yacht Club Argentino, disputa reuniu mais de 1.100 participantes divididos em 21 classes
Nosso atleta Lorenzo Balestrin garantiu um ótimo resultado na Semana de Buenos Aires e foi um dos premiados em sua classe, destacando na 13° posição da classificação Geral na Optimist veterano. A competição, sediada pelo Yacht Club Argentino, encerrou nesta segunda-feira (16) e reuniu mais de 1.100 participantes divididos em 21 classes.
Na categoria veterano de Optimist, participaram 239 velejadores, sendo 47 brasileiros. Balestrin, após correr o total de 10 regatas, foi o 4° brasileiro mais bem colocado na disputa que reuniu velejadores do Brasil, Argentina, Peru, Uruguai, Equador e Chile.
“Foi uma competição bastante difícil e de alto nível, mas boa para ganhar experiência. Fico feliz com o resultado”, afirmou Lorenzo.
Sócio em foco: Marcia Maria Thom
A leitura é um dos maiores hobbies de Marcia, frequentadora assídua do Janga
A nossa sócia gosta de contemplar a natureza do Janga na companhia de um bom livro
Natural de Santo Ângelo, maior município da região das Missões localizado no noroeste do Estado, Marcia Maria Thom tem o Clube dos Jangadeiros como um refugo do agito da Capital e um lugar que lhe faz lembrar de sua cidade natal. Ela e a sua família são frequentadores assíduos do Clube há mais de 15 anos.
“É muito importante ter em uma cidade grande como Porto Alegre um lugar que tu possas relaxar. É difícil um final de semana que não comparecemos ao Clube”, conta. As suas idas ao Janga são sempre acompanhadas pelo seu marido, engenheiro e velejador do Clube, Diego Vier Loss, e o filho do casal, Guilherme, de 9 anos. O pequeno, aliás, já começa a seguir os passos do pai e do tio Felipe Vier Loss, também sócio e velejador do Clube, ao fazer parte da Escola de Vela Barra Limpa nos finais de semana.
“Sempre viemos em família. No inverno, aproveitamos para fazer piquenique, andar de bicicleta, entre outras coisas e, no verão, utilizamos o espaço da piscina. Eu também gosto muito de ler, de sentar embaixo da árvore e aproveitar. É maravilhoso!”, destaca.
A nossa sócia acompanhada do marido Diego Vier Loss, engenheiro,
sócio e velejador do Clube
Marcia atua como bancária na Bradesco Seguros. Se mudou para Novo Hamburgo em 1998 e de lá para Porto Alegre em 2007, quando Guilherme nasceu. Nos seus tempos de lazer, a leitura é um dos seus maiores hobbies. No momento, está lendo Mansfield Park, romance da escritora britânica Jane Austen, publicado pela primeira vez em 1814. “Gosto dessa mistura de romance e histórias de época”, revela.
Ir ao cinema é outro passatempo de Marcia que tem predileção por filmes alternativos e costuma ir no Guion Center ou no GNC Moinhos. Quando não vai ao cinema, Marcia e a família gostam de passear de bicicleta no calçadão da Beira Rio. Longe de Porto Alegre, ela recomenda a todos a viagem para os Lençóis Maranhenses, um dos principais destinos turísticos do Maranhão, no Nordeste do Brasil. “Outro lugar que marcou toda a família pela sua beleza foi Fernando de Noronha. Muito mergulho, muita natureza, muitos peixinhos, tartarugas, entre outras animais. Foi maravilhoso!”
Marcia e o seu filho Guilherme, de 9 anos, aluno do curso de iniciação da Escola de Vela Barra Limpa
Participe das próximas Velejadas da Lua Cheia!
Em novembro, a 9ª Velejada de Lua Cheia acontece no dia 4 de novembro
Na última edição, 50 pessoas em 14 embarcações deixaram o cenário do Guaíba ainda mais bonito
Após a belíssima e inspiradora 8ª Velejada na Lua Cheia, os cruzeiristas já estão agendados para as próximas duas velejadas de Lua Cheia a serem realizadas nos dias 4 de novembro e 2 de dezembro. A expectativa é de que o sucesso nessas próximas disputas seja o mesmo da última edição. Nosso diteror de Cruzeiro, Henrique Freitas, detalha como foi:
“Na Velejada da Lua Cheia de 5 de outubro, 50 pessoas em 14 embarcações estavam nas águas do Guaíba, sendo 12 do Jangadeiros, uma do Veleiros do Sul e uma do Iate Clube Guaíba, simbolizando a presença dos co-irmãos, o que é uma das metas da Diretoria de Cruzeiro do CDJ: a sinergia e a cooperação entre os clubes. O vencedor foi o Madrugada (VDS), seguido do Escapada (CDJ). Um jantar muito animado deu sequência na programação, onde foram anunciados, em um telão, os resultados parciais do prêmio Cruzeirista 2017!”
Confira alguns registros de nossos cruzeiristas!
Sábado foi dia de comemoração para as crianças!
Enquanto atletas velejavam sob suas pranchas em alta velocidade no 1° Campeonato Estadual de Kite Hydrofoil realizado no Janga, a criançada também “voava” no interior do pavilhão Edgar Siegmann, no Continente do Clube, em mais uma Festa do Dia das Crianças! Em razão da chuva dos últimos dias, a folia, que normalmente ocorre em parte externa na sede da Ilha, foi transferida para o pavilhão. O que não mudou foi a alegria dos pequenos com os brinquedos infláveis, recreações, músicas, dança, mesa de doces, entre outros ingredientes.
https://www.jangadeiros.com.br/wp-content/uploads/2017/05/Jangada-News-2.png788940Rômulohttps://www.jangadeiros.com.br/wp-content/uploads/2024/02/logo340w-1.webpRômulo2017-10-20 11:39:342017-10-20 11:39:34Jangada News. 20 de outubro de 2017
Sócia do Jangadeiros há cerca de 40 anos, a escritora, professora, tradutora e produtora cultural Cleonice Bourscheid faz o pré lançamento de seu novo livro de poesias Ave, Água, com sessão de autógrafos na próxima quinta-feira no Restaurante da Ilha. A obra reúne poemas inéditos da autora inspirados na natureza e ilustrados com fotografias do nosso sócio e campeão do clube, Aristóteles Bourscheid, esposo e companheiro de viagem de Cleonice.
A entrada é gratuita e aberta ao público em geral.
A sessão de autógrafos será acompanhada de um recital, com composições de Fernando Mattos, interpretações das sopranos Clarice Bourscheid, Candice Mascarello e Luciana Kiefer, o violão é de Fernando Mattos e acordeon de Fernando Ávila.
O projeto propõe o diálogo entre diferentes formas de expressão artística: poesia, fotografia e música. Ave, água é o terceiro volume da trilogia composta por mais dois livros: Ave, pássaro e Ave, flor, todos com a proposta de unir verso, imagem e sensação. O encontro da natureza e o verso são presentes na obra de Cleonice. Em 2015 ela recebeu o Prêmio Filoteo Amodeo, em Castiglioni di Sicilia, pelo livro Piquenique no Jardim, obra poética que propõe a interação entre poesia, arte, culinária e o teatro infantil.
https://www.jangadeiros.com.br/wp-content/uploads/2017/10/IMG_1062.jpg7681024Rômulohttps://www.jangadeiros.com.br/wp-content/uploads/2024/02/logo340w-1.webpRômulo2017-10-19 11:37:452017-10-20 14:02:10Na próxima quinta-feira (26), os sócios Cleonice e Aristóteles Bourscheid autografam o livro Ave, Água, no restaurante da Ilha
Cristian Yanzer e Eduardo de Oliveira esclareceram detalhes sobre os aplicativos
Os cruzeiristas que compareceram na terça-feira à noite no Restaurante da Ilha puderam conferir uma palestra repleta de aprendizado e tecnologia. O comandante e piloto Cristian Yanzer e o instrutor de vela Eduardo Bojunga de Oliveira falaram, respectivamente, sobre os aplicativos Windy e Navionics, apresentando os mesmos de forma detalhada e precisa. A interatividade deu o tom do evento, o que fez com que os presentes, através de seus smartphones e tablets, pudessem acompanhar os palestrantes em tempo real, solucionando dúvidas e recebendo orientações indispensáveis à boa navegação.
O Windy, aplicativo relacionado às questões meteorológicas, foi pontualmente detalhado pelo cruzeirista Cristian Yanzer. Segundo ele, o app traz uma precisão apurada no que se refere às chuvas, velocidade e direção dos ventos e, para aqueles que pretendem velejar em alto mar, o aplicativo ainda disponibiliza as condições das ondas e correntes marítimas. Tudo facilmente configurado. Yanzer comentou que sempre que o usuário optar pela utilização do sistema europeu (ECMWF) a margem de erro irá girar em torno de 9km no destino em que se busca a previsão, já se o sistema escolhido for o americano (GFS), a margem de erro aumenta para aproximadamente 22km. Ponto para os europeus.
Um dos tópicos positivos do Windy é seu sistema de alerta, que permite ainda mais segurança para quem navega. O usuário configura o que deseja receber como aviso e o app o faz com maestria via email. Por exemplo: o velejador deseja saber quando os ventos irão aumentar em determinada localidade. Basta programar o aplicativo para receber no smartphone, por email, um alerta da direção e velocidade dos ventos naquele destino com boa margem de segurança e antes da ocorrência severa. E não é apenas a direção e velocidade dos ventos que o programa avisa, ele também alerta para a quantidade de chuva, alagamentos e as ondas, tudo pela proteção de quem navega. A ferramenta de alerta de alagamentos, em específico, também objetiva o bem estar das grandes cidades, declarou o palestrante, uma vez que durante a primavera e o outono, épocas de transição meteorológica, os mesmos são bastante comuns.
O instrutor de vela do clube, Eduardo Bojunga de Oliveira, abordou o Navionics HD, app que, assim como o Windy, está disponível em smartphones e tablets. Por no máximo 16 dólares e uma atualização de 50% desse valor, o usuário tem acesso a várias informações úteis para quem busca navegar com proteção. Eduardo argumentou que o app é capaz de criar rotas automáticas que disponibilizam trajetos mais seguros e com a maior quantidade de água possível, afim de evitar que as embarcações encalhem. O aplicativo também desenha o caminho contrário, ou seja, a rota inversa, usando como base a rota já pré-estabelecida pelo usário no app, o que confere ao velejador um suporte essencial. Essas mesmas rotas, segundo Eduardo, podem ser gravadas pelo app e enviadas a outras pessoas e dispositivos, possibilitando o compartilhamento dos lugares e das experiências.
De acordo com o instrutor de vela, o Navionics tem as suas limitações e quem navega deve ficar atento: os waypoints (pontos marcados pelo velejador) não podem ser editados depois de salvos, arquivos KMZ (que o próprio Navionics gera) não podem ser importados por smartphones de contas diferentes, mas apenas por dispositivos GPS tradicionais de mão e chartplotters, os dados entregues durante a utilização do programa são limitados (COG, SOG, DTW, ETA, Lght e Time).
À frente da organização de mais esse evento, o diretor de cruzeiro, Henrique Freitas, argumentou que as palestras aconteceram com o objetivo de conscientizar os presentes sobre a importância da navegação segura. “Tanto o Windy quanto o Navionics são ferramentas que, quando bem utilizadas, trazem benefícios a quem veleja, então nada mais justo do que compartilhar com os cruzeiristas detalhes sobre os aplicativos”, relatou Freitas. Segundo ele, compartilhar o conhecimento pode resultar em uma navegação tranquila e com mais proteção.
https://www.jangadeiros.com.br/wp-content/uploads/2017/10/capa1.jpg5761024Rômulohttps://www.jangadeiros.com.br/wp-content/uploads/2024/02/logo340w-1.webpRômulo2017-10-19 11:30:142017-10-19 11:30:14Palestra orienta sobre os benefícios do Windy e do Navionics
Newsletter do Clube Jangadeiros – Porto Alegre – Edição 13 de outubro de 2015
Vamos relembrar mais um memorável Troféu Cayru!
Grande campeã da 27ª edição: Tripulação do San Chico 3.
Fotos da premiação
Uma semana após o final XXVII Troféu Cayru, queremos relembrar imagens que marcaram mais esta edição do tradicional evento realizado pelo Janga. Foram dois dias intensos de competição nas diferentes classes e regatas que envolvem o troféu e o tempo contribuiu para a prática do esporte com ventos fortes e dias ensolarados. O encerramento se deu no domingo (8) à noite em cerimônia de premiação realizada na sede da Ilha, onde velejadores, autoridades e convidados celebraram não só as conquistas dos grandes campeões como também o companheirismo e as emoções que o troféu proporcionou. O grande vencedor do Cayru foi, mais uma vez, a tripulação do San Chico 3, comandada por Xico Freitas, que levou o Troféu Cayru, o Barco Fita Azul e ficou em 1° lugar da classe ORC Internacional.
“É importante lembrar que o Troféu Cayru homenageia o barco do nosso patrono, Leopoldo Gayer. Ao mesmo tempo em que o Clube dos Jangadeiros cresceu dentro do iatismo nacional com os seus atletas velejando, majoritariamente, em monotipos, nós temos esse troféu acontecendo com barcos maiores, barcos de oceano e barcos de cruzeiro. Essas embarcações festejam o espírito “Cayru” e o estímulo que promovemos ao iatismo desde que esse grande visionário estabeleceu a grande maioria dos clubes náuticos de Porto Alegre”.
Manuel Ruttkay Pereira, Comodoro do Jangadeiros
“Estamos muito contentes. Foram dois dias de velejadas muito boas, com uma tripulação formada entre amigos e, mais uma vez, conseguimos levar as principais premiações. No domingo, tivemos duas regatas muito disputadas, tiramos o 2º e o 3º lugar, ficamos meio ponto na frente do Hobart. Foi uma edição bem disputada com três barcos do Jangadeiros na frente e com grandes velejadores que já foram campeões brasileiros e sul-americanos, o que mostra o nível em que estamos. É um ano muito feliz. Ganhamos a Copa Cidade de Porto Alegre e o Conesul, além de ficarmos em terceiro lugar em Ilha Bela. Isso mostra que estamos no caminho certo!
Xico Freitas, capitão do San Chico 3 – Vencedor do Troféu Cayru, do Barco Fita Azul e 1° lugar da classe ORC Internacional
“A nossa tripulação ficou com um sentimento duplo em relação ao resultado, pois perdemos o Consesul e o Cayru por apenas um segundo. Por um lado, ficamos estimulados, já que perdemos para um barco muito bom e super bem tripulado que está acostumado a correr regatas de oceano fora do país. Por outro lado, avaliamos que podíamos fazer um pouco mais ou errado um pouco menos para tirar essa diferença apertada. Agora, pretendemos executar pequenas modificações no barco e se preparar para a próxima competição”.
Airton Schneider, comandante do Hobart – 2° lugar na ORC Internacional
“Velejamos um pouco melhor do que no Conesul e acabamos perdendo por pouco novamente. De qualquer forma, estamos satisfeitos com o resultado. Tivemos um sábado bom e um domingo excelente para velejar com regatas muito técnicas. Agora é trabalhar pelo que vem pela frente, a começar pelas regatas de aniversário do Clube”.
Hilton Piccolo, capitão do Kamikaze XI – 3° lugar na ORC
“Estamos muito felizes com a tripulação que formamos. Contentes também pelo apoio do Clube e dos amigos que fazem parte dele. Foi incrível a energia nesses dois dias. No sábado, corremos em um vento forte, inédito para nós, mas o barco estava firme e não houve nenhum problema. No domingo, as regatas já foram mais técnicas. Neste ano, fomos vice da Copa Cidade e campeões do Conesul e agora do Cayru. O próximo objetivo é participar do estadual em novembro. Já compramos até uma vela nova para seguir competitivo e em alto nível”.
Leonardo Sant’Anna, comandante do Drakkar – Grande campeão da classe RGS
“O Troféu Cayru desse ano foi fantástico. Independente dos resultados finais, as regatas foram todas muito emocionantes! Apesar da classe RGS não ser a principal, estava com disputas muito bonitas e equilibradas. Um exemplo disso foi a última regata que teve cinco barcos chegando em um intervalo de 20 segundos. Qualquer vacilo que uma equipe tivesse, poderia representar na perda de muitas posições. O Jangadeiros mostrou que está afiado na Vela de Oceano. Que venha o próximo!”
Emilio Strassburger, comandante do Caulimaran – 2° lugar da RGS
“Eu e minha tripulação estamos muito felizes, porque meu barquinho de cruzeiro se deu bem na regata. Participamos do Velejaço do Cayru, junto com André, Fabiula, Leandro e o Cristian. Formamos uma tripulação muito engajada e conquistamos o primeiro lugar no Velejaço 30 pés”.
Paulo Angonese, comandante do Kauana III, vencedor do Velejaço na classe Cruzeiro 30
A premiação foi entregue pelas seguintes autoridades: Gelson Tadeus Pires, Diretor de Esportes da Secr. Da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer do Estado; Capitão de Mar e Guerra Amaury Marcial Gomes Júnior; Eduardo Ribas, Comodoro do Veleiros do Sul; Sr. Carlos Brittes, representante da DW40; Presidente do Conselho Deliberativo do CDJ, Paulo Renato Paradeda e comodoria do CDJ: Manuel Ruttkay Pereira, Pedro Pesce, Günther Staub e Antonio Joaquim Machado
O Cayru nas águas do Guaíba
Foram dois dias perfeitos para a competição na vela com
ventos fortes de até 22 nós
Após a disputa de seis regatas no último final de semana, a dupla do Janga, Mario Dubeux e Karol Bauermann, fizeram bonito na classe Hobie Cat 16, seguida por João Kraemer e Lawson Beltramo, segundo lugar, também do Janga.
Na classe Soling. George Nehm, Marcos Pinto Ribeiro e Alexandre Mueller lideram o campeonato até o momento após correrem quatro regatas.
No próximo final de semana seguem as disputas.
No Veleiros do Sul ocorrem os campeonatos nas classes Optimist, Laser Standard, Laser Radial, Laser 4.7, 420 e 29er.
Vamos torcer!
https://www.jangadeiros.com.br/wp-content/uploads/2017/10/9aaa5f57-daf9-4090-a95c-7aa09320db7f.jpg480720Rômulohttps://www.jangadeiros.com.br/wp-content/uploads/2024/02/logo340w-1.webpRômulo2017-10-17 11:00:452017-10-23 12:41:39Mario Dubeux e Karol Bauermann lideram classe Hobie Cat 16 do Estadual de monotipos da Fevers
Velejador Marcelo Bernd criou no Jangadeiros a primeira flotilha de Kite Hydrofoil no Rio Grande do Sul
A primeira edição do Campeonato Estadual de Kite Hydrofoil encerrou no último final de semana no Jangadeiros. O Kite Hydrofoil é uma modalidade disputada com uma prancha que, presa por um mastro a uma parte submersa, fica suspensa acima d’água, navegando com menos atrito e podendo desenvolver velocidades acima de 60 km/h. Os atletas usam apenas o vento para impulsionar as velas, formando uma espécie de parapente.
O esporte, que faz parte da categoria das hydrofoils, chegou ao Rio Grande do Sul em março, com regatas disputadas durante a 4ª Copa Brasil de Vela. Foi o que levou o velejador Marcelo Bernd a montar no Jangadeiros a primeira flotilha de Kite Hydrofoil no Rio Grande do Sul. Vale lembrar que o kitesurfe, uma das variações da prancha com vela, poderá participar da Olimpíada de Tóquio, em 2020, como esporte de demonstração.
Os participantes entraram na água para valer para as quatro regatas de sábado – na sexta, a falta de vento impediu a realização das provas –, disputadas com as mesmas regras da vela. Organizador do evento, Marcelo Bernd ficou com título de primeiro campeão gaúcho, terminando o campeonato com apenas quatro pontos perdidos.
“O mau tempo durante a semana atrapalhou um pouco, principalmente na sexta, mas houve um interesse imenso do público e já há planos para disputar o Estadual com pelo menos 20 participantes no ano que vem”, disse. “Vale ressaltar também o papel do clube como incentivador do Kite Hydrofoil, como de outros esportes”.
Já Breno Kneipp, atual campeão brasileiro e sul-americano na 29er em dupla com Ian Paim, deu um tempo na preparação para o Mundial da classe, na China, em novembro, e foi o campeão sub-18, ficando ainda com o segundo lugar na classificação geral, com dez pontos perdidos. Velejador desde os oito anos de idade, ele pratica o Kite há oito meses e disse ter sido atraído pela velocidade: “É um esporte que ainda vai crescer, o barco voa acima da água”.
Guilherme Fonseca Alvares ficou com terceira colocação Geral. Já Lorenzo Bernd, filho de Marcelo, foi vice-campeão na classe Sub-18 e ficou em 4° na Geral, enquanto Marcelo Apoja e Rafael Paradeda terminaram empatados na quinta colocação.
Todos os atletas foram premiados com troféus, assim como Carlos Henrique de Lorenzi, o Dedá, ex-campeão mundial de Snipe e juiz nacional de regatas, homenageado como incentivador dos novos esportes no Jangadeiros.
https://www.jangadeiros.com.br/wp-content/uploads/2017/10/IMG_6685.jpg5751024Rômulohttps://www.jangadeiros.com.br/wp-content/uploads/2024/02/logo340w-1.webpRômulo2017-10-16 17:00:412017-10-16 16:34:181° Estadual de Kite Hydrofoil é conquistado por Marcelo Bernd
Estadual HC16 e Soling
Agende-se: de 10 a 18 de novembro Jangadeiros sedia o Campeonato Brasileiro de Hobie Cat 14 e 16
Do dia 10 ao dia 18 de novembro, o Clube dos Jangadeiros recebe o Campeonato Brasileiro de Hobie Cat 14 e 16, o primeiro dos seis grandes eventos que o Clube sediará em seu Projeto 6×6 (seis competições promovidas em seis meses).
O capitão da flotilha de Hobie Cat do Clube, Mario Dubeux, afirma que a expectativa é de que o campeonato envolva cerca 80 atletas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Sergipe, Pernambuco, Paraíba e Ceará. Além disso, o evento será classificatório para o próximo Campeonato Mundial de Hobie Cat 16, na França.
A última vez que o Janga sediou o BRASCAT havia sido em 2005, 12 anos atrás. “Temos todas as condições de fazer um campeonato para ficar na história. Já fizemos uma vez e queremos repetir agora. Vamos fazê-lo com muito carinho”, afirma Mario Dubeux.
A organização do Campeonato Brasileiro da Classe Hobie Cat 14 e 16 no ano de 2017, estará ao encargo do Clube dos Jangadeiros e Flotilha 051 – Porto Alegre/RS da Classe Hobie Cat 16, sob a coordenação e supervisão da Associação Brasileira da Classe Hobie Cat (ABCHC) e da Confederação Brasileira de Vela (CBVela).
Jangada News. 20 de outubro de 2017
Na próxima quinta-feira (26), os sócios Cleonice Bourscheid e Aristóteles Bourscheid autografam o livro Ave, Água, no restaurante da Ilha
Obra inédita reúne poesia, meio ambiente e fotografias de diversos lugares do mundo. Evento será acompanho por recital. Agende-se para às 19h!
Ave, água é o terceiro volume da trilogia composta por mais dois livros
A escritora, professora, tradutora, produtora cultural e sócia do Janga há cerca de 40 anos, Cleonice Bourscheid, faz o pré lançamento do seu novo livro de poesias Ave, Água, com sessão de autógrafos na próxima quinta-feira (26), a partir das 19h, no restaurante da Ilha. A obra reúne poemas inéditos da autora, inspirados na natureza e ilustrados com fotografias de Aristóteles Bourscheid, esposo, velejador campeão e sócio do Janga, além de companheiro de viagem de Cleonice. A entrada é gratuita e aberta ao público em geral.
O projeto Ave, Água propõe o diálogo entre diferentes formas de expressão artística: poesia, fotografia e música. Ave, água é o terceiro volume da trilogia composta pelos livros Ave, Pássaro e Ave, Flor, todos com a proposta de unir verso, imagem e sensação. O encontro da natureza e o verso são presentes na obra de Cleonice. Em 2015, ela recebeu o Prêmio Filoteo Amodeo, em Castiglioni di Sicilia, pelo livro Piquenique no Jardim, obra poética que propõe a interação entre poesia, arte, culinária e o teatro infantil.
Na ocasião do lançamento, acontecerá o recital Ave, Água, com composições de Fernando Mattos, interpretações das sopranos Clarice Bourscheid, Candice Mascarello e Luciana Kiefer. O violão é de Fernando Mattos e acordeon de Fernando Ávila.
1° Estadual de Kite Hydrofoil é conquistado por Marcelo Bernd
O velejador criou no Jangadeiros a primeira flotilha de Kite Hydrofoil no Rio Grande do Sul
O esporte chegou ao Rio Grande do Sul no mês de março com disputas na 4ª Copa Brasil de Vela
A primeira edição do Campeonato Estadual de Kite Hydrofoil encerrou no último final de semana no Jangadeiros (14) . O Kite Hydrofoil é uma modalidade disputada com uma prancha, equipada com um dispositivo que funciona com um hidrofólio e é capaz de desenvolver velocidades acima de 60 km/h. Os atletas usam apenas o vento para impulsionar as velas, formando uma espécie de parapente.
O esporte, que faz parte da categoria das hydrofoils, chegou ao Rio Grande do Sul em março com regatas disputadas durante a 4ª Copa Brasil de Vela. Foi o que levou o velejador Marcelo Bernd a montar no Jangadeiros a primeira flotilha de Kite Hydrofoil no Rio Grande do Sul. Vale lembrar que o kitesurfe, uma das variações da prancha com vela, poderá participar da Olimpíada de Tóquio, em 2020, como esporte de demonstração.
Próximo campeonato deve contar com pelo menos 20 participantes
Os participantes entraram na água para valer para as quatro regatas de sábado – na sexta, a falta de vento impediu a realização das provas –, disputadas com as mesmas regras da vela. Organizador do evento, Marcelo Bernd ficou com título de primeiro campeão gaúcho, terminando o campeonato com apenas quatro pontos perdidos.
“O mau tempo durante a semana atrapalhou um pouco, principalmente na sexta, mas houve um interesse imenso do público e já há planos para disputar o Estadual com pelo menos 20 participantes no ano que vem”, disse. “Vale ressaltar também o papel do clube como incentivador do Kite Hydrofoil, como de outros esportes”.
Já Breno Kneipp, atual campeão brasileiro e sul-americano na 29er em dupla com Ian Paim, deu um tempo na preparação para o Mundial da classe, na China, em novembro, e foi o campeão sub-18, ficando ainda com o segundo lugar na classificação geral, com dez pontos perdidos. Velejador desde os oito anos de idade, ele pratica o Kite há oito meses e disse ter sido atraído pela velocidade: “É um esporte que ainda vai crescer, o barco voa acima da água”.
Guilherme Fonseca Alvares ficou com terceira colocação Geral. Já Lorenzo Bernd, filho de Marcelo, foi vice-campeão na classe Sub-18 e ficou em 4° na Geral, enquanto Marcelo Apoja e Rafael Paradeda terminaram empatados na quinta colocação.
Todos os atletas foram premiados com troféus, assim como Carlos Henrique de Lorenzi, o Dedá, ex-campeão mundial de Snipe e juiz nacional de regatas, homenageado como incentivador dos novos esportes no Jangadeiros.
Confira o resultado completo aqui!
Cristian Yanzer e Eduardo de Oliveira orientam sobre os benefícios dos aplicativos Windy e Navionics
Os cruzeiristas que compareceram no Restaurante da Ilha puderam conferir uma palestra repleta de aprendizado e tecnologia
Palestra teve o objetivo de conscientizar os sócios sobre a importância da navegação segura
Os cruzeiristas que compareceram na terça-feira à noite no Restaurante da Ilha puderam conferir duas palestras repletas de aprendizado e tecnologia que foram ministradas com o objetivo de orientar sobre segurança e eficiência na navegação desportiva e de cruzeiro. O cruzeirista e comandante de linha aérea Cristian Yanzer e o instrutor de vela Eduardo Bojunga de Oliveira falaram, respectivamente, sobre meteorologia e navegação por meio da utilização do Windy e do Navionics, aplicativos que foram apresentados pelos palestrantes de forma detalhada e precisa. A interatividade deu o tom do evento, o que fez com que os sócios, através de seus smartphones e tablets, pudessem acompanhar Yanzer e Bojunga em tempo real, solucionando dúvidas e recebendo orientações indispensáveis à navegação segura. Conhecimentos básicos sobre a meteorologia na nossa região também foram transmitidos aos presentes.
O Windy, aplicativo relacionado às questões meteorológicas, foi detalhado pelo cruzeirista Cristian Yanzer. Segundo ele, o app traz uma precisão apurada no que se refere às chuvas, velocidade e direção dos ventos e, para aqueles que pretendem velejar em alto mar, o aplicativo ainda disponibiliza as condições das ondas e correntes marítimas. Tudo facilmente configurado. Yanzer comentou que sempre que o usuário optar pela utilização do sistema europeu (ECMWF) a margem de erro irá girar em torno de 9km no destino em que se busca a previsão, já se o sistema escolhido for o americano (GFS), a margem de erro aumenta para aproximadamente 22km. Ponto para os europeus.
Um dos tópicos positivos do Windy é seu sistema de alerta, que permite ainda mais segurança para quem navega. O usuário configura o que deseja receber como aviso e o app o faz com maestria via email. Por exemplo: o velejador deseja saber quando os ventos irão aumentar em determinada localidade. Basta programar o aplicativo para receber no smartphone, por email, um alerta da direção e velocidade dos ventos naquele destino com boa margem de segurança e antes da ocorrência severa. E não é apenas a direção e velocidade dos ventos que o programa avisa, ele também alerta para a quantidade de chuva, alagamentos e as ondas, tudo pela proteção de quem navega. A ferramenta de alerta de alagamentos, em específico, também objetiva o bem estar das grandes cidades, declarou o palestrante, uma vez que durante a primavera e o outono, épocas de transição meteorológica, os mesmos são bastante comuns.
Navionics é capaz de criar rotas automáticas que disponibilizam trajetos mais seguros
O instrutor de vela do clube, Eduardo Bojunga de Oliveira, abordou o Navionics HD, app que, assim como o Windy, está disponível em smartphones e tablets. Por no máximo 16 dólares e uma atualização de 50% desse valor, o usuário tem acesso a várias informações úteis para quem busca navegar com proteção. Eduardo argumentou que o app é capaz de criar rotas automáticas que disponibilizam trajetos mais seguros e com a maior quantidade de água possível, afim de evitar que as embarcações encalhem. O aplicativo também desenha o caminho contrário, ou seja, a rota inversa, usando como base a rota já pré-estabelecida pelo usário no app, o que confere ao velejador um suporte essencial. Essas mesmas rotas, segundo Eduardo, podem ser gravadas pelo app e enviadas a outras pessoas e dispositivos, possibilitando o compartilhamento dos lugares e das experiências.
De acordo com o instrutor de vela, o Navionics tem as suas limitações e quem navega deve ficar atento: os waypoints (pontos marcados pelo velejador) não podem ser editados depois de salvos, arquivos KMZ (que o próprio Navionics gera) não podem ser importados por smartphones de contas diferentes, mas apenas por dispositivos GPS tradicionais de mão e chartplotters, os dados entregues durante a utilização do programa são limitados (COG, SOG, DTW, ETA, Lght e Time).
À frente da organização de mais esse evento, o diretor de cruzeiro, Henrique Freitas, argumentou que as palestras aconteceram com o objetivo de conscientizar os presentes sobre a importância da navegação segura. “Tanto o Windy quanto o Navionics são ferramentas que, quando bem utilizadas, trazem benefícios a quem veleja, então nada mais justo do que compartilhar com os cruzeiristas detalhes sobre os aplicativos”, relatou Freitas. Segundo ele, compartilhar o conhecimento pode resultar em uma navegação tranquila e com mais proteção.
Plano de Recuperação em área do Janga está com cronograma em dia
Projeto contou com o plantio de 526 mudas de árvores nativas
Foram plantadas apenas árvores nativas de ocorrência local e importância ecológica, que geram melhoria de características física e química do solo e possuem interação com a fauna local
O plano que está sendo executado em território próximo ao porto e à quadra de beach tennis do Janga, está com o seu cronograma em dia e em plena atividade. O sócio Adriano Salvaterra, biólogo responsável pelo PRAD, explica, em detalhes, o andamento do projeto.
“O plano está com seu cronograma em dia com “estrelinhas”. O relatório anual que deve ser entregue em dezembro já foi encaminhado ao poder público em setembro. A vegetação foi implantada em quase sua totalidade após alguns eventos importantes envolvendo a comunidade de sócios do Clube dos Jangadeiros.
Resta manter, incrementar e possibilitar o desenvolvimento da vegetação herbácea e arbórea, com a habilitação da área á fauna local. O objetivo é tornar o ambiente próprio para que haja a real interação entre animais e a vegetação implantada, bem como fixação do solo por esta vegetação. O processo demandará certamente alguns anos, está estimado no projeto aprovado 5 anos. Neste caminho, a gerência do Clube deverá incrementar algumas atividades de educação ambiental para inserção da comunidade envolvida.”
Balestrin é premiado na Semana Buenos Aires
Nosso atleta foi o 4° brasileiro melhor colocado na classe Optimist Veterano
Sediada pelo Yacht Club Argentino, disputa reuniu mais de 1.100 participantes divididos em 21 classes
Nosso atleta Lorenzo Balestrin garantiu um ótimo resultado na Semana de Buenos Aires e foi um dos premiados em sua classe, destacando na 13° posição da classificação Geral na Optimist veterano. A competição, sediada pelo Yacht Club Argentino, encerrou nesta segunda-feira (16) e reuniu mais de 1.100 participantes divididos em 21 classes.
Na categoria veterano de Optimist, participaram 239 velejadores, sendo 47 brasileiros. Balestrin, após correr o total de 10 regatas, foi o 4° brasileiro mais bem colocado na disputa que reuniu velejadores do Brasil, Argentina, Peru, Uruguai, Equador e Chile.
“Foi uma competição bastante difícil e de alto nível, mas boa para ganhar experiência. Fico feliz com o resultado”, afirmou Lorenzo.
Sócio em foco: Marcia Maria Thom
A leitura é um dos maiores hobbies de Marcia, frequentadora assídua do Janga
A nossa sócia gosta de contemplar a natureza do Janga na companhia de um bom livro
Natural de Santo Ângelo, maior município da região das Missões localizado no noroeste do Estado, Marcia Maria Thom tem o Clube dos Jangadeiros como um refugo do agito da Capital e um lugar que lhe faz lembrar de sua cidade natal. Ela e a sua família são frequentadores assíduos do Clube há mais de 15 anos.
“É muito importante ter em uma cidade grande como Porto Alegre um lugar que tu possas relaxar. É difícil um final de semana que não comparecemos ao Clube”, conta. As suas idas ao Janga são sempre acompanhadas pelo seu marido, engenheiro e velejador do Clube, Diego Vier Loss, e o filho do casal, Guilherme, de 9 anos. O pequeno, aliás, já começa a seguir os passos do pai e do tio Felipe Vier Loss, também sócio e velejador do Clube, ao fazer parte da Escola de Vela Barra Limpa nos finais de semana.
“Sempre viemos em família. No inverno, aproveitamos para fazer piquenique, andar de bicicleta, entre outras coisas e, no verão, utilizamos o espaço da piscina. Eu também gosto muito de ler, de sentar embaixo da árvore e aproveitar. É maravilhoso!”, destaca.
A nossa sócia acompanhada do marido Diego Vier Loss, engenheiro,
sócio e velejador do Clube
Marcia atua como bancária na Bradesco Seguros. Se mudou para Novo Hamburgo em 1998 e de lá para Porto Alegre em 2007, quando Guilherme nasceu. Nos seus tempos de lazer, a leitura é um dos seus maiores hobbies. No momento, está lendo Mansfield Park, romance da escritora britânica Jane Austen, publicado pela primeira vez em 1814. “Gosto dessa mistura de romance e histórias de época”, revela.
Ir ao cinema é outro passatempo de Marcia que tem predileção por filmes alternativos e costuma ir no Guion Center ou no GNC Moinhos. Quando não vai ao cinema, Marcia e a família gostam de passear de bicicleta no calçadão da Beira Rio. Longe de Porto Alegre, ela recomenda a todos a viagem para os Lençóis Maranhenses, um dos principais destinos turísticos do Maranhão, no Nordeste do Brasil. “Outro lugar que marcou toda a família pela sua beleza foi Fernando de Noronha. Muito mergulho, muita natureza, muitos peixinhos, tartarugas, entre outras animais. Foi maravilhoso!”
Marcia e o seu filho Guilherme, de 9 anos, aluno do curso de iniciação da Escola de Vela Barra Limpa
Participe das próximas Velejadas da Lua Cheia!
Em novembro, a 9ª Velejada de Lua Cheia acontece no dia 4 de novembro
Na última edição, 50 pessoas em 14 embarcações deixaram o cenário do Guaíba ainda mais bonito
Após a belíssima e inspiradora 8ª Velejada na Lua Cheia, os cruzeiristas já estão agendados para as próximas duas velejadas de Lua Cheia a serem realizadas nos dias 4 de novembro e 2 de dezembro. A expectativa é de que o sucesso nessas próximas disputas seja o mesmo da última edição. Nosso diteror de Cruzeiro, Henrique Freitas, detalha como foi:
“Na Velejada da Lua Cheia de 5 de outubro, 50 pessoas em 14 embarcações estavam nas águas do Guaíba, sendo 12 do Jangadeiros, uma do Veleiros do Sul e uma do Iate Clube Guaíba, simbolizando a presença dos co-irmãos, o que é uma das metas da Diretoria de Cruzeiro do CDJ: a sinergia e a cooperação entre os clubes. O vencedor foi o Madrugada (VDS), seguido do Escapada (CDJ). Um jantar muito animado deu sequência na programação, onde foram anunciados, em um telão, os resultados parciais do prêmio Cruzeirista 2017!”
Confira alguns registros de nossos cruzeiristas!
Sábado foi dia de comemoração para as crianças!
Enquanto atletas velejavam sob suas pranchas em alta velocidade no 1° Campeonato Estadual de Kite Hydrofoil realizado no Janga, a criançada também “voava” no interior do pavilhão Edgar Siegmann, no Continente do Clube, em mais uma Festa do Dia das Crianças! Em razão da chuva dos últimos dias, a folia, que normalmente ocorre em parte externa na sede da Ilha, foi transferida para o pavilhão. O que não mudou foi a alegria dos pequenos com os brinquedos infláveis, recreações, músicas, dança, mesa de doces, entre outros ingredientes.
Janga na Mídia
GAÚCHAZH digital
https://gauchazh.clicrbs.com.br/esportes/noticia/2017/10/clube-dos-jangadeiros-recebeu-primeiro-estadual-de-kite-hydrofoil-cj8unnzzo04o301mqeopvnr9o.html
CORREIO DO POVO
Edição impressa do dia 10 de outubro:
REVISTA NÁUTICA
http://www.nautica.com.br/marcelo-bernd-e-campeao-na-primeira-edicao-do-campeonato-estadual-de-kite-hydrofoil-no-sul/
REGATA NEWS
http://regatanews.com.br/esportes-rio-grande-do-sul-1-estadual-de-kite-hydrofoil-e-conquistado-por-marcelo-bernd/
ALMANÁUTICA
http://almanautica.com.br/2017/10/19/1-estadual-de-kite-hydrofoil/
Aviso de Regata BRASCAT 2° alteração 21/09/17
Na próxima quinta-feira (26), os sócios Cleonice e Aristóteles Bourscheid autografam o livro Ave, Água, no restaurante da Ilha
Sócia do Jangadeiros há cerca de 40 anos, a escritora, professora, tradutora e produtora cultural Cleonice Bourscheid faz o pré lançamento de seu novo livro de poesias Ave, Água, com sessão de autógrafos na próxima quinta-feira no Restaurante da Ilha. A obra reúne poemas inéditos da autora inspirados na natureza e ilustrados com fotografias do nosso sócio e campeão do clube, Aristóteles Bourscheid, esposo e companheiro de viagem de Cleonice.
A entrada é gratuita e aberta ao público em geral.
A sessão de autógrafos será acompanhada de um recital, com composições de Fernando Mattos, interpretações das sopranos Clarice Bourscheid, Candice Mascarello e Luciana Kiefer, o violão é de Fernando Mattos e acordeon de Fernando Ávila.
O projeto propõe o diálogo entre diferentes formas de expressão artística: poesia, fotografia e música. Ave, água é o terceiro volume da trilogia composta por mais dois livros: Ave, pássaro e Ave, flor, todos com a proposta de unir verso, imagem e sensação. O encontro da natureza e o verso são presentes na obra de Cleonice. Em 2015 ela recebeu o Prêmio Filoteo Amodeo, em Castiglioni di Sicilia, pelo livro Piquenique no Jardim, obra poética que propõe a interação entre poesia, arte, culinária e o teatro infantil.
Palestra orienta sobre os benefícios do Windy e do Navionics
Cristian Yanzer e Eduardo de Oliveira esclareceram detalhes sobre os aplicativos
Os cruzeiristas que compareceram na terça-feira à noite no Restaurante da Ilha puderam conferir uma palestra repleta de aprendizado e tecnologia. O comandante e piloto Cristian Yanzer e o instrutor de vela Eduardo Bojunga de Oliveira falaram, respectivamente, sobre os aplicativos Windy e Navionics, apresentando os mesmos de forma detalhada e precisa. A interatividade deu o tom do evento, o que fez com que os presentes, através de seus smartphones e tablets, pudessem acompanhar os palestrantes em tempo real, solucionando dúvidas e recebendo orientações indispensáveis à boa navegação.
O Windy, aplicativo relacionado às questões meteorológicas, foi pontualmente detalhado pelo cruzeirista Cristian Yanzer. Segundo ele, o app traz uma precisão apurada no que se refere às chuvas, velocidade e direção dos ventos e, para aqueles que pretendem velejar em alto mar, o aplicativo ainda disponibiliza as condições das ondas e correntes marítimas. Tudo facilmente configurado. Yanzer comentou que sempre que o usuário optar pela utilização do sistema europeu (ECMWF) a margem de erro irá girar em torno de 9km no destino em que se busca a previsão, já se o sistema escolhido for o americano (GFS), a margem de erro aumenta para aproximadamente 22km. Ponto para os europeus.
Um dos tópicos positivos do Windy é seu sistema de alerta, que permite ainda mais segurança para quem navega. O usuário configura o que deseja receber como aviso e o app o faz com maestria via email. Por exemplo: o velejador deseja saber quando os ventos irão aumentar em determinada localidade. Basta programar o aplicativo para receber no smartphone, por email, um alerta da direção e velocidade dos ventos naquele destino com boa margem de segurança e antes da ocorrência severa. E não é apenas a direção e velocidade dos ventos que o programa avisa, ele também alerta para a quantidade de chuva, alagamentos e as ondas, tudo pela proteção de quem navega. A ferramenta de alerta de alagamentos, em específico, também objetiva o bem estar das grandes cidades, declarou o palestrante, uma vez que durante a primavera e o outono, épocas de transição meteorológica, os mesmos são bastante comuns.
O instrutor de vela do clube, Eduardo Bojunga de Oliveira, abordou o Navionics HD, app que, assim como o Windy, está disponível em smartphones e tablets. Por no máximo 16 dólares e uma atualização de 50% desse valor, o usuário tem acesso a várias informações úteis para quem busca navegar com proteção. Eduardo argumentou que o app é capaz de criar rotas automáticas que disponibilizam trajetos mais seguros e com a maior quantidade de água possível, afim de evitar que as embarcações encalhem. O aplicativo também desenha o caminho contrário, ou seja, a rota inversa, usando como base a rota já pré-estabelecida pelo usário no app, o que confere ao velejador um suporte essencial. Essas mesmas rotas, segundo Eduardo, podem ser gravadas pelo app e enviadas a outras pessoas e dispositivos, possibilitando o compartilhamento dos lugares e das experiências.
De acordo com o instrutor de vela, o Navionics tem as suas limitações e quem navega deve ficar atento: os waypoints (pontos marcados pelo velejador) não podem ser editados depois de salvos, arquivos KMZ (que o próprio Navionics gera) não podem ser importados por smartphones de contas diferentes, mas apenas por dispositivos GPS tradicionais de mão e chartplotters, os dados entregues durante a utilização do programa são limitados (COG, SOG, DTW, ETA, Lght e Time).
À frente da organização de mais esse evento, o diretor de cruzeiro, Henrique Freitas, argumentou que as palestras aconteceram com o objetivo de conscientizar os presentes sobre a importância da navegação segura. “Tanto o Windy quanto o Navionics são ferramentas que, quando bem utilizadas, trazem benefícios a quem veleja, então nada mais justo do que compartilhar com os cruzeiristas detalhes sobre os aplicativos”, relatou Freitas. Segundo ele, compartilhar o conhecimento pode resultar em uma navegação tranquila e com mais proteção.
Jangada News. Especial Troféu Cayru 2017
Vamos relembrar mais um memorável Troféu Cayru!
Grande campeã da 27ª edição: Tripulação do San Chico 3.
Fotos da premiação
Uma semana após o final XXVII Troféu Cayru, queremos relembrar imagens que marcaram mais esta edição do tradicional evento realizado pelo Janga. Foram dois dias intensos de competição nas diferentes classes e regatas que envolvem o troféu e o tempo contribuiu para a prática do esporte com ventos fortes e dias ensolarados. O encerramento se deu no domingo (8) à noite em cerimônia de premiação realizada na sede da Ilha, onde velejadores, autoridades e convidados celebraram não só as conquistas dos grandes campeões como também o companheirismo e as emoções que o troféu proporcionou. O grande vencedor do Cayru foi, mais uma vez, a tripulação do San Chico 3, comandada por Xico Freitas, que levou o Troféu Cayru, o Barco Fita Azul e ficou em 1° lugar da classe ORC Internacional.
“É importante lembrar que o Troféu Cayru homenageia o barco do nosso patrono, Leopoldo Gayer. Ao mesmo tempo em que o Clube dos Jangadeiros cresceu dentro do iatismo nacional com os seus atletas velejando, majoritariamente, em monotipos, nós temos esse troféu acontecendo com barcos maiores, barcos de oceano e barcos de cruzeiro. Essas embarcações festejam o espírito “Cayru” e o estímulo que promovemos ao iatismo desde que esse grande visionário estabeleceu a grande maioria dos clubes náuticos de Porto Alegre”.
Manuel Ruttkay Pereira, Comodoro do Jangadeiros
“Estamos muito contentes. Foram dois dias de velejadas muito boas, com uma tripulação formada entre amigos e, mais uma vez, conseguimos levar as principais premiações. No domingo, tivemos duas regatas muito disputadas, tiramos o 2º e o 3º lugar, ficamos meio ponto na frente do Hobart. Foi uma edição bem disputada com três barcos do Jangadeiros na frente e com grandes velejadores que já foram campeões brasileiros e sul-americanos, o que mostra o nível em que estamos. É um ano muito feliz. Ganhamos a Copa Cidade de Porto Alegre e o Conesul, além de ficarmos em terceiro lugar em Ilha Bela. Isso mostra que estamos no caminho certo!
Xico Freitas, capitão do San Chico 3 – Vencedor do Troféu Cayru, do Barco Fita Azul e 1° lugar da classe ORC Internacional
“A nossa tripulação ficou com um sentimento duplo em relação ao resultado, pois perdemos o Consesul e o Cayru por apenas um segundo. Por um lado, ficamos estimulados, já que perdemos para um barco muito bom e super bem tripulado que está acostumado a correr regatas de oceano fora do país. Por outro lado, avaliamos que podíamos fazer um pouco mais ou errado um pouco menos para tirar essa diferença apertada. Agora, pretendemos executar pequenas modificações no barco e se preparar para a próxima competição”.
Airton Schneider, comandante do Hobart – 2° lugar na ORC Internacional
“Velejamos um pouco melhor do que no Conesul e acabamos perdendo por pouco novamente. De qualquer forma, estamos satisfeitos com o resultado. Tivemos um sábado bom e um domingo excelente para velejar com regatas muito técnicas. Agora é trabalhar pelo que vem pela frente, a começar pelas regatas de aniversário do Clube”.
Hilton Piccolo, capitão do Kamikaze XI – 3° lugar na ORC
“Estamos muito felizes com a tripulação que formamos. Contentes também pelo apoio do Clube e dos amigos que fazem parte dele. Foi incrível a energia nesses dois dias. No sábado, corremos em um vento forte, inédito para nós, mas o barco estava firme e não houve nenhum problema. No domingo, as regatas já foram mais técnicas. Neste ano, fomos vice da Copa Cidade e campeões do Conesul e agora do Cayru. O próximo objetivo é participar do estadual em novembro. Já compramos até uma vela nova para seguir competitivo e em alto nível”.
Leonardo Sant’Anna, comandante do Drakkar – Grande campeão da classe RGS
“O Troféu Cayru desse ano foi fantástico. Independente dos resultados finais, as regatas foram todas muito emocionantes! Apesar da classe RGS não ser a principal, estava com disputas muito bonitas e equilibradas. Um exemplo disso foi a última regata que teve cinco barcos chegando em um intervalo de 20 segundos. Qualquer vacilo que uma equipe tivesse, poderia representar na perda de muitas posições. O Jangadeiros mostrou que está afiado na Vela de Oceano. Que venha o próximo!”
Emilio Strassburger, comandante do Caulimaran – 2° lugar da RGS
“Eu e minha tripulação estamos muito felizes, porque meu barquinho de cruzeiro se deu bem na regata. Participamos do Velejaço do Cayru, junto com André, Fabiula, Leandro e o Cristian. Formamos uma tripulação muito engajada e conquistamos o primeiro lugar no Velejaço 30 pés”.
Paulo Angonese, comandante do Kauana III, vencedor do Velejaço na classe Cruzeiro 30
A premiação foi entregue pelas seguintes autoridades: Gelson Tadeus Pires, Diretor de Esportes da Secr. Da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer do Estado; Capitão de Mar e Guerra Amaury Marcial Gomes Júnior; Eduardo Ribas, Comodoro do Veleiros do Sul; Sr. Carlos Brittes, representante da DW40; Presidente do Conselho Deliberativo do CDJ, Paulo Renato Paradeda e comodoria do CDJ: Manuel Ruttkay Pereira, Pedro Pesce, Günther Staub e Antonio Joaquim Machado
O Cayru nas águas do Guaíba
Foram dois dias perfeitos para a competição na vela com
ventos fortes de até 22 nós
Confira mais fotos da premiação aqui!
Confira mais fotos das regatas aqui!
Confira os resultados da competição aqui!
Aviso Regata 39° Sul-Brasileiro Optimist
AR Sul-Brasileiro Optimist 2017
Aviso N°01
Mario Dubeux e Karol Bauermann lideram classe Hobie Cat 16 do Estadual de monotipos da Fevers
Após a disputa de seis regatas no último final de semana, a dupla do Janga, Mario Dubeux e Karol Bauermann, fizeram bonito na classe Hobie Cat 16, seguida por João Kraemer e Lawson Beltramo, segundo lugar, também do Janga.
Na classe Soling. George Nehm, Marcos Pinto Ribeiro e Alexandre Mueller lideram o campeonato até o momento após correrem quatro regatas.
No próximo final de semana seguem as disputas.
No Veleiros do Sul ocorrem os campeonatos nas classes Optimist, Laser Standard, Laser Radial, Laser 4.7, 420 e 29er.
Vamos torcer!
1° Estadual de Kite Hydrofoil é conquistado por Marcelo Bernd
Velejador Marcelo Bernd criou no Jangadeiros a primeira flotilha de Kite Hydrofoil no Rio Grande do Sul
A primeira edição do Campeonato Estadual de Kite Hydrofoil encerrou no último final de semana no Jangadeiros. O Kite Hydrofoil é uma modalidade disputada com uma prancha que, presa por um mastro a uma parte submersa, fica suspensa acima d’água, navegando com menos atrito e podendo desenvolver velocidades acima de 60 km/h. Os atletas usam apenas o vento para impulsionar as velas, formando uma espécie de parapente.
O esporte, que faz parte da categoria das hydrofoils, chegou ao Rio Grande do Sul em março, com regatas disputadas durante a 4ª Copa Brasil de Vela. Foi o que levou o velejador Marcelo Bernd a montar no Jangadeiros a primeira flotilha de Kite Hydrofoil no Rio Grande do Sul. Vale lembrar que o kitesurfe, uma das variações da prancha com vela, poderá participar da Olimpíada de Tóquio, em 2020, como esporte de demonstração.
Os participantes entraram na água para valer para as quatro regatas de sábado – na sexta, a falta de vento impediu a realização das provas –, disputadas com as mesmas regras da vela. Organizador do evento, Marcelo Bernd ficou com título de primeiro campeão gaúcho, terminando o campeonato com apenas quatro pontos perdidos.
“O mau tempo durante a semana atrapalhou um pouco, principalmente na sexta, mas houve um interesse imenso do público e já há planos para disputar o Estadual com pelo menos 20 participantes no ano que vem”, disse. “Vale ressaltar também o papel do clube como incentivador do Kite Hydrofoil, como de outros esportes”.
Já Breno Kneipp, atual campeão brasileiro e sul-americano na 29er em dupla com Ian Paim, deu um tempo na preparação para o Mundial da classe, na China, em novembro, e foi o campeão sub-18, ficando ainda com o segundo lugar na classificação geral, com dez pontos perdidos. Velejador desde os oito anos de idade, ele pratica o Kite há oito meses e disse ter sido atraído pela velocidade: “É um esporte que ainda vai crescer, o barco voa acima da água”.
Guilherme Fonseca Alvares ficou com terceira colocação Geral. Já Lorenzo Bernd, filho de Marcelo, foi vice-campeão na classe Sub-18 e ficou em 4° na Geral, enquanto Marcelo Apoja e Rafael Paradeda terminaram empatados na quinta colocação.
Todos os atletas foram premiados com troféus, assim como Carlos Henrique de Lorenzi, o Dedá, ex-campeão mundial de Snipe e juiz nacional de regatas, homenageado como incentivador dos novos esportes no Jangadeiros.
Confira o resultado completo aqui!